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	<title>Justiça &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Justiça &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil reage a ação dos EUA e Polícia Federal retira credenciais de agente de imigração americano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 20:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Andrei Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão da Polícia Federal de retirar as credenciais de um agente de imigração dos Estados Unidos que atuava no Brasil marcou um novo capítulo nas recentes tensões diplomáticas entre os dois países. A medida foi adotada como resposta direta à determinação do governo norte-americano de afastar um representante brasileiro que atuava em território dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão da Polícia Federal de retirar as credenciais de um agente de imigração dos Estados Unidos que atuava no Brasil marcou um novo capítulo nas recentes tensões diplomáticas entre os dois países. A medida foi adotada como resposta direta à determinação do governo norte-americano de afastar um representante brasileiro que atuava em território dos EUA.</p>
<p>Segundo informações confirmadas por autoridades brasileiras, a ação segue o princípio da reciprocidade nas relações internacionais: ao restringir a atuação de um agente brasileiro, os Estados Unidos desencadearam uma resposta equivalente por parte do Brasil. Com isso, o servidor americano perdeu o acesso às instalações e sistemas operacionais utilizados em cooperação com órgãos de segurança nacionais.</p>
<h3>Entenda o contexto da crise diplomática</h3>
<p>O impasse teve início após autoridades norte-americanas solicitarem a saída de um agente da Polícia Federal que atuava como elo de cooperação em Miami. A justificativa apresentada pelos EUA envolveu suspeitas relacionadas ao uso do sistema de imigração em um caso de repercussão política, o que foi interpretado pelo governo brasileiro como uma decisão unilateral e sem comunicação formal prévia.</p>
<p>Em resposta, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, confirmou que o agente norte-americano no Brasil deixou de ter acesso às dependências da instituição, replicando exatamente a restrição imposta ao representante brasileiro no exterior.</p>
<h3>Relação bilateral sob pressão</h3>
<p>O episódio ocorre em um momento sensível das relações entre Brasil e Estados Unidos, especialmente diante de divergências envolvendo temas políticos e judiciais. A cooperação entre os países em áreas como segurança, imigração e combate ao crime internacional historicamente depende de confiança mútua e troca constante de informações — fatores que podem ser impactados por medidas desse tipo.</p>
<p>Órgãos como o Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos (ICE) desempenham papel central na fiscalização migratória e na cooperação internacional, sendo responsáveis por investigações e operações ligadas à imigração e segurança de fronteiras.</p>
<p>A retirada de credenciais, embora não represente rompimento formal de relações, limita diretamente a atuação operacional desses agentes, reduzindo o intercâmbio de dados e a atuação conjunta em investigações.</p>
<h3>Impactos e possíveis desdobramentos</h3>
<p>Especialistas em العلاقات internacionais avaliam que a adoção de medidas recíprocas é comum em disputas diplomáticas, mas pode gerar efeitos práticos relevantes. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>Dificuldades na cooperação policial e troca de inteligência;</li>
<li>Redução da eficiência em investigações transnacionais;</li>
<li>Aumento da tensão política entre governos.</li>
</ul>
<p>Além disso, o caso reacende debates sobre soberania nacional e limites de atuação de agentes estrangeiros em território brasileiro — tema sensível, sobretudo quando envolve questões judiciais e extradição.</p>
<h3>Cenário ainda indefinido</h3>
<p>Até o momento, não há indicação de escalada para medidas mais severas, mas o episódio evidencia um desgaste nas relações institucionais entre os dois países. A condução dos próximos passos dependerá de negociações diplomáticas e da capacidade de restabelecer canais de diálogo entre as autoridades envolvidas.</p>
<p>Enquanto isso, a decisão da Polícia Federal reforça a postura do Brasil de responder a ações consideradas assimétricas, sinalizando que medidas adotadas no campo internacional tendem a ter repercussões diretas no equilíbrio das relações bilaterais.</p>
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		<item>
		<title>STF forma maioria inicial para manter prisão de ex-presidente do BRB em escândalo bilionário</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-forma-maioria-inicial-para-manter-prisao-de-ex-presidente-do-brb-em-escandalo-bilionario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 16:50:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[BRB]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Master]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Henrique Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Prisão]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento que decidirá o futuro imediato do ex-presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa, preso no âmbito das investigações sobre o chamado caso Banco Master. Até o momento, dois ministros da Corte já votaram pela manutenção da prisão preventiva do executivo, indicando uma tendência inicial no colegiado. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento que decidirá o futuro imediato do ex-presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa, preso no âmbito das investigações sobre o chamado caso Banco Master. Até o momento, dois ministros da Corte já votaram pela manutenção da prisão preventiva do executivo, indicando uma tendência inicial no colegiado.</p>
<p>A análise ocorre na Segunda Turma do STF, responsável por julgar processos de natureza penal na Corte. Os ministros André Mendonça e Luiz Fux foram os primeiros a se manifestar, ambos favoráveis à continuidade da detenção.</p>
<p>O julgamento acontece em plenário virtual e deve seguir até o fim da semana, período no qual os demais integrantes do colegiado ainda podem apresentar seus votos e definir o desfecho do caso.</p>
<h3>Prisão ligada a investigação de corrupção e lavagem de dinheiro</h3>
<p>Paulo Henrique Costa foi detido durante a mais recente fase da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal para apurar suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo o sistema financeiro.</p>
<p>De acordo com as investigações, o ex-dirigente do BRB é suspeito de participar de um esquema que teria movimentado valores milionários em troca de favorecimento ao Banco Master. As apurações indicam que ele teria negociado cerca de R$ 146 milhões em vantagens indevidas, supostamente pagas por meio de imóveis de alto padrão.</p>
<p>A Polícia Federal sustenta que os pagamentos teriam como objetivo influenciar decisões estratégicas dentro do banco estatal, especialmente relacionadas a operações envolvendo a instituição privada investigada.</p>
<h3>Indícios e elementos reunidos pela investigação</h3>
<p>Documentos e mensagens analisados pelos investigadores apontam para uma relação direta entre o ex-presidente do BRB e operadores do esquema. Em conversas obtidas pela apuração, há referências à escolha de imóveis e tratativas sobre benefícios, o que, segundo os órgãos de investigação, reforça a hipótese de pagamento de propina.</p>
<p>Além disso, a decisão que autorizou a prisão menciona indícios de que o executivo teria utilizado sua posição para sustentar interesses do Banco Master, levantando suspeitas de desvio de finalidade na gestão da instituição pública.</p>
<h3>Papel do STF e próximos passos</h3>
<p>O julgamento em curso no STF não trata ainda do mérito das acusações, mas sim da legalidade e necessidade da prisão preventiva. Nesse tipo de análise, os ministros avaliam fatores como risco de interferência nas investigações, possibilidade de fuga e gravidade dos fatos apurados.</p>
<p>A decisão final caberá aos cinco ministros da Segunda Turma, que também inclui Gilmar Mendes, Nunes Marques e Dias Toffoli — este último já declarou impedimento em processos relacionados ao caso anteriormente.</p>
<h3>Contexto do escândalo financeiro</h3>
<p>O caso Banco Master tornou-se um dos principais escândalos recentes do setor financeiro brasileiro. As investigações tiveram início após suspeitas de irregularidades em operações envolvendo a tentativa de aquisição da instituição pelo BRB e movimentações consideradas atípicas pelo Banco Central.</p>
<p>A operação policial já revelou um complexo esquema de transações financeiras, com indícios de uso de empresas, imóveis e intermediários para ocultar pagamentos ilícitos.</p>
<h3>Decisão pode impactar desdobramentos do caso</h3>
<p>A definição do STF sobre a prisão de Paulo Henrique Costa é vista como um passo importante para o andamento das investigações. Caso a maioria seja formada pela manutenção da detenção, a tendência é de fortalecimento das medidas cautelares adotadas até o momento.</p>
<p>Por outro lado, eventual reversão da prisão poderia abrir espaço para novas estratégias de defesa e alterar o ritmo das apurações.</p>
<p>Enquanto o julgamento segue em andamento, o caso continua a repercutir nos meios político e econômico, reforçando a gravidade das suspeitas que envolvem uma das principais instituições financeiras públicas do país.</p>
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		<item>
		<title>Justiça condena réus a mais de 1,2 mil anos por chacina que matou família no DF</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/justica-condena-reus-a-mais-de-12-mil-anos-por-chacina-que-matou-familia-no-df/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 13:39:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[chacina]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TJDJT]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal do Júri de Planaltina, no Distrito Federal, condenou cinco acusados pela morte de dez integrantes de uma mesma família, em um dos crimes mais brutais já registrados na capital do país. As penas somadas ultrapassam 1.200 anos de prisão. O caso, que ficou conhecido como a maior chacina da história do DF, ocorreu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal do Júri de Planaltina, no Distrito Federal, condenou cinco acusados pela morte de dez integrantes de uma mesma família, em um dos crimes mais brutais já registrados na capital do país. As penas somadas ultrapassam 1.200 anos de prisão.</p>
<p>O caso, que ficou conhecido como a maior chacina da história do DF, ocorreu entre o fim de 2022 e o início de 2023. As investigações apontaram que os assassinatos foram planejados com o objetivo de tomar posse de uma chácara avaliada em cerca de R$ 2 milhões, além de outros bens das vítimas.</p>
<p>Segundo a decisão judicial, os réus foram condenados por uma série de crimes, incluindo homicídios qualificados, sequestro, roubo, ocultação e destruição de cadáveres, além de associação criminosa e corrupção de menores.</p>
<p>O julgamento durou seis dias e contou com o depoimento de 18 testemunhas, além dos interrogatórios dos acusados e longos debates entre acusação e defesa.</p>
<p>Entre os condenados, as maiores penas foram aplicadas a três dos envolvidos considerados centrais no planejamento e execução do crime. Um deles recebeu sentença de mais de 397 anos de reclusão, enquanto outros dois foram condenados a mais de 350 e 300 anos, respectivamente.</p>
<p>As vítimas incluem adultos e crianças da mesma família, assassinados em uma sequência de crimes que chocou o país pela violência e pela tentativa de ocultação dos corpos.</p>
<p>Apesar das condenações, os réus ainda podem recorrer da decisão. O caso encerra uma das investigações mais complexas e impactantes da história recente do Distrito Federal, marcada pela gravidade dos crimes e pelo número de vítimas.</p>
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		<item>
		<title>Moraes abre investigação contra Flávio Bolsonaro por suposta calúnia contra Lula</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/moraes-abre-investigacao-contra-flavio-bolsonaro-por-suposta-calunia-contra-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 17:57:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a abertura de um inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por suposta prática de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão tem como base uma publicação feita pelo parlamentar na rede social X, em janeiro deste ano, na qual ele [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a abertura de um inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por suposta prática de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>A decisão tem como base uma publicação feita pelo parlamentar na rede social X, em janeiro deste ano, na qual ele atribuiu ao chefe do Executivo a participação em crimes como tráfico internacional, lavagem de dinheiro, apoio a grupos terroristas e fraude eleitoral.</p>
<p>Segundo o entendimento do ministro, a mensagem pode configurar imputação falsa de crimes, elemento central para a caracterização do delito de calúnia. A abertura do inquérito atende a uma solicitação da Polícia Federal, com manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República.</p>
<p>A investigação deverá apurar se houve intenção deliberada de atribuir fatos criminosos sem comprovação ao presidente da República. O caso será conduzido no âmbito do STF, uma vez que Flávio Bolsonaro possui foro privilegiado por exercer mandato no Senado.</p>
<p>A apuração ocorre em um contexto de acirramento político e uso intensivo das redes sociais como ferramenta de debate público. A depender das conclusões da investigação, o caso pode evoluir para denúncia formal e eventual ação penal.</p>
<p>Com a decisão, o Supremo dá início a mais um procedimento envolvendo declarações feitas por autoridades públicas em plataformas digitais, tema que tem sido alvo crescente de análise jurídica diante do impacto dessas manifestações na esfera política e institucional.</p>
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		<item>
		<title>TSE retoma julgamento que pode cassar governador de Roraima e tornar Denarium inelegível</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tse-retoma-julgamento-que-pode-cassar-governador-de-roraima-e-tornar-denarium-inelegivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:08:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Cassação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Governador]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Roraima]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral retomou o julgamento que pode resultar na cassação do atual governador de Roraima, Edilson Damião, e na inelegibilidade do ex-governador Antonio Denarium. A análise foi reaberta após uma série de adiamentos provocados por pedidos de vista ao longo dos últimos meses. O caso tem origem em uma decisão do Tribunal Regional [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral retomou o julgamento que pode resultar na cassação do atual governador de Roraima, Edilson Damião, e na inelegibilidade do ex-governador Antonio Denarium. A análise foi reaberta após uma série de adiamentos provocados por pedidos de vista ao longo dos últimos meses.</p>
<p>O caso tem origem em uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima, que, em 2023, determinou a cassação da chapa eleita em 2022 por entender que houve abuso de poder político e econômico durante o período eleitoral. Entre as irregularidades apontadas estão a distribuição de benefícios sociais, como cestas básicas e auxílios para reformas, em ano de eleição.</p>
<p>O julgamento no TSE começou em 2024 e já conta com dois votos favoráveis à cassação. A relatora do processo, Maria Isabel Galotti, manifestou-se pela manutenção da decisão do TRE, sendo acompanhada pelo ministro André Mendonça. Ainda restam os votos de outros integrantes da Corte.</p>
<p>A análise foi interrompida anteriormente por pedidos de mais tempo para avaliação do processo, o que atrasou a conclusão do julgamento. Com a retomada, a expectativa é de que o plenário avance na definição do caso, que pode impactar diretamente o comando do Executivo estadual.</p>
<p>Antes da continuidade do julgamento, Denarium deixou o cargo para disputar uma vaga no Senado, conforme exigência da legislação eleitoral. Com a saída, o então vice-governador Edilson Damião assumiu a chefia do governo de Roraima.</p>
<p>Caso a maioria dos ministros confirme a cassação da chapa, o TSE poderá determinar a realização de novas eleições para um mandato-tampão no estado. A medida segue o que prevê a legislação eleitoral em situações de perda de mandato por irregularidades no pleito.</p>
<p>A defesa dos envolvidos sustenta que não houve ilegalidade nas ações realizadas durante o período eleitoral, argumentando que os programas sociais citados já existiam e não foram criados com finalidade eleitoreira.</p>
<p>O desfecho do julgamento é acompanhado com atenção por lideranças políticas e pode redefinir o cenário eleitoral em Roraima, especialmente às vésperas das eleições gerais.</p>
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		<item>
		<title>TSE escolhe nova liderança: Nunes Marques assumirá presidência e Mendonça será vice</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tse-escolhe-nova-lideranca-nunes-marques-assumira-presidencia-e-mendonca-sera-vice/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 10:41:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[André Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[Eleição]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nunes Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
		<category><![CDATA[vice]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu sua nova cúpula para o próximo biênio, com a eleição do ministro Kássio Nunes Marques como presidente da Corte e do ministro André Mendonça para a vice-presidência. A escolha foi realizada em votação simbólica nesta terça-feira (14). Atual vice-presidente do tribunal, Nunes Marques assumirá o comando após o término [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu sua nova cúpula para o próximo biênio, com a eleição do ministro Kássio Nunes Marques como presidente da Corte e do ministro André Mendonça para a vice-presidência. A escolha foi realizada em votação simbólica nesta terça-feira (14).</p>
<p>Atual vice-presidente do tribunal, Nunes Marques assumirá o comando após o término do mandato da ministra Cármen Lúcia, previsto para o fim de maio. A data exata da posse ainda não foi divulgada.</p>
<p>A eleição tem caráter simbólico porque segue o critério de antiguidade entre os ministros oriundos do Supremo Tribunal Federal (STF) que integram o TSE. Nesse sistema, a sucessão ocorre de forma automática, respeitando a ordem de ingresso na Corte.</p>
<p>A antecipação do processo foi motivada pela proximidade do calendário eleitoral. Cármen Lúcia optou por deixar a presidência antes do fim de seu período no tribunal para permitir uma transição administrativa mais organizada e garantir estabilidade na condução das eleições de 2026.</p>
<p>Com a mudança, o TSE inicia a preparação para o próximo pleito nacional sob nova liderança. Caberá ao futuro presidente coordenar a logística eleitoral, supervisionar a aplicação das normas e conduzir ações de enfrentamento a desafios como a desinformação e o uso indevido de tecnologias digitais no processo democrático.</p>
<p>A Corte eleitoral é composta por sete ministros, incluindo integrantes do STF, do Superior Tribunal de Justiça e juristas indicados, sendo responsável pela organização e fiscalização das eleições em todo o país.</p>
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		<item>
		<title>Júri popular começa em Salvador para acusados de matar Mãe Bernadete</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/juri-popular-comeca-em-salvador-para-acusados-de-matar-mae-bernadete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 18:01:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[juri popular]]></category>
		<category><![CDATA[Líder quilombola]]></category>
		<category><![CDATA[mãe Bernadete]]></category>
		<category><![CDATA[Noticais]]></category>
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					<description><![CDATA[Teve início nesta segunda-feira (13), em Salvador, o julgamento de dois acusados pelo assassinato da líder quilombola Maria Bernadete Pacífico Moreira, morta em 2023 na Região Metropolitana da capital baiana. O processo ocorre no Tribunal do Júri, responsável por analisar crimes dolosos contra a vida. Os réus Arielson da Conceição Santos e Marílio dos Santos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Teve início nesta segunda-feira (13), em Salvador, o julgamento de dois acusados pelo assassinato da líder quilombola Maria Bernadete Pacífico Moreira, morta em 2023 na Região Metropolitana da capital baiana. O processo ocorre no Tribunal do Júri, responsável por analisar crimes dolosos contra a vida.</p>
<p>Os réus Arielson da Conceição Santos e Marílio dos Santos respondem por homicídio qualificado, com agravantes como motivo torpe, uso de meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima. Arielson está preso e confessou participação no crime, enquanto Marílio permanece foragido.</p>
<p>O julgamento acontece no Fórum Ruy Barbosa e havia sido inicialmente marcado para fevereiro, mas foi adiado após mudança na equipe de defesa dos acusados.</p>
<p>Logo nas primeiras horas do dia, familiares, amigos e integrantes de movimentos sociais realizaram manifestações em frente ao fórum. O grupo pede justiça e a aplicação da pena máxima aos envolvidos. Representantes da família afirmam que há provas consistentes, incluindo laudos periciais, interceptações telefônicas e reconhecimento por testemunhas.</p>
<p>O crime ocorreu em agosto de 2023, no Quilombo Pitanga dos Palmares, em Simões Filho. Segundo as investigações, homens armados invadiram a comunidade, mantiveram familiares reféns e executaram a líder com diversos disparos dentro de casa.</p>
<p>Reconhecida nacionalmente, Mãe Bernadete atuava na defesa dos direitos das comunidades quilombolas e integrava a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas. Ela também participava de um programa federal de proteção a defensores de direitos humanos, após relatar ameaças recorrentes.</p>
<p>Além dos dois réus julgados agora, outras três pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público da Bahia por envolvimento no crime, incluindo um suspeito apontado como mandante. Esses casos ainda aguardam definição de data para julgamento.</p>
<p>O julgamento é acompanhado de perto por entidades de direitos humanos e autoridades, sendo considerado um momento decisivo no combate à violência contra lideranças de comunidades tradicionais no Brasil.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>STJ estabelece limite inédito e veta uso de inteligência artificial como prova em processos penais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stj-estabelece-limite-inedito-e-veta-uso-de-inteligencia-artificial-como-prova-em-processos-penais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 13:41:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prova]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
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					<description><![CDATA[O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que relatórios produzidos por inteligência artificial não podem ser utilizados como prova em ações penais, marcando o primeiro posicionamento da Corte sobre o tema e criando um precedente relevante para o Judiciário brasileiro. A decisão foi tomada pela Quinta Turma do tribunal ao analisar um caso de suposta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que relatórios produzidos por inteligência artificial não podem ser utilizados como prova em ações penais, marcando o primeiro posicionamento da Corte sobre o tema e criando um precedente relevante para o Judiciário brasileiro.</p>
<p>A decisão foi tomada pela Quinta Turma do tribunal ao analisar um caso de suposta injúria racial ocorrido no interior de São Paulo. Na investigação, um relatório elaborado com o uso de ferramentas de inteligência artificial foi utilizado para sustentar a acusação, mesmo após a perícia oficial não confirmar a existência da ofensa no áudio analisado.</p>
<p>O documento questionado foi produzido com base em sistemas de IA que analisaram um vídeo do episódio e indicaram que a expressão ofensiva teria sido pronunciada. Esse material serviu como fundamento para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público. No entanto, o laudo técnico do Instituto de Criminalística, baseado em análise fonética e acústica, não identificou elementos que comprovassem a fala atribuída ao acusado.</p>
<p>Ao relatar o caso, o ministro Reynaldo Soares da Fonseca destacou que a controvérsia não estava na legalidade da obtenção do material, mas sim na sua capacidade de ser considerado confiável para sustentar uma acusação criminal. Segundo ele, o sistema jurídico exige que as provas apresentem consistência lógica e base técnica sólida.</p>
<p>O magistrado também apontou limitações inerentes à inteligência artificial generativa, ressaltando que essas ferramentas operam a partir de probabilidades e padrões estatísticos, o que pode resultar em conclusões equivocadas com aparência de veracidade. Entre os riscos mencionados está o fenômeno conhecido como “alucinação”, quando o sistema produz informações imprecisas ou inexistentes, mas aparentemente confiáveis.</p>
<p>Diante desse cenário, o colegiado determinou a retirada do relatório dos autos e orientou que o caso seja reavaliado sem considerar o conteúdo gerado por inteligência artificial. A decisão reforça que, embora novas tecnologias possam auxiliar investigações, elas não substituem a análise técnica validada por especialistas humanos.</p>
<p>O entendimento do STJ sinaliza uma diretriz importante para o uso de tecnologias emergentes no sistema judicial, estabelecendo que a admissibilidade de provas depende não apenas da legalidade de sua obtenção, mas também de sua confiabilidade científica e capacidade de verificação.</p>
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		<title>Ministério Público prepara campanha nacional contra assédio eleitoral nas eleições de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 16:01:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público vai intensificar ações de combate ao assédio eleitoral em 2026 com o lançamento de uma campanha nacional de conscientização. A iniciativa tem como objetivo informar a população sobre práticas abusivas que tentam influenciar o voto e reforçar os mecanismos de denúncia. A campanha será voltada principalmente à orientação de trabalhadores e eleitores, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público vai intensificar ações de combate ao assédio eleitoral em 2026 com o lançamento de uma campanha nacional de conscientização. A iniciativa tem como objetivo informar a população sobre práticas abusivas que tentam influenciar o voto e reforçar os mecanismos de denúncia.</p>
<p>A campanha será voltada principalmente à orientação de trabalhadores e eleitores, esclarecendo o que caracteriza o assédio eleitoral — como pressões, ameaças ou constrangimentos para direcionar escolhas políticas. Esse tipo de prática é considerado ilegal por comprometer a liberdade de voto e o processo democrático.</p>
<p>Além da conscientização, a atuação do Ministério Público envolve o fortalecimento de parcerias com outros órgãos, como a Justiça Eleitoral e o Ministério Público do Trabalho, para ampliar a fiscalização e garantir respostas mais rápidas às denúncias. A estratégia inclui integração de informações e ações coordenadas durante o período eleitoral.</p>
<p>A iniciativa segue uma linha já adotada em campanhas anteriores, como a promovida pelo Conselho Nacional do Ministério Público, que destacou a importância de proteger a liberdade de escolha dos eleitores e orientar vítimas sobre como identificar e denunciar esse tipo de prática.</p>
<p>O aumento de registros de assédio eleitoral em eleições recentes também motivou o reforço das ações. Em pleitos anteriores, foram contabilizadas centenas de denúncias relacionadas a pressões no ambiente de trabalho, evidenciando a necessidade de ampliar a informação e a prevenção.</p>
<p>Com a proximidade das eleições gerais de 2026, a campanha busca ampliar o alcance das informações, estimular denúncias e garantir que o processo eleitoral ocorra de forma livre, segura e sem interferências indevidas.</p>
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		<title>Dino afirma que aposentadoria não deve ser usada como punição a juízes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 17:36:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria compulsírua]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[juízes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, afirmou que a aposentadoria compulsória não pode ser considerada uma punição administrativa adequada para magistrados que cometem infrações graves. Segundo ele, nesses casos a sanção mais correta deve ser a perda do cargo, e não o afastamento remunerado. A aposentadoria compulsória é atualmente uma das penalidades previstas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, afirmou que a aposentadoria compulsória não pode ser considerada uma punição administrativa adequada para magistrados que cometem infrações graves. Segundo ele, nesses casos a sanção mais correta deve ser a perda do cargo, e não o afastamento remunerado.</p>
<p>A aposentadoria compulsória é atualmente uma das penalidades previstas na legislação disciplinar da magistratura. Nessa situação, o juiz deixa o cargo, mas continua recebendo vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, o que, na avaliação de Dino, não caracteriza punição efetiva.</p>
<p>Para o ministro, quando um magistrado comete uma falta grave — como corrupção ou venda de sentenças — a consequência deve ser mais rigorosa. O entendimento é que infrações graves precisam resultar na demissão ou perda do cargo, garantindo maior coerência com as punições aplicadas a outros servidores públicos.</p>
<p>A discussão também envolve a chamada Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), criada em 1979, que prevê a aposentadoria compulsória como a sanção disciplinar mais severa aplicada a juízes. A norma permite que magistrados punidos continuem recebendo remuneração, situação que tem sido alvo de críticas no debate público e jurídico.</p>
<p>O entendimento apresentado por Dino surgiu no julgamento de um caso envolvendo um juiz do estado do Rio de Janeiro e pode servir como referência para decisões semelhantes envolvendo magistrados em todo o país.</p>
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