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	<title>Internacional &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Internacional &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Comissão Parlamentar de Direitos Humanos do Paquistão envia carta oficial ao Embaixador da Coreia do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 01:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Carta Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Parlamentar de Direitos Humanos do Paquistão]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[líder idoso Man-hee Lee]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Parlamentar de Direitos Humanos (PCHR, na sigla em inglês) do Paquistão enviou uma carta diplomática oficial ao Embaixador da República da Coreia no Paquistão, solicitando consideração humanitária urgente em favor do  líder idoso Man-hee Lee. A carta expressa profunda preocupação, sob a ótica dos direitos humanos e da assistência humanitária, em relação à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Parlamentar de Direitos Humanos (PCHR, na sigla em inglês) do Paquistão enviou uma carta diplomática oficial ao Embaixador da República da Coreia no Paquistão, solicitando consideração humanitária urgente em favor do  líder idoso Man-hee Lee.</p>
<p>A carta expressa profunda preocupação, sob a ótica dos direitos humanos e da assistência humanitária, em relação à idade avançada, ao estado de saúde e às condições atuais enfrentadas por Man-hee Lee. A PCHR instou a Embaixada da Coreia do Sul e o governo sul-coreano a tomarem medidas preventivas e benevolentes, em conformidade com os padrões internacionais de direitos humanos.</p>
<p>A entidade destacou a importância de aplicar os princípios humanitários fundamentais e solicitou que os canais diplomáticos atuem com flexibilidade e sensibilidade diante da urgência do caso.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Comissão Parlamentar — De Direitos Humanos — Vossa Excelência Embaixada da República da Coreia Islamabad</em></p>
<p><em>Assunto: Considerações humanitárias em relação a líderes religiosos idosos</em></p>
<p><em>Excelência,</em></p>
<p><em>Em nome da Comissão Parlamentar de Direitos Humanos (PCHR) do Paquistão, apresentamos nossas sinceras saudações e reafirmamos nosso respeito pela República da Coreia e por seu compromisso de longa data com a democracia, o Estado de Direito e a proteção dos direitos humanos fundamentais.</em></p>
<p><em>A Comissão Parlamentar de Direitos Humanos dedica-se a promover e proteger a dignidade, os direitos e as liberdades de todas as pessoas, sem distinção. Nesse espírito, escrevemos respeitosamente para expressar nossa preocupação com relatos referentes ao tratamento dispensado a pastores cristãos e líderes religiosos, e para enfatizar a importância de salvaguardar a liberdade religiosa em conformidade com princípios de direitos humanos universalmente reconhecidos.</em></p>
<p><em>Chamamos respeitosamente a atenção de Vossa Excelência para o caso do Presidente Man-hee Lee, líder de Shincheonji Igreja de Jesus, de 95 anos, que, segundo informações, encontra-se detido. Embora reconheçamos e respeitemos plenamente a soberania da República da Coreia e a independência de suas instituições judiciárias, apelamos humildemente para que considerações humanitárias recebam a devida atenção, dada a sua idade avançada e seu estado de saúde. Sempre que compatível com a legislação coreana, medidas de compaixão — incluindo a libertação por razões humanitárias ou alternativas adequadas à detenção — podem ser consideradas.</em></p>
<p><em>A Comissão Parlamentar de Direitos Humanos incentiva, ainda, a proteção contínua do direito de todos os pastores cristãos e líderes religiosos de praticar, ensinar e professar pacificamente sua fé, conforme garantido por normas de direitos humanos reconhecidas internacionalmente, incluindo os princípios consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos e no Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, que reconhecem a liberdade de pensamento, consciência e religião.</em></p>
<p><em>Nosso apelo baseia-se exclusivamente em fundamentos humanitários e de direitos humanos, não devendo ser interpretado como um comentário sobre quaisquer procedimentos judiciais. Acreditamos firmemente que justiça e compaixão podem coexistir, particularmente no que diz respeito a indivíduos idosos.</em></p>
<p><em>Esperamos sinceramente que o Governo da República da Coreia continue a manter sua distinta tradição de proteção dos direitos humanos, da liberdade religiosa e da dignidade de cada indivíduo, dispensando consideração compassiva às circunstâncias do Presidente Man-hee Lee e de outros líderes religiosos idosos, quando apropriado.</em></p>
<p><em>Queira aceitar, Excelência, os protestos de nossa mais alta consideração e estima.</em></p>
<p><em>Respeitosamente,</em></p>
<p><em>Muhammad Shafique Chaudhry</em><br />
<em>Diretor Executivo&#8221;</em></p></blockquote>
<p><strong>Expectativa por uma Decis</strong><strong>ão Humanit</strong><strong>ária R</strong><strong>ápida</strong></p>
<p>A iniciativa da PCHR representa um importante posicionamento diplomático por parte de parlamentares e defensores dos direitos humanos no Paquistão junto ao governo sul-coreano.</p>
<figure id="attachment_91751" aria-describedby="caption-attachment-91751" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-91751" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/21-Comissao-Parlamentar-de-Direitos-Humanos-do-Paquistao-envia-carta-oficial-ao-Embaixador-da-Coreia-do-Sul-Expresso-Carioca.webp?resize=800%2C1067&#038;ssl=1" alt="Comissão Parlamentar De Direitos Humanos Do Paquistão Envia Carta Oficial Ao Embaixador Da Coreia Do Sul - Expresso Carioca" width="800" height="1067" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/21-Comissao-Parlamentar-de-Direitos-Humanos-do-Paquistao-envia-carta-oficial-ao-Embaixador-da-Coreia-do-Sul-Expresso-Carioca.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/21-Comissao-Parlamentar-de-Direitos-Humanos-do-Paquistao-envia-carta-oficial-ao-Embaixador-da-Coreia-do-Sul-Expresso-Carioca.webp?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/21-Comissao-Parlamentar-de-Direitos-Humanos-do-Paquistao-envia-carta-oficial-ao-Embaixador-da-Coreia-do-Sul-Expresso-Carioca.webp?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/21-Comissao-Parlamentar-de-Direitos-Humanos-do-Paquistao-envia-carta-oficial-ao-Embaixador-da-Coreia-do-Sul-Expresso-Carioca.webp?resize=640%2C853&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/21-Comissao-Parlamentar-de-Direitos-Humanos-do-Paquistao-envia-carta-oficial-ao-Embaixador-da-Coreia-do-Sul-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C200&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/07/21-Comissao-Parlamentar-de-Direitos-Humanos-do-Paquistao-envia-carta-oficial-ao-Embaixador-da-Coreia-do-Sul-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C1000&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-91751" class="wp-caption-text">Comissão Parlamentar de Direitos Humanos do Paquistão envia carta oficial ao Embaixador da Coreia do Sul &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Um porta-voz de Shincheonji declarou: &#8220;Considerando a idade avançada e a situação delicada do líder Man-hee Lee, uma atitude humanitária célere é fundamental. Esperamos que a Embaixada da República da Coreia no Paquistão e o governo sul-coreano acolham este apelo da comissão parlamentar paquistanesa e tomem uma decisão alinhada aos valores universais dos direitos humanos.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Novo primeiro-ministro do Reino Unido assume com promessa de aliviar custo de vida e reaquecer a economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 13:07:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Burnham]]></category>
		<category><![CDATA[discurso posse]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Novo premiê britânico]]></category>
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					<description><![CDATA[O Reino Unido iniciou uma nova etapa política nesta segunda-feira (20) com a chegada de Andy Burnham ao cargo de primeiro-ministro. Ao assumir o governo, o líder trabalhista colocou entre suas prioridades o enfrentamento da crise do custo de vida, a retomada do crescimento econômico e uma ampla descentralização administrativa, com maior poder de decisão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Reino Unido iniciou uma nova etapa política nesta segunda-feira (20) com a chegada de Andy Burnham ao cargo de primeiro-ministro. Ao assumir o governo, o líder trabalhista colocou entre suas prioridades o enfrentamento da crise do custo de vida, a retomada do crescimento econômico e uma ampla descentralização administrativa, com maior poder de decisão para governos locais.</p>
<p>A proposta de Burnham busca reduzir a concentração de decisões em Londres e ampliar a autonomia das administrações regionais para definir estratégias de desenvolvimento econômico. A intenção é permitir que cidades e regiões tenham maior influência sobre investimentos, qualificação profissional, infraestrutura e outras políticas voltadas ao crescimento.</p>
<p>O novo premiê também anunciou a elaboração de um plano com duração de dez anos para reduzir os custos de serviços considerados essenciais, como água, energia, transporte e habitação. A estratégia prevê maior participação do poder público na gestão desses setores, por meio de regulamentação mais rígida e da ampliação de parcerias entre governo e empresas.</p>
<p>Apesar das promessas, Burnham assume o comando do país diante de um cenário econômico desafiador. A economia britânica enfrenta anos de crescimento reduzido, inflação persistente, elevada dívida pública e baixa produtividade, fatores que continuam limitando a capacidade de expansão do país.</p>
<p>Especialistas apontam que a desaceleração econômica se intensificou após a crise financeira de 2008. Desde então, o avanço do Produto Interno Bruto per capita tem sido modesto em comparação ao período anterior, refletindo dificuldades estruturais que afetam investimentos, consumo e geração de renda.</p>
<p>Outro desafio destacado por economistas é a necessidade de financiar demandas crescentes, como a transição para fontes de energia mais limpas e o envelhecimento da população. Segundo analistas, uma economia mais dinâmica facilitaria a implementação dessas políticas públicas.</p>
<p>Burnham, no entanto, terá de conciliar seus projetos com compromissos fiscais assumidos pelo Partido Trabalhista. O novo governo pretende manter regras rígidas para controle da dívida pública e dos gastos, além de preservar a promessa de não elevar os três principais impostos cobrados no país, entre eles o imposto de renda.</p>
<p>Antes de chegar ao cargo de primeiro-ministro, Burnham comandou a prefeitura da Grande Manchester durante quase dez anos. Nesse período, ganhou destaque ao defender a descentralização de competências e ao ampliar a atuação regional em áreas como transporte, habitação, segurança pública e capacitação profissional.</p>
<p>A experiência de Manchester é apontada como uma referência para o restante do Reino Unido. Após décadas de dificuldades provocadas pela desindustrialização, a cidade passou por um processo de revitalização, impulsionado por investimentos, aumento da produtividade e fortalecimento da economia local. O novo governo pretende utilizar esse modelo como base para estimular o desenvolvimento em outras regiões.</p>
<p>Estudos da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) indicam que a redução das diferenças de produtividade entre as regiões britânicas pode contribuir para elevar o crescimento nacional. A entidade também recomenda políticas locais voltadas à geração de empregos para jovens e à melhoria dos sistemas de transporte, considerados fatores importantes para diminuir as desigualdades regionais.</p>
<p>Mesmo com esse diagnóstico, a implementação das mudanças deverá enfrentar obstáculos. A estrutura administrativa britânica reúne diferentes níveis de governos locais, com competências variadas e responsabilidades distribuídas de forma desigual, o que pode dificultar a ampliação da autonomia defendida pelo novo premiê.</p>
<p>Além da descentralização, Burnham pretende fortalecer o controle público sobre serviços essenciais e acelerar medidas para reduzir o impacto do custo de vida sobre a população. Entretanto, diante das limitações fiscais, especialistas avaliam que essas iniciativas deverão ocorrer principalmente por meio de maior regulação dos setores e de acordos com empresas, em vez de um amplo processo de nacionalização.</p>
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		<title>Brasil afirma que tarifas dos EUA não têm justificativa e reforça defesa do diálogo comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro voltou a contestar a proposta dos Estados Unidos de aplicar tarifas sobre produtos nacionais e afirmou que não existem fundamentos que justifiquem a adoção da medida. Em manifestação oficial enviada às autoridades norte-americanas, o Brasil sustentou que as alegações apresentadas por Washington não encontram respaldo nos dados da relação comercial entre os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro voltou a contestar a proposta dos Estados Unidos de aplicar tarifas sobre produtos nacionais e afirmou que não existem fundamentos que justifiquem a adoção da medida. Em manifestação oficial enviada às autoridades norte-americanas, o Brasil sustentou que as alegações apresentadas por Washington não encontram respaldo nos dados da relação comercial entre os dois países e defendeu a continuidade das negociações.</p>
<p>O documento, elaborado pelo Ministério das Relações Exteriores, argumenta que a sobretaxa de 25% sugerida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) teria efeitos negativos também para empresas e consumidores norte-americanos. Segundo o governo brasileiro, diversos produtos exportados pelo Brasil são utilizados como insumos por indústrias dos EUA e sua taxação elevaria custos de produção, afetando a competitividade e podendo resultar em aumento de preços no mercado americano.</p>
<p>Na resposta encaminhada ao USTR, o Brasil também rebateu as críticas relacionadas ao sistema de pagamentos Pix, ao ambiente regulatório, às decisões do Poder Judiciário, à política ambiental e a outros pontos incluídos na investigação comercial conduzida pelos Estados Unidos. O governo sustenta que todas as políticas questionadas seguem a legislação brasileira e os compromissos internacionais assumidos pelo país.</p>
<p>O Itamaraty reiterou que o relacionamento econômico entre Brasil e Estados Unidos é historicamente equilibrado e destacou que empresas norte-americanas também seriam impactadas pela eventual adoção das tarifas. O governo brasileiro informou ainda que recebeu manifestações de associações empresariais dos próprios Estados Unidos defendendo a exclusão de produtos brasileiros da medida, devido à dependência de matérias-primas e componentes fornecidos pelo Brasil.</p>
<p>Enquanto mantém a contestação formal às justificativas apresentadas por Washington, o Brasil continua apostando na via diplomática para tentar evitar o aumento das barreiras comerciais. As equipes técnicas dos dois países seguem em negociação na tentativa de construir uma solução antes da decisão definitiva sobre a aplicação das tarifas.</p>
<p>A proposta de sobretaxar produtos brasileiros integra uma investigação conduzida pelo USTR, que apontou supostas práticas comerciais consideradas desleais. O governo brasileiro, no entanto, afirma que apresentou informações capazes de demonstrar que as acusações não procedem e defende que não há base técnica ou jurídica para a imposição das novas tarifas.</p>
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		<title>Erupção do Etna leva ao fechamento parcial do espaço aéreo na Sicília</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/erupcao-do-etna-leva-ao-fechamento-parcial-do-espaco-aereo-na-sicilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 13:48:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Erupção]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma nova erupção do Monte Etna provocou mudanças na operação aérea da Sicília neste domingo (5). A intensa atividade do maior vulcão ativo da Europa fez com que parte do espaço aéreo sobre a região fosse interditada, afetando o funcionamento do Aeroporto Internacional de Catânia, principal porta de entrada do leste da ilha italiana. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova erupção do Monte Etna provocou mudanças na operação aérea da Sicília neste domingo (5). A intensa atividade do maior vulcão ativo da Europa fez com que parte do espaço aéreo sobre a região fosse interditada, afetando o funcionamento do Aeroporto Internacional de Catânia, principal porta de entrada do leste da ilha italiana.</p>
<p>O fenômeno foi marcado pela emissão de rios de lava e por uma grande coluna de cinzas vulcânicas, que atingiu cerca de 1,5 quilômetro de altura. Impulsionada pelos ventos, a nuvem avançou em direção ao sul, elevando o risco para a navegação aérea e levando as autoridades a restringirem parte das operações no aeroporto.</p>
<p>Localizado na ilha da Sicília, o Etna possui aproximadamente 3.300 metros de altitude e é considerado um dos vulcões mais monitorados do planeta devido à sua atividade frequente. Apesar da intensidade da erupção, não foram registrados mortos nem danos significativos às áreas habitadas próximas ao vulcão. A principal preocupação das autoridades concentrou-se na dispersão das cinzas, que podem comprometer a segurança dos voos e afetar a qualidade do ar nas regiões vizinhas.</p>
<p>Em razão das condições atmosféricas, companhias aéreas precisaram revisar a programação de voos com origem ou destino em Catânia. Parte das operações foi suspensa temporariamente, enquanto algumas aeronaves foram direcionadas para outros aeroportos da região até que a situação pudesse ser normalizada.</p>
<p>As autoridades italianas seguem monitorando a atividade do Etna em tempo integral para avaliar a evolução da erupção e determinar quando as restrições poderão ser totalmente suspensas. Passageiros com viagens programadas para a Sicília foram orientados a consultar suas companhias aéreas antes de se deslocarem aos aeroportos, uma vez que novas alterações operacionais podem ocorrer conforme o comportamento do vulcão.</p>
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		<title>França elimina exigência de visto para brasileiros que viajarem à Guiana Francesa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/franca-elimina-exigencia-de-visto-para-brasileiros-que-viajarem-a-guiana-francesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 00:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[acordo internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasileiros que desejarem visitar a Guiana Francesa não precisarão mais solicitar visto de entrada. A decisão foi anunciada pelo governo da França e representa uma mudança significativa nas regras de acesso ao território ultramarino francês, localizado na fronteira com o estado do Amapá. A medida entra em vigor nos próximos dias e permitirá que cidadãos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasileiros que desejarem visitar a Guiana Francesa não precisarão mais solicitar visto de entrada. A decisão foi anunciada pelo governo da França e representa uma mudança significativa nas regras de acesso ao território ultramarino francês, localizado na fronteira com o estado do Amapá.</p>
<p>A medida entra em vigor nos próximos dias e permitirá que cidadãos brasileiros realizem viagens de curta duração para a Guiana Francesa apenas com a documentação exigida pelas autoridades migratórias, sem a necessidade do processo prévio de obtenção de visto. A expectativa é de que a flexibilização estimule o turismo, fortaleça as relações econômicas e facilite o intercâmbio entre as populações dos dois lados da fronteira.</p>
<p>Segundo o governo francês, a iniciativa busca ampliar a circulação de pessoas e incentivar o desenvolvimento regional, beneficiando especialmente municípios brasileiros próximos à fronteira, como Oiapoque, que mantém intensa relação comercial, social e cultural com a cidade de Saint-Georges-de-l&#8217;Oyapock, na Guiana Francesa.</p>
<p>O Ministério das Relações Exteriores do Brasil recebeu o anúncio de forma positiva e destacou que a medida atende a uma antiga reivindicação apresentada pelo governo brasileiro. A dispensa do visto era considerada um passo importante para reduzir barreiras à mobilidade entre os dois países e ampliar as oportunidades de cooperação na região amazônica.</p>
<p>Embora a exigência de visto tenha sido eliminada para brasileiros, permanecem válidas as regras migratórias relacionadas ao período máximo de permanência e às demais condições de ingresso estabelecidas pelas autoridades francesas. Os viajantes também poderão ser solicitados a apresentar documentos como passaporte válido, comprovantes de hospedagem, recursos financeiros e passagem de retorno, conforme a legislação em vigor.</p>
<p>A mudança representa um novo capítulo nas relações entre Brasil e França na região de fronteira, onde iniciativas conjuntas nas áreas de infraestrutura, comércio, turismo, segurança e integração regional vêm sendo fortalecidas nos últimos anos. A expectativa dos governos é que a nova política facilite a circulação de visitantes, impulsione a economia local e amplie o fluxo turístico entre a Guiana Francesa e o território brasileiro.</p>
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		<title>Onda de calor leva Espanha a registrar mais de mil mortes em junho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/onda-de-calor-leva-espanha-a-registrar-mais-de-mil-mortes-em-junho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 14:12:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Espanha contabilizou 1.029 mortes associadas às altas temperaturas durante o mês de junho, segundo dados oficiais divulgados pelo sistema de monitoramento de mortalidade do Ministério da Saúde espanhol. O número representa o maior volume de óbitos relacionados ao calor para o mês desde o início da série histórica em 2015 e reflete os impactos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Espanha contabilizou 1.029 mortes associadas às altas temperaturas durante o mês de junho, segundo dados oficiais divulgados pelo sistema de monitoramento de mortalidade do Ministério da Saúde espanhol. O número representa o maior volume de óbitos relacionados ao calor para o mês desde o início da série histórica em 2015 e reflete os impactos de uma intensa onda de calor que atingiu o país por cinco dias consecutivos.</p>
<p>O episódio ocorreu durante aquele que foi o segundo mês de junho mais quente já registrado na Espanha. De acordo com a Agência Estatal de Meteorologia (AEMET), a temperatura média ficou 3,2°C acima dos padrões históricos, sendo superada apenas pelos índices registrados em junho de 2025. Em diversas regiões espanholas, os termômetros ultrapassaram os 40°C.</p>
<p>No período mais crítico da onda de calor, em 23 de junho, cerca de 35,7 milhões de pessoas — aproximadamente 73% da população espanhola — ficaram expostas a condições consideradas de risco para a saúde. Desse total, cerca de 38% estavam em áreas classificadas como de risco elevado em razão das temperaturas extremas.</p>
<p>Os registros também mostram uma mudança no comportamento climático do país. Desde 1975, a Espanha contabilizou 12 ondas de calor durante o mês de junho, sendo que metade ocorreu apenas na última década. Além disso, os 13 meses de junho mais quentes desde o início das medições, em 1961, foram registrados exclusivamente no século XXI, indicando uma maior frequência desses eventos logo no início do verão europeu.</p>
<p>Segundo a AEMET, entre os dias 1º e 30 de junho foram quebrados 390 recordes de temperatura em estações meteorológicas espalhadas pelo país. Desse total, 165 corresponderam a máximas históricas ou mensais, enquanto outros 225 registros foram relacionados às temperaturas mínimas mais elevadas já observadas para o período. A agência classificou a primeira onda de calor do verão como excepcional, principalmente nas regiões do norte da Espanha, devido à intensidade, duração e persistência do fenômeno.</p>
<p>As estimativas de mortalidade são elaboradas pelo sistema MoMo (Monitoramento Diário da Mortalidade), que compara o número esperado de óbitos com os registros efetivamente observados para identificar o impacto de eventos climáticos extremos sobre a população. Os dados reforçam o aumento da preocupação das autoridades com os efeitos das ondas de calor sobre a saúde pública em um cenário de elevação contínua das temperaturas.</p>
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		<title>Suprema Corte dos EUA rejeita medida de Trump e mantém cidadania por nascimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu manter o entendimento de que a cidadania por nascimento segue válida no país, rejeitando uma tentativa do presidente Donald Trump de restringir o direito por meio de uma ordem executiva. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (30) e consolida o princípio constitucional que garante cidadania automática a praticamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu manter o entendimento de que a cidadania por nascimento segue válida no país, rejeitando uma tentativa do presidente Donald Trump de restringir o direito por meio de uma ordem executiva. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (30) e consolida o princípio constitucional que garante cidadania automática a praticamente todos os nascidos em solo norte-americano.</p>
<p>Por maioria de 6 votos a 3, os magistrados consideraram que a medida proposta pelo governo contrariava a interpretação histórica da 14ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos, adotada após a Guerra Civil e aplicada há mais de um século como base do direito à cidadania por nascimento.</p>
<p>A proposta do governo Trump buscava impedir o reconhecimento automático da cidadania a crianças nascidas no país cujos pais não fossem cidadãos norte-americanos ou residentes permanentes legais. A iniciativa fazia parte de uma agenda mais ampla de endurecimento das regras migratórias, mas já vinha sendo barrada em instâncias judiciais inferiores antes de chegar ao Supremo.</p>
<p>Na decisão, o tribunal reforçou o entendimento consolidado desde o caso Wong Kim Ark, julgado em 1898, segundo o qual a cidadania por nascimento se aplica de forma ampla a pessoas nascidas em território dos Estados Unidos, independentemente da situação migratória dos pais, com exceções restritas como filhos de diplomatas estrangeiros.</p>
<p>O caso foi acompanhado de forte repercussão política, já que a proposta de restringir a cidadania por nascimento havia sido uma das promessas defendidas por Trump desde seu retorno à presidência. Após a decisão, o governo sinalizou que pode buscar alternativas legislativas no Congresso, embora mudanças nesse tema exijam alterações constitucionais ou aprovação de leis com forte consenso político.</p>
<p>Organizações de direitos civis e parte da opinião pública celebraram o resultado como uma confirmação de um princípio considerado central no sistema jurídico norte-americano. Já setores mais conservadores criticaram o entendimento da maioria da Corte e defenderam a necessidade de revisão do alcance da 14ª Emenda.</p>
<p>Com a decisão, o entendimento vigente sobre cidadania por nascimento permanece inalterado, mantendo o status jurídico de milhões de pessoas nascidas anualmente nos Estados Unidos e encerrando, ao menos por enquanto, uma das principais disputas legais envolvendo a política migratória do país.</p>
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		<title>Keiko Fujimori é eleita presidente do Peru após semanas de apuração e disputa acirrada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:57:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Eleição]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Keiko Fujimori]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Peru]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Sánchez]]></category>
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					<description><![CDATA[Após semanas de contagem de votos e uma das eleições mais disputadas da história recente do Peru, Keiko Fujimori confirmou sua vitória na corrida presidencial e será a próxima presidente do país. A candidata conservadora conquistou uma vantagem considerada irreversível sobre o candidato de esquerda Roberto Sánchez, encerrando um processo eleitoral marcado por forte polarização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após semanas de contagem de votos e uma das eleições mais disputadas da história recente do Peru, Keiko Fujimori confirmou sua vitória na corrida presidencial e será a próxima presidente do país. A candidata conservadora conquistou uma vantagem considerada irreversível sobre o candidato de esquerda Roberto Sánchez, encerrando um processo eleitoral marcado por forte polarização política e questionamentos sobre o resultado.</p>
<p>Com mais de 99% das urnas contabilizadas, Fujimori alcançou cerca de 50,1% dos votos válidos, superando Sánchez por pouco mais de 43 mil votos. Embora a proclamação oficial ainda dependa das etapas finais do processo eleitoral, a diferença já não pode ser revertida pelos votos restantes.</p>
<p>A vitória representa a quarta tentativa de Keiko Fujimori de chegar à Presidência. Ela já havia disputado o cargo em 2011, 2016 e 2021, sendo derrotada em todas as ocasiões por margens reduzidas. Desta vez, conseguiu superar o histórico de derrotas e levar o movimento político conhecido como fujimorismo novamente ao comando do país após mais de duas décadas.</p>
<p>Filha do ex-presidente Alberto Fujimori, que governou o Peru entre 1990 e 2000, Keiko construiu sua trajetória política apoiada na base eleitoral formada durante o período de influência de seu pai. A figura de Alberto Fujimori continua dividindo opiniões no país. Enquanto parte da população o associa ao combate à hiperinflação e aos grupos armados que atuavam no território peruano, críticos apontam violações de direitos humanos e práticas autoritárias durante seu governo.</p>
<p>A campanha presidencial deste ano teve como principais temas o combate à criminalidade, a recuperação econômica e a estabilidade institucional. Fujimori apresentou-se como uma liderança capaz de restaurar a segurança pública em um momento de aumento dos índices de violência e extorsão, questões que dominaram o debate eleitoral.</p>
<p>O resultado, porém, está longe de encerrar as tensões políticas. Roberto Sánchez se recusou a reconhecer a derrota e alegou irregularidades no processo eleitoral, sem apresentar provas que sustentassem as acusações. Organizações de observação eleitoral e autoridades responsáveis pela condução da votação afirmaram não ter identificado fraudes capazes de comprometer a legitimidade do pleito.</p>
<p>A demora na definição do vencedor ocorreu devido ao equilíbrio entre os candidatos. Durante vários dias, a diferença entre ambos foi medida em poucos milhares de votos, enquanto cédulas contestadas e votos de peruanos residentes no exterior passavam por revisão das autoridades eleitorais. Em diferentes momentos da apuração, tanto Fujimori quanto Sánchez chegaram a liderar a contagem.</p>
<p>Keiko Fujimori assumirá o cargo em 28 de julho e terá pela frente o desafio de governar um país que enfrenta uma prolongada crise política. Nos últimos anos, o Peru acumulou sucessivas trocas de presidentes, processos de impeachment, renúncias e investigações envolvendo líderes políticos. Nenhum presidente conseguiu concluir integralmente seu mandato na última década.</p>
<p>Além das dificuldades institucionais, a nova presidente herdará desafios econômicos e sociais importantes, incluindo o combate à pobreza, a redução das desigualdades regionais e a recuperação da confiança da população nas instituições públicas. Também precisará negociar com um Congresso fragmentado, cenário que tem contribuído para a instabilidade política peruana nos últimos anos.</p>
<p>A eleição de Keiko Fujimori consolida uma mudança no cenário político da América Latina, que vem registrando avanços de candidaturas de perfil conservador em diferentes países da região. No Peru, a vitória marca o retorno do fujimorismo ao centro do poder nacional e abre um novo capítulo na história política do país.</p>
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		<title>Navios retomam circulação pelo Estreito de Ormuz sob operação coordenada pela ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:25:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Navios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[plano de retirada]]></category>
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					<description><![CDATA[A navegação comercial começou a ser retomada no Estreito de Ormuz após meses de restrições provocadas pelo conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. A operação está sendo coordenada pela Organização Marítima Internacional (OMI), agência especializada das Nações Unidas, que colocou em prática um plano para retirar de forma segura milhares de marinheiros e embarcações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A navegação comercial começou a ser retomada no Estreito de Ormuz após meses de restrições provocadas pelo conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. A operação está sendo coordenada pela Organização Marítima Internacional (OMI), agência especializada das Nações Unidas, que colocou em prática um plano para retirar de forma segura milhares de marinheiros e embarcações que permaneciam presos na região do Golfo Pérsico.</p>
<p>Segundo a OMI, o acordo alcançado entre Teerã e Washington abriu caminho para a criação de um corredor marítimo temporário destinado a permitir a saída gradual dos navios que aguardavam autorização para navegar. A iniciativa conta com a participação do Irã, de Omã, de outros países costeiros da região, além de representantes da indústria marítima internacional.</p>
<p>Diferentemente de uma reabertura total e imediata do estreito, a estratégia prevê uma retirada controlada das embarcações. Os navios estão sendo organizados em grupos e recebem autorizações específicas para realizar a travessia em datas determinadas. Cada embarcação recebe orientações individualizadas sobre rotas, horários e procedimentos de segurança antes de iniciar o deslocamento.</p>
<p>Para viabilizar a operação, Omã disponibilizou corredores marítimos temporários que substituem as rotas normalmente utilizadas no estreito. As autoridades locais consideram que o sistema convencional de separação de tráfego ainda não oferece condições adequadas de segurança para o retorno pleno da navegação comercial.</p>
<p>A retomada ocorre após meses de tensão em uma das passagens marítimas mais importantes do planeta. O Estreito de Ormuz conecta o Golfo Pérsico ao Oceano Índico e é responsável pelo escoamento de uma parcela significativa do petróleo e do gás natural comercializados globalmente. Qualquer interrupção na região provoca impactos diretos nos mercados internacionais de energia e no transporte marítimo.</p>
<p>Em março deste ano, a própria Organização Marítima Internacional estimava que cerca de 20 mil tripulantes estavam a bordo de aproximadamente 3.200 navios impedidos de deixar a região devido ao agravamento do conflito e às restrições impostas à navegação.</p>
<p>A expectativa agora é que a retirada gradual das embarcações contribua para reduzir os impactos logísticos acumulados nos últimos meses e permita o restabelecimento progressivo do fluxo comercial pelo estreito. Mesmo assim, as autoridades responsáveis pela operação alertam que o tráfego poderá ser interrompido temporariamente sempre que houver riscos à segurança ou movimentações militares na área.</p>
<p>A normalização completa da navegação ainda dependerá da estabilidade política e militar na região. Enquanto isso, a ONU e os países envolvidos seguem monitorando a situação para garantir que a circulação dos navios ocorra de forma segura e coordenada, evitando novos bloqueios em uma das rotas mais estratégicas para a economia mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Irã anuncia suspensão de taxas no Estreito de Ormuz durante negociações diplomáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 18:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Isenção]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Taxas]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo do Irã informou que deixará de cobrar taxas de navegação no Estreito de Ormuz enquanto estiverem em andamento as negociações diplomáticas envolvendo a segurança regional e questões relacionadas ao programa nuclear iraniano. O anúncio foi interpretado como um gesto de distensão em meio aos esforços internacionais para reduzir as tensões no Oriente Médio. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Irã informou que deixará de cobrar taxas de navegação no Estreito de Ormuz enquanto estiverem em andamento as negociações diplomáticas envolvendo a segurança regional e questões relacionadas ao programa nuclear iraniano. O anúncio foi interpretado como um gesto de distensão em meio aos esforços internacionais para reduzir as tensões no Oriente Médio.</p>
<p>A decisão foi divulgada por autoridades iranianas durante uma nova rodada de conversas com representantes de países envolvidos nas negociações. Segundo o governo de Teerã, a medida terá caráter temporário e permanecerá válida enquanto houver avanços no diálogo diplomático. A iniciativa pretende demonstrar comprometimento com a estabilidade da região e contribuir para a manutenção do fluxo comercial marítimo internacional.</p>
<p>O Estreito de Ormuz é considerado uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta. Localizado entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, o corredor é responsável pela passagem de aproximadamente um quinto de todo o petróleo comercializado no mundo. Qualquer instabilidade na região costuma provocar impactos imediatos nos mercados globais de energia e nas cotações internacionais do petróleo. Estreito de Ormuz</p>
<p>Nos últimos meses, o estreito esteve no centro das preocupações internacionais devido ao aumento das tensões envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos. O temor de restrições à navegação ou de interrupções no transporte de petróleo levou diversos governos e agentes econômicos a acompanhar de perto a situação na região.</p>
<p>Autoridades iranianas afirmaram que a suspensão das cobranças tem o objetivo de facilitar a circulação de embarcações comerciais e demonstrar boa vontade nas negociações em curso. O governo também ressaltou que a medida não altera sua posição sobre questões de soberania e segurança nacional, mas representa uma contribuição para a busca de soluções diplomáticas.</p>
<p>A iniciativa foi recebida com atenção por analistas internacionais, que avaliam a decisão como um sinal positivo para os mercados e para os esforços de mediação conduzidos por diferentes países. Especialistas destacam que a manutenção da livre navegação no Estreito de Ormuz é considerada fundamental para evitar novas pressões sobre os preços da energia e sobre a economia global.</p>
<p>Além da questão marítima, as negociações em andamento abordam temas relacionados à segurança regional, ao programa nuclear iraniano e à redução dos riscos de confrontos militares no Oriente Médio. A expectativa é que novas reuniões ocorram nas próximas semanas para discutir medidas adicionais de confiança entre as partes envolvidas.</p>
<p>O anúncio ocorre em um momento de intensa movimentação diplomática na região. Governos europeus, países árabes e os Estados Unidos vêm defendendo a ampliação do diálogo como forma de evitar uma escalada de conflitos e garantir maior estabilidade para uma área considerada estratégica para o comércio e para o abastecimento energético mundial.</p>
<p>Embora a suspensão das taxas seja vista como um passo relevante, observadores internacionais ressaltam que o sucesso da iniciativa dependerá da continuidade das negociações e do cumprimento dos compromissos assumidos pelos diferentes atores envolvidos. Por enquanto, a medida é considerada um sinal de abertura para a construção de entendimentos que possam reduzir as incertezas no Golfo Pérsico e preservar uma das principais rotas comerciais do planeta.</p>
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