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	<title>Economia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Economia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>“Taxa das blusinhas” segura importações e preserva mais de 135 mil empregos no Brasil, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 22:21:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa das blusinhas]]></category>
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					<description><![CDATA[A cobrança de imposto sobre compras internacionais de pequeno valor, popularmente conhecida como “taxa das blusinhas”, gerou impactos significativos na economia brasileira, segundo levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria. A entidade estima que a medida contribuiu para preservar cerca de 135,8 mil empregos no país, além de reduzir o volume de importações e fortalecer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cobrança de imposto sobre compras internacionais de pequeno valor, popularmente conhecida como “taxa das blusinhas”, gerou impactos significativos na economia brasileira, segundo levantamento divulgado pela Confederação Nacional da Indústria. A entidade estima que a medida contribuiu para preservar cerca de 135,8 mil empregos no país, além de reduzir o volume de importações e fortalecer a produção nacional.</p>
<p>O estudo aponta que a taxação evitou a entrada de aproximadamente R$ 4,5 bilhões em produtos estrangeiros no mercado brasileiro, ao mesmo tempo em que manteve cerca de R$ 19,7 bilhões em circulação na economia interna.</p>
<h3>Redução nas compras internacionais</h3>
<p>A implementação da tarifa, que entrou em vigor em agosto de 2024, provocou uma queda expressiva no número de encomendas vindas do exterior. Dados analisados pela entidade mostram que o volume de remessas caiu 10,9% entre 2024 e 2025, passando de 179,1 milhões para 159,6 milhões de pacotes.</p>
<p>Sem a cobrança, a projeção era de que o país teria recebido mais de 205 milhões de encomendas no período, o que indica o impacto direto da medida no comportamento de consumo e no fluxo de importações.</p>
<p>A retração foi ainda mais intensa em análises de curto prazo: no primeiro semestre de 2025, a queda chegou a 23,4% em comparação com o mesmo período do ano anterior.</p>
<h3>Arrecadação e impacto fiscal</h3>
<p>Além de reduzir as importações, a medida também ampliou a arrecadação federal. Segundo a CNI, a receita com o imposto sobre essas compras saltou de R$ 1,4 bilhão em 2024 para R$ 3,5 bilhões em 2025, primeiro ano completo de vigência da regra.</p>
<p>Esse aumento está relacionado à nova sistemática de cobrança, que passou a ser feita no momento da compra, dificultando fraudes e práticas como subfaturamento e divisão de pedidos para escapar da tributação.</p>
<h3>Equilíbrio na concorrência</h3>
<p>De acordo com a entidade, um dos principais efeitos da chamada “taxa das blusinhas” foi a redução da concorrência considerada desigual entre produtos nacionais e importados. Antes da mudança, itens estrangeiros de baixo valor frequentemente entravam no país com carga tributária reduzida ou irregular, enquanto produtos brasileiros eram integralmente taxados.</p>
<p>Com a nova regra — que estabelece alíquota de 20% para compras de até US$ 50 dentro do programa Remessa Conforme — houve maior equilíbrio nas condições de mercado, especialmente para setores como o têxtil e o varejo.</p>
<h3>Geração de renda e proteção da indústria</h3>
<p>Para a CNI, o principal objetivo da política não é penalizar o consumidor, mas proteger a economia doméstica. A entidade defende que a medida contribui para manter empregos e estimular a produção nacional, ao reduzir a pressão exercida por produtos importados de baixo custo.</p>
<p>O levantamento também indica que a política ajudou a conter distorções no comércio eletrônico internacional, incentivando maior formalização das operações e ampliando o controle sobre mercadorias que entram no país.</p>
<h3>Debate político continua</h3>
<p>Apesar dos resultados apontados pela indústria, a medida segue em debate no cenário político. Enquanto setores produtivos defendem a manutenção da cobrança, argumentando que ela protege empregos e garante concorrência mais justa, há pressões para revisão ou até eliminação do imposto, especialmente por seu impacto direto no consumo popular.</p>
<p>A discussão deve ganhar ainda mais relevância nos próximos meses, diante do impacto econômico da medida e de seu peso nas decisões políticas relacionadas ao comércio exterior e ao consumo interno.</p>
<p>O estudo da CNI reforça que, independentemente do futuro da política, a taxação já produziu efeitos concretos na economia brasileira, influenciando desde o comportamento do consumidor até a dinâmica da indústria nacional.</p>
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		<title>Juros da dívida e emendas parlamentares comprimem investimentos públicos no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/juros-da-divida-e-emendas-parlamentares-comprimem-investimentos-publicos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:48:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Emendas Parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inesc]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento 2025]]></category>
		<category><![CDATA[relatório do Inesc]]></category>
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					<description><![CDATA[O crescimento das despesas com juros da dívida pública, aliado à expansão das emendas parlamentares, tem reduzido o espaço para investimentos no Brasil. A conclusão faz parte de um levantamento recente que analisa a execução orçamentária federal e seus impactos sobre políticas públicas. De acordo com o estudo, o país destinou, em 2025, cerca de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento das despesas com juros da dívida pública, aliado à expansão das emendas parlamentares, tem reduzido o espaço para investimentos no Brasil. A conclusão faz parte de um levantamento recente que analisa a execução orçamentária federal e seus impactos sobre políticas públicas.</p>
<p>De acordo com o estudo, o país destinou, em 2025, cerca de R$ 371,7 bilhões ao pagamento de juros da dívida, enquanto os investimentos públicos somaram aproximadamente R$ 70,8 bilhões — valor cinco vezes menor. O desequilíbrio evidencia o peso crescente das despesas financeiras sobre o orçamento da União.</p>
<p>O cenário é agravado por regras fiscais e pela estrutura do orçamento, que concentra grande parte dos recursos em despesas obrigatórias, como previdência, salários e pisos constitucionais. Com isso, a margem disponível para investimentos — conhecida como despesa discricionária — torna-se limitada e sujeita a cortes.</p>
<p>Outro fator apontado como restritivo é o aumento das emendas parlamentares, que direcionam parte relevante dos recursos para demandas específicas indicadas por deputados e senadores. No orçamento de 2026, essas emendas somam cerca de R$ 61 bilhões, reforçando a fragmentação dos recursos disponíveis.</p>
<p>A combinação desses elementos — juros elevados, rigidez fiscal e expansão das emendas — tem impacto direto sobre áreas estratégicas. Segundo o relatório, setores como saúde, educação, meio ambiente e políticas sociais acabam sendo pressionados pela escassez de recursos para investimentos estruturais.</p>
<p>Além disso, especialistas apontam que o modelo atual dificulta a ampliação de obras de infraestrutura e programas de desenvolvimento de longo prazo, fundamentais para o crescimento econômico sustentável. A limitação de investimentos também compromete a capacidade do Estado de reduzir desigualdades e promover melhorias na qualidade de vida da população.</p>
<p>Mesmo com um orçamento total elevado, grande parte dos recursos é destinada ao refinanciamento da dívida e ao pagamento de encargos financeiros, o que reduz o impacto direto dos gastos públicos na economia real.</p>
<p>O levantamento reforça que, sem mudanças estruturais na composição do orçamento e na política de juros, o país tende a manter um nível reduzido de investimentos públicos, com reflexos no desenvolvimento econômico e social nos próximos anos.</p>
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		<title>Itaipu deve ter energia mais barata a partir de 2027, afirma diretor brasileiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/itaipu-deve-ter-energia-mais-barata-a-partir-de-2027-afirma-diretor-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 14:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Itaipu Binacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[renegociação]]></category>
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					<description><![CDATA[A tarifa de energia da usina de Itaipu deverá cair a partir de 2027, segundo afirmou o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Enio Verri. A redução depende da conclusão das negociações entre Brasil e Paraguai sobre a revisão do Anexo C do tratado que rege a hidrelétrica. De acordo com o dirigente, a expectativa é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tarifa de energia da usina de Itaipu deverá cair a partir de 2027, segundo afirmou o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Enio Verri. A redução depende da conclusão das negociações entre Brasil e Paraguai sobre a revisão do Anexo C do tratado que rege a hidrelétrica.</p>
<p>De acordo com o dirigente, a expectativa é que o novo valor seja o menor do país, reforçando o papel da energia mais acessível como instrumento de inclusão social e desenvolvimento econômico.</p>
<p>A proposta em discussão estabelece que a tarifa passe a considerar apenas os custos operacionais da usina, o que deve reduzir o preço para uma faixa entre US$ 10 e US$ 12 por quilowatt/mês. Esse modelo representa uma queda relevante em relação aos valores atualmente praticados.</p>
<p>Hoje, o custo oficial da energia de Itaipu está fixado em US$ 19,28 por kW/mês para o período de 2024 a 2026. No entanto, o valor efetivamente pago no Brasil é menor, cerca de US$ 17,66, graças a um aporte financeiro adicional da própria usina para conter o impacto tarifário.</p>
<figure id="attachment_89889" aria-describedby="caption-attachment-89889" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-89889" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Enio-Jose-Verri-diretor-geral-brasileiro-da-Itaipu-Binacional-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Enio José Verri, Diretor Geral Brasileiro Da Itaipu Binacional - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Enio-Jose-Verri-diretor-geral-brasileiro-da-Itaipu-Binacional-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Enio-Jose-Verri-diretor-geral-brasileiro-da-Itaipu-Binacional-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Enio-Jose-Verri-diretor-geral-brasileiro-da-Itaipu-Binacional-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Enio-Jose-Verri-diretor-geral-brasileiro-da-Itaipu-Binacional-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89889" class="wp-caption-text">Enio José Verri, diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, diz que quanto mais barata for a energia, maior inclusão social &#8211; Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Esse arranjo é temporário e válido até o fim de 2026. A partir daí, uma nova estrutura tarifária deverá entrar em vigor, resultado das negociações bilaterais que envolvem autoridades dos dois países e ainda precisarão de aprovação nos respectivos parlamentos.</p>
<p>O processo de revisão ocorre porque o tratado original, firmado em 1973, previa a reavaliação das condições financeiras após 50 anos de vigência. A energia gerada pela usina é dividida igualmente entre Brasil e Paraguai, mas os interesses divergem: enquanto o Brasil busca reduzir custos para consumidores e indústria, o Paraguai defende preços mais altos para ampliar receitas e investimentos internos.</p>
<p>Responsável por cerca de 8% da energia consumida no Brasil, Itaipu tem peso estratégico no sistema elétrico nacional. A redução tarifária, caso confirmada, pode impactar diretamente o custo da eletricidade no país, beneficiando residências, empresas e setores produtivos.</p>
<p>Além das negociações, a usina passa por um amplo processo de modernização tecnológica, com investimentos previstos ao longo de mais de uma década, voltados principalmente à atualização de sistemas e equipamentos.</p>
<p>A definição final da nova tarifa deve ocorrer até o fim deste ano, quando Brasil e Paraguai pretendem concluir o acordo que estabelecerá as bases do preço da energia para os próximos anos.</p>
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		<item>
		<title>Governo prepara nova fase do Desenrola e anúncio deve ocorrer após viagem de Lula à Europa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-prepara-nova-fase-do-desenrola-e-anuncio-deve-ocorrer-apos-viagem-de-lula-a-europa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 22:51:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dario Durigan]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola]]></category>
		<category><![CDATA[Endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Renegociação de dívidas]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal está finalizando uma nova versão do Desenrola Brasil, que deverá ser anunciada após a viagem internacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Europa. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que afirmou que o desenho do programa está em fase de conclusão. Segundo o ministro, a proposta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal está finalizando uma nova versão do Desenrola Brasil, que deverá ser anunciada após a viagem internacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Europa. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que afirmou que o desenho do programa está em fase de conclusão.</p>
<p>Segundo o ministro, a proposta ainda será apresentada ao presidente nos próximos dias, antes do anúncio oficial. A expectativa do governo é que a iniciativa tenha impacto significativo na redução do endividamento da população brasileira, especialmente em um cenário ainda marcado por juros elevados.</p>
<p>A nova etapa do Desenrola tem como principal objetivo diminuir os níveis de inadimplência no país, ampliando as possibilidades de renegociação de dívidas tanto para pessoas físicas quanto para empresas. O programa segue a linha da versão anterior, criada para facilitar acordos entre devedores e credores e estimular o acesso ao crédito.</p>
<p>Entre as medidas em análise, está a possibilidade de utilização de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitação de débitos. Estimativas preliminares indicam que cerca de R$ 7 bilhões poderiam ser liberados para essa finalidade, caso a proposta seja confirmada.</p>
<p>Outra frente em estudo envolve ações para evitar o superendividamento, incluindo mecanismos relacionados ao uso de plataformas de apostas eletrônicas. A equipe econômica avalia formas de limitar práticas que possam comprometer a renda das famílias e gerar novos ciclos de dívida.</p>
<p>A apresentação oficial do programa deve ocorrer após o retorno de Lula ao Brasil, ao fim de compromissos internacionais que incluem agendas nos Estados Unidos e em países europeus. A viagem também servirá para alinhar os últimos detalhes da proposta junto à equipe econômica.</p>
<p>Com a nova versão do Desenrola, o governo busca ampliar o alcance das políticas de renegociação de dívidas, oferecendo alternativas para aliviar a situação financeira de milhões de brasileiros e estimular a recuperação econômica.</p>
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		<item>
		<title>Petrobras decide devolver valores após leilão de gás com preços elevados</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petrobras-decide-devolver-valores-apos-leilao-de-gas-com-precos-elevados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gás]]></category>
		<category><![CDATA[Leilão]]></category>
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					<description><![CDATA[A Petrobras anunciou que irá ressarcir clientes que pagaram valores acima do praticado no mercado durante o leilão de gás liquefeito de petróleo (GLP), realizado em 31 de março. A decisão ocorre após o produto ter sido comercializado com preços que chegaram a até o dobro da tabela da própria companhia. De acordo com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobras anunciou que irá ressarcir clientes que pagaram valores acima do praticado no mercado durante o leilão de gás liquefeito de petróleo (GLP), realizado em 31 de março. A decisão ocorre após o produto ter sido comercializado com preços que chegaram a até o dobro da tabela da própria companhia.</p>
<p>De acordo com a estatal, a devolução corresponderá à diferença entre os valores ofertados pelos distribuidores no leilão e o Preço de Paridade de Importação (PPI), referência divulgada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis para o período de 23 a 27 de março.</p>
<p>A medida foi definida como uma forma de “neutralizar os efeitos de preço” gerados pelo certame. A empresa justificou a decisão com base em análises econômicas e no cenário internacional considerado atípico, marcado por tensões geopolíticas que impactaram o mercado de energia.</p>
<p>Mesmo com o ressarcimento, a Petrobras garantiu que manterá o compromisso de entrega integral dos volumes negociados no leilão, assegurando o abastecimento aos compradores.</p>
<p>O episódio gerou forte repercussão no governo federal. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o leilão e chegou a defender sua anulação, alegando que os preços praticados eram incompatíveis com a realidade do mercado e prejudicariam os consumidores.</p>
<p>Paralelamente, a ANP iniciou uma fiscalização nas unidades da Petrobras para apurar possíveis irregularidades, incluindo suspeitas de cobrança com ágios elevados.</p>
<p>Em meio à repercussão, houve também mudança na estrutura interna da empresa: o diretor responsável pela área que conduziu o leilão foi destituído do cargo poucos dias após o ocorrido.</p>
<p>Além disso, a Petrobras informou que avalia aderir a um programa federal de subvenção ao GLP importado. Caso a adesão seja confirmada, a companhia poderá realizar novos reembolsos relacionados aos subsídios aplicáveis aos volumes comercializados.</p>
<p>O caso evidencia os impactos das oscilações do mercado internacional de energia sobre o preço do gás de cozinha no Brasil e reforça a atuação de órgãos reguladores e do governo na tentativa de conter aumentos considerados abusivos.</p>
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		<item>
		<title>Durigan assume Fazenda sob pressão e enfrenta desafio de recuperar confiança fiscal no país</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/durigan-assume-fazenda-sob-pressao-e-enfrenta-desafio-de-recuperar-confianca-fiscal-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:49:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dario Durigan]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, assumiu o comando da política econômica em meio a um cenário de forte pressão sobre as contas públicas e desafios estruturais acumulados. À frente da pasta há cerca de duas semanas, ele substitui Fernando Haddad, herdando um ambiente marcado por restrições fiscais e demandas urgentes. Logo nos primeiros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, assumiu o comando da política econômica em meio a um cenário de forte pressão sobre as contas públicas e desafios estruturais acumulados. À frente da pasta há cerca de duas semanas, ele substitui Fernando Haddad, herdando um ambiente marcado por restrições fiscais e demandas urgentes.</p>
<p>Logo nos primeiros dias de gestão, Durigan anunciou o bloqueio de R$ 1,6 bilhão no Orçamento de 2026, medida considerada insuficiente por analistas diante das exigências do novo arcabouço fiscal. A equipe econômica trabalha com uma previsão oficial de superávit primário de R$ 3,5 bilhões, mas o próprio governo estima que, ao considerar despesas fora do limite fiscal, o resultado pode se transformar em um déficit de R$ 59,8 bilhões.</p>
<p>O cenário é agravado pelo crescimento das despesas obrigatórias, que comprimem o espaço para investimentos e exigem ajustes constantes para manter o cumprimento das metas fiscais. O limite de expansão real dos gastos públicos, fixado em até 2,5% acima da inflação, tem sido um dos principais desafios para a condução da política econômica.</p>
<p>Além das restrições estruturais, o ministro também precisa lidar com pressões imediatas. Entre as primeiras medidas anunciadas está a criação de um subsídio ao diesel importado, estimado em R$ 1,20 por litro, com impacto de cerca de R$ 3 bilhões, dividido entre União e estados. A iniciativa busca conter a alta dos combustíveis em meio à elevação dos preços internacionais do petróleo.</p>
<p>Outro ponto de atenção é o avanço da inadimplência das famílias brasileiras, que já compromete mais de 27% da renda mensal, segundo dados recentes. Para enfrentar esse cenário, o governo estuda um pacote de medidas voltadas à renegociação de dívidas, embora ainda haja incerteza sobre o impacto fiscal dessas ações.</p>
<p>Paralelamente às medidas emergenciais, Durigan propôs mudanças estruturais, como a automatização da declaração do Imposto de Renda, com o objetivo de simplificar o sistema tributário sem reduzir a arrecadação.</p>
<p>Especialistas apontam que o principal desafio do novo ministro será recuperar a credibilidade fiscal do país. O aumento da dívida pública, que já atinge cerca de 78,7% do Produto Interno Bruto (PIB), e a dificuldade em cumprir metas estabelecidas pelo próprio governo são fatores que impactam a confiança de investidores e limitam a capacidade de crescimento econômico.</p>
<p>A combinação entre gastos elevados, rigidez orçamentária e pressões políticas — intensificadas pelo contexto eleitoral — coloca o Ministério da Fazenda diante de uma equação complexa: equilibrar ajuste fiscal e estímulo à economia. Nesse cenário, a atuação de Durigan será decisiva para definir os rumos da política econômica e a sustentabilidade das contas públicas nos próximos anos.</p>
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		<title>Mercado financeiro eleva previsão da inflação para 4,36% em 2026, aponta Banco Central</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-para-436-em-2026-aponta-banco-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Iinflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As projeções do mercado financeiro para a inflação brasileira voltaram a subir e indicam um cenário de maior pressão sobre os preços em 2026. De acordo com o mais recente Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi elevada para 4,36% neste ano. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As projeções do mercado financeiro para a inflação brasileira voltaram a subir e indicam um cenário de maior pressão sobre os preços em 2026. De acordo com o mais recente Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi elevada para 4,36% neste ano.</p>
<p>O levantamento reúne expectativas de mais de uma centena de instituições financeiras e é considerado uma das principais referências para acompanhar o comportamento futuro da economia. A nova revisão mantém a inflação próxima ao teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, que é de 3%, com margem de tolerância de até 4,5%.</p>
<p>A alta nas projeções reforça uma tendência observada nas últimas semanas. Relatórios anteriores já apontavam aumento gradual nas estimativas, com o índice ultrapassando a marca de 4% após um período de estabilidade abaixo desse patamar.</p>
<p>Além da inflação, o mercado também atualizou outras previsões macroeconômicas. A expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 permanece moderada, girando em torno de 1,8%, refletindo um ritmo de expansão mais contido da economia brasileira.</p>
<p>No campo monetário, as projeções indicam manutenção de juros elevados. A taxa básica (Selic) deve encerrar o ano na faixa de 12%, evidenciando a necessidade de uma política mais restritiva para conter a inflação.</p>
<p>Outro ponto observado no relatório é a relativa estabilidade nas expectativas para os anos seguintes. Para 2027, a inflação projetada permanece abaixo de 4%, enquanto para horizontes mais longos, como 2028 e 2029, as estimativas seguem próximas de 3,5%, sinalizando uma possível convergência gradual para a meta.</p>
<p>O Boletim Focus é divulgado semanalmente pelo Banco Central e consolida as percepções do mercado sobre variáveis como inflação, crescimento econômico, câmbio e juros. As revisões frequentes refletem mudanças no cenário interno e externo, incluindo comportamento dos preços de commodities, política fiscal e dinâmica da economia global.</p>
<p>Com a inflação projetada em patamar elevado, o cenário reforça desafios para a política econômica ao longo de 2026, exigindo equilíbrio entre controle de preços e estímulo ao crescimento.</p>
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		<title>Nova lei reestrutura carreiras federais e prevê criação de mais de 24 mil vagas no Executivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 14:49:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
		<category><![CDATA[Executivo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[MGI]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal sancionou uma nova legislação que promove uma ampla reformulação nas carreiras do Poder Executivo, com impacto direto sobre centenas de milhares de servidores públicos. Entre as principais medidas está a autorização para criação de mais de 24 mil cargos efetivos, com foco especialmente na expansão da educação federal e no fortalecimento de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal sancionou uma nova legislação que promove uma ampla reformulação nas carreiras do Poder Executivo, com impacto direto sobre centenas de milhares de servidores públicos. Entre as principais medidas está a autorização para criação de mais de 24 mil cargos efetivos, com foco especialmente na expansão da educação federal e no fortalecimento de áreas consideradas estratégicas.</p>
<p>A iniciativa consolida diferentes propostas legislativas em um único marco normativo, reunindo mudanças estruturais na organização do funcionalismo público. A reformulação alcança mais de 200 mil servidores, entre ativos e aposentados, e busca reduzir distorções entre carreiras, além de tornar a administração mais eficiente e alinhada às demandas atuais do Estado.</p>
<p>Um dos principais eixos da nova lei é o reforço no setor educacional. O texto autoriza a criação de milhares de vagas para professores e técnicos administrativos em universidades e institutos federais, com provimento gradual ao longo dos próximos anos. A medida acompanha a expansão da rede de ensino e a necessidade de recomposição do quadro funcional nessas instituições.</p>
<p>Além disso, a legislação institui uma nova carreira transversal no serviço público federal, voltada ao suporte técnico e administrativo das políticas públicas. Essa mudança unifica dezenas de cargos antes dispersos em diferentes estruturas, permitindo maior mobilidade de servidores entre órgãos e uma gestão mais integrada das equipes.</p>
<p>O texto também prevê a criação de cargos em órgãos estratégicos, como na área de vigilância sanitária e em funções ligadas ao desenvolvimento socioeconômico e à justiça. Paralelamente, há a reestruturação de carreiras já existentes, com ajustes salariais, novas regras de progressão e mecanismos de valorização profissional.</p>
<p>Outro ponto relevante é a reorganização administrativa, que inclui a transformação de cargos vagos em novas posições efetivas, sem aumento imediato de despesas em alguns casos. A proposta também introduz gratificações específicas para atividades técnicas e administrativas, além de iniciativas voltadas à qualificação e ao reconhecimento de competências dos servidores.</p>
<p>Com impacto orçamentário previsto na casa dos bilhões de reais nos próximos anos, a implementação das medidas será gradual e condicionada à realização de concursos públicos e à expansão de estruturas, como novas unidades de ensino.</p>
<p>A nova legislação integra um conjunto de ações iniciadas pelo governo desde 2023 com o objetivo de modernizar a administração pública federal, fortalecer a capacidade do Estado e ampliar a oferta de serviços à população por meio de um quadro funcional mais estruturado e qualificado.</p>
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		<title>Prévia da inflação desacelera para 0,44% em março, com pressão dos alimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 15:32:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prévia da Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[A prévia da inflação oficial no Brasil registrou alta de 0,44% em março, segundo dados divulgados pelo IBGE. O resultado representa uma desaceleração em relação a fevereiro, quando o índice havia alcançado 0,84%. Apesar da redução no ritmo geral, o principal fator de pressão sobre os preços no período foi o grupo de alimentação e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prévia da inflação oficial no Brasil registrou alta de 0,44% em março, segundo dados divulgados pelo IBGE. O resultado representa uma desaceleração em relação a fevereiro, quando o índice havia alcançado 0,84%.</p>
<p>Apesar da redução no ritmo geral, o principal fator de pressão sobre os preços no período foi o grupo de alimentação e bebidas, que apresentou elevação de 0,88%, exercendo o maior impacto no indicador mensal.</p>
<p>No acumulado de 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) atingiu 3,9%, mantendo-se dentro da meta estabelecida pelo governo federal, que prevê tolerância de até 4,5% ao ano.</p>
<p>Entre os itens que mais contribuíram para a alta dos alimentos, destacam-se produtos básicos do consumo diário. O açaí apresentou aumento expressivo de 29,95%, seguido pelo feijão-carioca (19,69%), ovo de galinha (7,54%), leite longa vida (4,46%) e carnes (1,45%).</p>
<p>Dentro desse grupo, a alimentação no domicílio teve avanço de 1,10%, indicando maior impacto direto no orçamento das famílias. Já a alimentação fora de casa registrou alta mais moderada, de 0,35%, com desaceleração em relação ao mês anterior.</p>
<p>Além dos alimentos, o grupo de despesas pessoais também influenciou o resultado, com variação de 0,82%. Outros segmentos, como saúde, habitação e transportes, apresentaram aumentos mais moderados, contribuindo de forma complementar para o índice.</p>
<p>No setor de transportes, o destaque foi a elevação das passagens aéreas, que subiram 5,94% e tiveram o maior impacto individual entre os itens analisados. Em contrapartida, os combustíveis apresentaram leve queda média de 0,03%, com recuos nos preços da gasolina e do etanol, enquanto o diesel registrou alta.</p>
<p>O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação oficial do país e segue metodologia semelhante à do IPCA, com a diferença de ser calculado com base em um período antecipado de coleta de preços. O indicador serve como referência para acompanhar a tendência inflacionária antes do fechamento do índice mensal completo.</p>
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		<title>Governo mobiliza plantão nacional para conter alta irregular nos combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 01:03:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[MJSP]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Procons]]></category>
		<category><![CDATA[Senacon]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) anunciou a realização de plantões especiais para dar suporte aos órgãos de defesa do consumidor em todo o país, em meio à intensificação das fiscalizações sobre possíveis aumentos indevidos nos preços dos combustíveis. A iniciativa tem como foco auxiliar os Procons estaduais e municipais na condução das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) anunciou a realização de plantões especiais para dar suporte aos órgãos de defesa do consumidor em todo o país, em meio à intensificação das fiscalizações sobre possíveis aumentos indevidos nos preços dos combustíveis. A iniciativa tem como foco auxiliar os Procons estaduais e municipais na condução das inspeções e na aplicação de medidas contra práticas consideradas abusivas.</p>
<p>A primeira rodada de atendimento está prevista para ocorrer nesta semana, com coordenação da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), que também prepara um conjunto de orientações padronizadas em formato de perguntas e respostas. O material será distribuído para uniformizar procedimentos e garantir maior segurança jurídica nas autuações realizadas pelos órgãos locais.</p>
<p>De acordo com o secretário nacional do consumidor, Ricardo Morishita Wada, a estratégia busca alinhar a atuação dos Procons em todo o território nacional, sem interferir na autonomia dos estados e municípios. A proposta inclui, por exemplo, a definição de prazos para aplicação de penalidades após a notificação de estabelecimentos, com o objetivo de tornar as ações mais eficazes e consistentes.</p>
<p>Além dos postos de combustíveis, a fiscalização também deve alcançar distribuidoras e refinarias, com a formação de grupos técnicos integrados por representantes de diferentes esferas de governo. A articulação faz parte de um esforço mais amplo para monitorar toda a cadeia de comercialização e identificar eventuais irregularidades.</p>
<p>Em reunião realizada com cerca de 200 unidades de Procon de diversas regiões do país, foi observada uma possível redução nas práticas abusivas, embora não tenham sido divulgados dados consolidados sobre a variação de preços.</p>
<p>As ações ocorrem em um cenário de preocupação com aumentos expressivos nos valores cobrados nas bombas. Segundo o Ministério da Justiça, há casos em que o preço do diesel teria sido elevado em até 300% em determinados estabelecimentos, sem justificativa baseada em custos, o que pode caracterizar infração ao Código de Defesa do Consumidor.</p>
<p>A legislação brasileira permite a livre formação de preços, mas proíbe reajustes sem fundamentação econômica. O entendimento do governo é que aumentos que ampliem a margem de lucro sem relação direta com custos configuram prática abusiva e estão sujeitos a sanções administrativas.</p>
<p>Desde o início da operação nacional, equipes de fiscalização já percorreram 179 municípios em 25 estados, com inspeções em mais de mil postos de combustíveis. A expectativa é de que as ações avancem para regiões do interior nos próximos dias, ampliando o alcance das investigações.</p>
<p>A mobilização ganhou força após a escalada de tensões internacionais envolvendo países produtores de petróleo, fator que impactou o mercado global e levantou suspeitas de repasses indevidos ao consumidor final no Brasil.</p>
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