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	<title>Economia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Economia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil reage a novas restrições da União Europeia ao aço e pede medidas compensatórias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 21:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aço]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro manifestou preocupação com a decisão da União Europeia de endurecer as restrições às importações de aço e cobrou a adoção de mecanismos de compensação para minimizar os impactos sobre a indústria siderúrgica nacional. A posição foi apresentada durante reunião do Comitê Conjunto do Acordo de Associação entre o Mercosul e a União [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro manifestou preocupação com a decisão da União Europeia de endurecer as restrições às importações de aço e cobrou a adoção de mecanismos de compensação para minimizar os impactos sobre a indústria siderúrgica nacional. A posição foi apresentada durante reunião do Comitê Conjunto do Acordo de Associação entre o Mercosul e a União Europeia, realizada em Brasília.</p>
<p>Segundo o Ministério das Relações Exteriores, as novas medidas adotadas pelo bloco europeu reduzem o acesso do aço brasileiro ao mercado europeu e criam dificuldades adicionais para um setor considerado estratégico para a economia nacional. O governo argumenta que as restrições afetam diretamente a competitividade das empresas brasileiras e contrariam o espírito de fortalecimento das relações comerciais entre os dois parceiros.</p>
<p>Durante o encontro, representantes brasileiros defenderam que a União Europeia apresente alternativas capazes de compensar os efeitos das limitações impostas às exportações. A avaliação é de que qualquer ampliação das barreiras comerciais precisa ser acompanhada de medidas que preservem o equilíbrio das relações econômicas e garantam previsibilidade aos produtores.</p>
<p>Além da questão envolvendo o aço, a reunião também abordou o andamento do Acordo de Associação entre Mercosul e União Europeia. O Brasil reiterou a importância da conclusão do processo de ratificação do tratado, considerado fundamental para ampliar o comércio, estimular investimentos e fortalecer a integração econômica entre os dois blocos.</p>
<p>O governo brasileiro destacou ainda que o setor siderúrgico nacional mantém elevada capacidade produtiva e desempenha papel relevante na geração de empregos, na cadeia industrial e nas exportações do país. Por isso, avalia que medidas restritivas adotadas por parceiros comerciais podem comprometer a competitividade da indústria e reduzir oportunidades de negócios no mercado internacional.</p>
<p>As autoridades brasileiras afirmaram que continuarão dialogando com a União Europeia em busca de uma solução negociada que preserve os interesses de ambas as partes. A expectativa é de que as discussões avancem nos próximos meses, tanto em relação às restrições impostas ao aço quanto à implementação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, considerado um dos mais importantes em negociação pelo bloco sul-americano.</p>
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		<title>Desemprego cai para 5,6% e Brasil registra melhor resultado da série histórica para o período</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-cai-para-56-e-brasil-registra-melhor-resultado-da-serie-historica-para-o-periodo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:46:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado de trabalho brasileiro voltou a apresentar sinais de fortalecimento. A taxa de desemprego ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio, o menor índice já registrado para esse período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de trabalho brasileiro voltou a apresentar sinais de fortalecimento. A taxa de desemprego ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio, o menor índice já registrado para esse período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa nova queda em relação ao trimestre encerrado em fevereiro, quando a taxa era de 5,8%, e também melhora na comparação com os 6,2% registrados no mesmo período de 2025.</p>
<p>Os dados mostram que o número de brasileiros em busca de trabalho continua diminuindo. A população desocupada foi estimada em aproximadamente 6,1 milhões de pessoas, uma redução de cerca de 9,3% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Ao mesmo tempo, o país registrou aumento na quantidade de pessoas empregadas, que chegou a 102,7 milhões de trabalhadores, reforçando a tendência de expansão do mercado de trabalho.</p>
<p>Outro indicador positivo divulgado pelo IBGE foi o rendimento médio real habitual dos trabalhadores, que permaneceu em R$ 3.726. O valor representa estabilidade em relação ao trimestre anterior e crescimento de 4% na comparação com igual período de 2025, já descontados os efeitos da inflação.</p>
<p>A pesquisa também aponta estabilidade entre os trabalhadores com carteira assinada no setor privado. O contingente chegou a 39,3 milhões de pessoas, enquanto o número de empregados sem carteira permaneceu em torno de 13,4 milhões. Os trabalhadores por conta própria também mantiveram estabilidade, totalizando cerca de 26 milhões de brasileiros.</p>
<p>A informalidade apresentou nova redução. Segundo o levantamento, 37,3% da população ocupada trabalhava em atividades informais no trimestre encerrado em maio, índice inferior aos 37,5% registrados no trimestre anterior e aos 37,8% observados um ano antes. A queda indica avanço gradual da formalização do mercado de trabalho brasileiro.</p>
<p>Outro dado que reforça a melhora nas condições do emprego foi a redução da taxa composta de subutilização da força de trabalho, indicador que reúne desempregados, pessoas que trabalham menos horas do que gostariam e trabalhadores desalentados. O percentual caiu para 13,3%, mantendo a trajetória de redução observada ao longo dos últimos levantamentos.</p>
<p>Os resultados divulgados pelo IBGE confirmam uma sequência de indicadores positivos para o mercado de trabalho brasileiro ao longo dos últimos meses. Após encerrar 2025 com a menor taxa média anual de desemprego da série histórica, o país segue registrando novos recordes de ocupação e redução da desocupação em 2026.</p>
<p>Embora os indicadores demonstrem um cenário mais favorável para o emprego, economistas continuam acompanhando fatores como inflação, taxa de juros, ritmo da atividade econômica e investimentos, que poderão influenciar o comportamento do mercado de trabalho nos próximos meses. A expectativa é que a continuidade do crescimento econômico contribua para manter a geração de vagas e a recuperação da renda dos trabalhadores.</p>
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		<title>Inflação desacelera em junho, mas alimentos e energia mantêm pressão sobre o bolso dos brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 14:35:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[prévia]]></category>
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					<description><![CDATA[A prévia da inflação brasileira apresentou desaceleração em junho, indicando uma redução no ritmo de crescimento dos preços ao consumidor. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 0,41% no mês, resultado inferior aos verificados em maio, quando ficou em 0,62%, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prévia da inflação brasileira apresentou desaceleração em junho, indicando uma redução no ritmo de crescimento dos preços ao consumidor. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 0,41% no mês, resultado inferior aos verificados em maio, quando ficou em 0,62%, e em abril, que havia alcançado 0,89%.</p>
<p>Apesar da perda de força na comparação mensal, o acumulado dos últimos 12 meses chegou a 4,8%, acima dos 4,64% observados no levantamento anterior. O indicador funciona como uma prévia da inflação oficial do país e serve como termômetro para acompanhar a evolução dos preços antes da divulgação do IPCA consolidado.</p>
<p>O resultado divulgado pelo IBGE ficou acima da expectativa de parte do mercado financeiro. De acordo com projeções reunidas pelo Banco Central no Boletim Focus, a mediana das estimativas apontava para uma inflação de 0,32% em junho.</p>
<p>Entre os nove grupos de produtos e serviços analisados pela pesquisa, alimentação e habitação foram os que mais influenciaram o resultado do mês. Juntos, responderam por aproximadamente dois terços da variação total registrada pelo índice.</p>
<p>O grupo de alimentação e bebidas apresentou avanço de 0,74%, exercendo o maior impacto individual sobre a inflação de junho. Embora os preços continuem em alta, o ritmo de crescimento foi menor do que o registrado em maio, quando a alimentação no domicílio havia subido 1,73%. Em junho, essa mesma categoria avançou 0,87%.</p>
<p>Os maiores aumentos foram observados em produtos básicos da mesa dos brasileiros. A batata-inglesa liderou as altas, com elevação de 29,42%. Na sequência aparecem o tomate, que ficou 17,27% mais caro, o feijão-carioca, com aumento de 14,29%, e a cebola, que registrou alta de 9,54%.</p>
<p>O levantamento mostra ainda que alguns alimentos acumularam valorizações expressivas ao longo do primeiro semestre. O tomate apresentou aumento superior a 103% no período, seguido pela cenoura, que avançou 103,10%, e pela batata-inglesa, com alta acumulada de 100,20%. Segundo especialistas, fatores climáticos têm exercido influência direta sobre os custos desses produtos agrícolas.</p>
<p>Outro fator de destaque no índice de junho foi a elevação das despesas com habitação. O grupo registrou alta de 0,72%, impulsionado principalmente pelo aumento da energia elétrica residencial, que subiu 2,04% no mês e representou o maior impacto individual entre todos os itens pesquisados.</p>
<p>A principal explicação para esse avanço está na adoção da bandeira tarifária amarela, que acrescenta cobrança extra nas contas de energia elétrica. A medida foi aplicada diante da previsão de chuvas abaixo da média e do aumento esperado no consumo de eletricidade em diversas regiões do país.</p>
<p>O cenário climático também influencia diretamente os custos de geração de energia. Com menor volume de água nos reservatórios das hidrelétricas, cresce a necessidade de acionamento de usinas termelétricas, cuja operação possui custo mais elevado.</p>
<p>Além da bandeira tarifária, reajustes autorizados para distribuidoras que atuam em cidades como Belo Horizonte, Recife, Fortaleza e Salvador também contribuíram para elevar o custo médio da eletricidade no país.</p>
<p>No setor de transportes, o comportamento dos preços foi mais equilibrado. Enquanto as passagens aéreas registraram aumento de 7,24%, os combustíveis apresentaram recuo médio de 1,22%, ajudando a conter uma pressão inflacionária maior.</p>
<p>O etanol foi o combustível que apresentou a maior redução no período, com queda de 5,30%. A gasolina ficou 0,73% mais barata, enquanto o óleo diesel registrou retração de 1,47%. Esses recuos tiveram influência positiva sobre o resultado geral da inflação.</p>
<p>O IPCA-15 utiliza metodologia semelhante à do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado o indicador oficial da inflação brasileira e referência para a política de metas do governo federal. Atualmente, a meta central de inflação é de 3% ao ano, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>A principal diferença entre os dois indicadores está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica da pesquisa. No caso do IPCA-15 divulgado agora, os dados foram levantados entre os dias 16 de maio e 16 de junho.</p>
<p>A pesquisa considera famílias com renda mensal entre um e 40 salários mínimos e acompanha a variação dos preços em diversas regiões metropolitanas do país, além de Brasília e Goiânia.</p>
<p>O resultado definitivo da inflação oficial de junho será conhecido no próximo dia 10 de julho, quando o IBGE divulgará o IPCA completo, indicador que serve de referência para decisões econômicas, projeções de mercado e definição da política monetária brasileira.</p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro aumenta previsão para inflação e mantém expectativa de juros em 14% ao ano</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-financeiro-aumenta-previsao-para-inflacao-e-mantem-expectativa-de-juros-em-14-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:01:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central voltaram a elevar a expectativa para a inflação brasileira em 2026. Os dados constam no mais recente Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (22), que reúne semanalmente as projeções de bancos, corretoras, consultorias e demais agentes do mercado para os principais indicadores econômicos do país. Segundo o levantamento, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central voltaram a elevar a expectativa para a inflação brasileira em 2026. Os dados constam no mais recente Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (22), que reúne semanalmente as projeções de bancos, corretoras, consultorias e demais agentes do mercado para os principais indicadores econômicos do país.</p>
<p>Segundo o levantamento, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, passou de 5,24% para 5,31% neste ano. A nova projeção mantém o indicador acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), reforçando o cenário de cautela em relação ao comportamento dos preços nos próximos meses.</p>
<p>O movimento de alta nas previsões inflacionárias ocorre em meio às preocupações do mercado com a trajetória dos gastos públicos, a dinâmica do consumo interno e os efeitos da política monetária sobre a economia. O aumento das expectativas também é acompanhado de perto pelo Banco Central, que utiliza esses dados como uma das referências para suas decisões sobre a taxa básica de juros.</p>
<p>Para a taxa Selic, principal instrumento de controle da inflação no país, os analistas mantiveram a projeção de encerramento de 2026 em 14% ao ano. A estimativa indica que o mercado segue avaliando a necessidade de manutenção dos juros em patamar elevado para conter as pressões inflacionárias e garantir a convergência da inflação para a meta definida pelo governo.</p>
<p>Atualmente, a Selic permanece em um dos níveis mais altos dos últimos anos, refletindo a estratégia da autoridade monetária de preservar o controle dos preços diante de um cenário econômico que ainda inspira atenção.</p>
<p>Em relação ao crescimento econômico, as projeções permaneceram praticamente estáveis. O mercado financeiro estima que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro avance 2,3% em 2026. O resultado sinaliza expectativa de expansão moderada da atividade econômica, sustentada principalmente pelo consumo das famílias, pelos investimentos e pelo desempenho de setores como serviços e agronegócio.</p>
<p>No mercado cambial, os analistas mantiveram a previsão de que o dólar encerre o ano cotado a R$ 5,70. A estabilidade da estimativa reflete uma avaliação de que o cenário externo e os fundamentos da economia brasileira devem continuar exercendo influência equilibrada sobre a taxa de câmbio nos próximos meses.</p>
<p>O Boletim Focus é divulgado semanalmente pelo Banco Central e funciona como um termômetro das expectativas do mercado para a economia brasileira. O documento reúne projeções para inflação, juros, crescimento econômico, câmbio e outros indicadores considerados fundamentais para o acompanhamento da conjuntura nacional.</p>
<p>Embora as previsões não representem necessariamente os resultados que serão observados ao longo do ano, elas servem como referência para empresas, investidores e gestores públicos na elaboração de estratégias e na tomada de decisões econômicas.</p>
<p>A nova elevação da expectativa para a inflação reforça o cenário de atenção em relação à evolução dos preços no país. Ao mesmo tempo, a manutenção das projeções para juros, crescimento e câmbio indica que o mercado segue apostando em uma economia que continuará crescendo, mas ainda enfrentará desafios para manter a inflação dentro dos limites estabelecidos pela política monetária brasileira.</p>
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		<item>
		<title>Abono salarial libera novo lote para nascidos em julho e agosto nesta segunda-feira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/abono-salarial-libera-novo-lote-para-nascidos-em-julho-e-agosto-nesta-segunda-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 20:16:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Abono Salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIS/PASEP]]></category>
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					<description><![CDATA[Os trabalhadores nascidos nos meses de julho e agosto começam a receber nesta segunda-feira (15) uma nova parcela do abono salarial PIS/Pasep 2026. O pagamento integra o calendário estabelecido pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) e beneficia milhões de brasileiros que têm direito ao programa. Esta é a quinta etapa do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os trabalhadores nascidos nos meses de julho e agosto começam a receber nesta segunda-feira (15) uma nova parcela do abono salarial PIS/Pasep 2026. O pagamento integra o calendário estabelecido pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) e beneficia milhões de brasileiros que têm direito ao programa.</p>
<p>Esta é a quinta etapa do cronograma de pagamentos referente ao ano-base de 2024. O benefício é destinado tanto aos trabalhadores da iniciativa privada, por meio do Programa de Integração Social (PIS), quanto aos servidores públicos vinculados ao Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).</p>
<p>O valor do abono varia de acordo com o período trabalhado formalmente durante o ano de 2024. O cálculo é proporcional aos meses de atividade com carteira assinada ou vínculo público registrado, podendo chegar ao equivalente a um salário mínimo integral para quem exerceu atividade remunerada durante os 12 meses do ano-base. Em 2026, o benefício pode alcançar R$ 1.621 para os trabalhadores que atendem aos requisitos e possuem direito ao valor máximo.</p>
<p>Para receber o abono salarial, é necessário estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, ter trabalhado formalmente por no mínimo 30 dias em 2024, possuir remuneração média de até dois salários mínimos durante o período e ter os dados corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) ou no eSocial.</p>
<p>Os pagamentos seguem um calendário escalonado definido conforme o mês de nascimento dos beneficiários. Após a liberação para os nascidos em julho e agosto, os próximos depósitos serão destinados aos trabalhadores que fazem aniversário em setembro e outubro, previstos para julho. Já os nascidos em novembro e dezembro receberão a partir de agosto.</p>
<p>No caso dos trabalhadores da iniciativa privada, os recursos são pagos pela Caixa Econômica Federal. Para quem possui conta na instituição, o crédito pode ser realizado automaticamente. Já os servidores públicos recebem o benefício por meio do Banco do Brasil, responsável pela administração do Pasep.</p>
<p>O calendário de 2026 começou em fevereiro e seguirá até agosto, enquanto o prazo para saque dos valores permanecerá aberto até o final do ano. Quem não retirar o benefício dentro do período estabelecido perderá o acesso ao pagamento, sendo necessário aguardar novos procedimentos definidos pelo governo federal.</p>
<p>Segundo estimativas do Ministério do Trabalho e Emprego, o abono salarial continua sendo um dos principais programas de transferência de renda vinculados ao mercado formal de trabalho, beneficiando milhões de trabalhadores brasileiros todos os anos e contribuindo para complementar o orçamento de famílias em diferentes regiões do país.</p>
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		<item>
		<title>China reconhece todo o Brasil como área livre de febre aftosa e amplia perspectivas para exportações</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/china-reconhece-todo-o-brasil-como-area-livre-de-febre-aftosa-e-amplia-perspectivas-para-exportacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 17:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Aftosa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[país livre]]></category>
		<category><![CDATA[Reconhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo da China reconheceu oficialmente todo o território brasileiro como área livre de febre aftosa sem vacinação, medida considerada estratégica para o agronegócio nacional e que deve ampliar oportunidades comerciais para a pecuária brasileira. A decisão foi anunciada nesta terça-feira (2) e encerra um processo de negociações que se estendeu por anos entre os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo da China reconheceu oficialmente todo o território brasileiro como área livre de febre aftosa sem vacinação, medida considerada estratégica para o agronegócio nacional e que deve ampliar oportunidades comerciais para a pecuária brasileira. A decisão foi anunciada nesta terça-feira (2) e encerra um processo de negociações que se estendeu por anos entre os dois países.</p>
<p>Com o novo reconhecimento, autoridades chinesas revogaram normas sanitárias adotadas ao longo das últimas décadas que restringiam o tratamento uniforme do território brasileiro em relação à doença. Até então, apenas determinadas regiões e estados possuíam reconhecimento específico por parte da China, o que limitava algumas operações comerciais envolvendo produtos de origem animal.</p>
<p>A conquista ocorre cerca de um ano após o Ministério da Agricultura e Pecuária solicitar formalmente às autoridades chinesas o reconhecimento do Brasil como país livre de febre aftosa sem vacinação. O pedido foi apresentado logo após a certificação internacional concedida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que reconheceu oficialmente o novo status sanitário brasileiro em 2025.</p>
<p>O status de livre da doença sem vacinação é considerado um dos mais elevados padrões sanitários internacionais para a pecuária. A classificação indica que o país conseguiu eliminar a circulação do vírus da febre aftosa e manter mecanismos de vigilância capazes de prevenir novos focos da enfermidade sem a necessidade de campanhas regulares de imunização.</p>
<p>A expectativa do setor agropecuário é que a decisão facilite a ampliação das exportações para o mercado chinês, especialmente de produtos que exigem certificações sanitárias mais rigorosas. Entre os segmentos que podem ser beneficiados estão a carne bovina com osso, miudezas bovinas e determinados produtos da cadeia suinícola que ainda enfrentavam limitações comerciais.</p>
<p>A China é atualmente o principal destino das exportações brasileiras de carne bovina e um dos maiores parceiros comerciais do agronegócio nacional. O reconhecimento sanitário tende a fortalecer ainda mais essa relação e pode abrir espaço para novas negociações envolvendo produtos de maior valor agregado.</p>
<p>O anúncio foi feito às vésperas de compromissos diplomáticos do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, em Pequim. A medida é vista pelo governo brasileiro como resultado de um longo trabalho conjunto entre autoridades sanitárias, produtores rurais, governos estaduais e órgãos federais responsáveis pela defesa agropecuária.</p>
<p>Para o setor produtivo, o reconhecimento representa mais um passo na consolidação do Brasil entre os países com os mais altos padrões de controle sanitário animal do mundo. A certificação internacional obtida em 2025 e agora validada pela China reforça a imagem do país como fornecedor confiável de proteína animal para mercados cada vez mais exigentes.</p>
<p>A expectativa do governo e das entidades do agronegócio é que a decisão contribua para ampliar a competitividade da carne brasileira no exterior, fortalecer a presença do país no mercado asiático e impulsionar novos investimentos na cadeia pecuária nacional.</p>
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		<item>
		<title>Lula determina avaliação de possíveis impactos de medidas dos EUA sobre empresas e bancos brasileiros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-determina-avaliacao-de-possiveis-impactos-de-medidas-dos-eua-sobre-empresas-e-bancos-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:15:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, uma análise detalhada sobre os possíveis efeitos econômicos da decisão do governo dos Estados Unidos de enquadrar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. A preocupação do Palácio do Planalto é evitar que empresas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, uma análise detalhada sobre os possíveis efeitos econômicos da decisão do governo dos Estados Unidos de enquadrar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. A preocupação do Palácio do Planalto é evitar que empresas e instituições financeiras brasileiras sejam atingidas por eventuais restrições decorrentes da medida adotada por Washington.</p>
<p>O assunto foi discutido durante reunião realizada nesta segunda-feira (1º) no Palácio da Alvorada. Após o encontro, Durigan afirmou que a equipe econômica está reunindo informações para compreender os possíveis desdobramentos da decisão americana e avaliar eventuais reflexos sobre a atividade econômica nacional.</p>
<p>Segundo o ministro, uma das principais preocupações do governo brasileiro está relacionada ao impacto que decisões externas podem provocar sobre a soberania econômica do país e sobre a estabilidade das instituições financeiras. A avaliação é de que interpretações amplas ou medidas adotadas de forma unilateral possam gerar consequências para setores que não possuem qualquer relação com atividades criminosas.</p>
<p>Durigan destacou que o combate ao crime organizado continuará sendo uma prioridade do governo brasileiro, mas ressaltou a necessidade de evitar efeitos colaterais que possam atingir empresas, trabalhadores e o sistema financeiro nacional. Durante conversa com jornalistas, o ministro afirmou que o objetivo é impedir prejuízos que não estejam fundamentados em situações concretas.</p>
<p>A estratégia do Ministério da Fazenda inclui o monitoramento das próximas ações do governo dos Estados Unidos e o diálogo com representantes do setor produtivo. De acordo com Durigan, a pasta já mantém contatos com empresários de diferentes segmentos da economia para identificar possíveis vulnerabilidades e compreender as preocupações existentes no mercado.</p>
<p>O ministro também informou que pretende discutir o tema com autoridades americanas assim que o governo brasileiro concluir sua análise técnica. Embora não exista reunião marcada no momento com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, Durigan afirmou que mantém canais de comunicação abertos e pretende levar a posição oficial do Brasil quando houver um diagnóstico consolidado.</p>
<p>Além da questão envolvendo as facções criminosas, o encontro entre Lula e Durigan tratou de temas ligados à economia brasileira e à agenda internacional de investimentos. O ministro apresentou ao presidente informações sobre o desempenho recente da atividade econômica e detalhou compromissos previstos para uma viagem à China e ao Japão ainda neste mês.</p>
<p>Durante a missão internacional, a equipe econômica pretende promover o programa Eco Invest Brasil, iniciativa voltada à atração de recursos estrangeiros para projetos sustentáveis. O governo também busca ampliar a cooperação econômica com parceiros asiáticos e fortalecer a presença do país em debates relacionados ao financiamento do desenvolvimento e da transição ecológica.</p>
<p>A movimentação ocorre em um momento de atenção nas relações entre Brasil e Estados Unidos, especialmente diante de medidas recentes adotadas pela administração do presidente Donald Trump. O governo brasileiro acompanha os desdobramentos da decisão americana para evitar impactos sobre investimentos, empregos e operações financeiras realizadas por empresas nacionais.</p>
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		<title>Procuradoria da Fazenda Nacional assume cobrança de dívidas do FGTS e centraliza serviços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:29:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida Ativa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde 1º de junho, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) passou a ser responsável pela administração e cobrança dos débitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) inscritos em dívida ativa. A mudança encerra o modelo de gestão compartilhada que existia entre a procuradoria e a Caixa Econômica Federal, concentrando os serviços em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 1º de junho, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) passou a ser responsável pela administração e cobrança dos débitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) inscritos em dívida ativa. A mudança encerra o modelo de gestão compartilhada que existia entre a procuradoria e a Caixa Econômica Federal, concentrando os serviços em uma única plataforma.</p>
<p>A transferência envolve aproximadamente R$ 66,8 bilhões em débitos, distribuídos em cerca de 500 mil inscrições na dívida ativa. O processo de migração dos dados começou neste mês e deve ser concluído até o final de junho.</p>
<p>Com a alteração, consultas, emissão de guias de pagamento, pedidos de parcelamento, renegociações e solicitações de revisão de débitos passam a ser realizados exclusivamente por meio do Portal Regularize, sistema eletrônico administrado pela PGFN.</p>
<p>A dívida ativa do FGTS é formada por valores que deveriam ter sido recolhidos pelos empregadores às contas dos trabalhadores, mas permaneceram em atraso sem pagamento ou parcelamento. Após determinado período de inadimplência, esses débitos são inscritos na dívida ativa e passam a ser objeto de cobrança administrativa e judicial.</p>
<p>Segundo a PGFN, a centralização do sistema pretende tornar mais rápida a regularização das pendências e aumentar a recuperação de recursos destinados aos trabalhadores. Os valores recuperados são direcionados diretamente às contas vinculadas do FGTS dos beneficiários.</p>
<p>A Caixa Econômica Federal continuará responsável por alguns serviços relacionados ao fundo. Permanecem sob gestão do banco os parcelamentos já formalizados, os débitos que ainda não foram inscritos em dívida ativa, a emissão do Certificado de Regularidade do FGTS (CRF) e outros serviços tradicionais do sistema.</p>
<p>A procuradoria informou ainda que prepara para julho um edital de transação voltado especificamente para os débitos do FGTS. A expectativa é oferecer condições facilitadas de regularização, incluindo possíveis reduções em juros, multas e encargos para empregadores que desejarem quitar ou renegociar suas pendências.</p>
<p>De acordo com a PGFN, a medida também busca modernizar o atendimento e reduzir o tempo necessário para a resolução dos processos. A instituição avalia que a utilização de uma plataforma única permitirá maior eficiência na cobrança e no acompanhamento das dívidas.</p>
<p>O FGTS é um dos principais mecanismos de proteção ao trabalhador brasileiro. Os recursos depositados pelos empregadores podem ser utilizados em situações previstas em lei, como demissão sem justa causa, aquisição da casa própria, aposentadoria e outras modalidades de saque autorizadas pelo governo federal. Parte dos recursos do fundo também financia programas de habitação, saneamento e infraestrutura em todo o país.</p>
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		<title>Fim da escala 6&#215;1 aprofunda disputa entre sindicatos e setor empresarial no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 18:27:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[jornada de trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[A aprovação do fim da escala 6&#215;1 pela Câmara dos Deputados intensificou o embate entre representantes dos trabalhadores e entidades empresariais em todo o país. Enquanto centrais sindicais classificaram a medida como uma conquista histórica, setores da indústria e do agronegócio reagiram com críticas e alertas sobre possíveis impactos econômicos e aumento de custos para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A aprovação do fim da escala 6&#215;1 pela Câmara dos Deputados intensificou o embate entre representantes dos trabalhadores e entidades empresariais em todo o país. Enquanto centrais sindicais classificaram a medida como uma conquista histórica, setores da indústria e do agronegócio reagiram com críticas e alertas sobre possíveis impactos econômicos e aumento de custos para as empresas.</p>
<p>A proposta prevê mudanças na jornada de trabalho no Brasil, com redução gradual da carga semanal de 44 para 40 horas e adoção de dois dias de descanso remunerado por semana. Pelo acordo fechado entre governo federal e lideranças da Câmara, a transição começará em até 60 dias após a promulgação da proposta. Nesse período inicial, a jornada cairá para 42 horas semanais. A redução para 40 horas deverá ocorrer ao longo de 12 meses.</p>
<p>A Central Única dos Trabalhadores (CUT) comemorou o resultado da votação e afirmou que o avanço representa uma das principais reivindicações históricas do movimento sindical brasileiro. Em nota conjunta, CUT, Força Sindical e União Geral dos Trabalhadores defenderam que a nova jornada pode melhorar a qualidade de vida da população, ampliando o tempo dedicado à família, descanso, saúde, lazer e qualificação profissional.</p>
<p>As entidades sindicais também atribuíram a aprovação à mobilização popular e à pressão exercida por trabalhadores, sindicatos e movimentos sociais nos últimos meses. Após a votação, lideranças reforçaram a necessidade de manter articulação política para garantir a aprovação da proposta no Senado Federal.</p>
<p>Nas ruas, manifestações favoráveis ao fim da escala 6&#215;1 reuniram trabalhadores e movimentos sociais em diferentes cidades do país. Em São Paulo, um ato realizado na Avenida Paulista pediu a redução da jornada sem corte salarial e criticou modelos considerados exaustivos para os trabalhadores brasileiros.</p>
<p>Do outro lado, representantes do setor produtivo demonstraram forte resistência à proposta. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que a medida é “inadequada e inoportuna” e argumentou que a redução da jornada sem ganhos equivalentes de produtividade poderá elevar custos operacionais, pressionar preços e gerar impactos negativos sobre empregos e competitividade.</p>
<figure id="attachment_90922" aria-describedby="caption-attachment-90922" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-90922" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/28-Fim-da-escala-6x1-aprofunda-disputa-entre-sindicatos-e-setor-empresarial-no-Brasil-CNI-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C424&#038;ssl=1" alt="Fim Da Escala 6x1 Aprofunda Disputa Entre Sindicatos E Setor Empresarial No Brasil - CNI - Expresso Carioca" width="754" height="424" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/28-Fim-da-escala-6x1-aprofunda-disputa-entre-sindicatos-e-setor-empresarial-no-Brasil-CNI-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/28-Fim-da-escala-6x1-aprofunda-disputa-entre-sindicatos-e-setor-empresarial-no-Brasil-CNI-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/28-Fim-da-escala-6x1-aprofunda-disputa-entre-sindicatos-e-setor-empresarial-no-Brasil-CNI-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/28-Fim-da-escala-6x1-aprofunda-disputa-entre-sindicatos-e-setor-empresarial-no-Brasil-CNI-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C422&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-90922" class="wp-caption-text">Entidades como a CNI avaliam que a redução da jornada, sem transição adequada e sem ganhos de produtividade, pode elevar custos e pressionar preços &#8211; Foto: CNI/Divulgação</figcaption></figure>
<p>A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) também criticou a aprovação da proposta e afirmou que a votação foi influenciada pelo cenário eleitoral. A entidade sustenta que mudanças desse porte deveriam ocorrer por meio de negociações coletivas entre empresas e trabalhadores, e não por imposição constitucional uniforme.</p>
<p>O agronegócio também reagiu de forma negativa. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) estimou que a mudança poderá gerar impacto bilionário ao setor apenas no estado paranaense. Segundo a entidade, atividades agrícolas dependem de jornadas contínuas em períodos específicos de safra, o que exigiria contratação adicional de mão de obra ou pagamento elevado de horas extras.</p>
<p>O debate ganhou força nas redes sociais e em fóruns online. Em discussões no Reddit, usuários dividiram opiniões entre apoio à redução da jornada e preocupações sobre possíveis adaptações das empresas, como ampliação do uso de contratos PJ ou adoção de escalas alternativas, como a jornada 12&#215;36.</p>
<p>Estudos acadêmicos também passaram a analisar os efeitos econômicos da proposta. Uma nota técnica publicada neste ano apontou que mudanças mais amplas na jornada semanal exigiriam aumento de produtividade para evitar impactos sobre o Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem defendendo que a mudança seja construída por meio de diálogo entre governo, trabalhadores e empresários. Segundo o presidente, a intenção é encontrar um modelo que amplie direitos trabalhistas sem provocar prejuízos à economia. Agora, a proposta seguirá para análise no Senado Federal, onde o tema promete continuar dividindo opiniões entre parlamentares, sindicatos e representantes do setor empresarial.</p>
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		<title>Desemprego sobe para 5,8% no trimestre até abril, mas segue abaixo do índice registrado há um ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 14:33:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,8% no trimestre encerrado em abril de 2026, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice representa alta de 0,4 ponto percentual em comparação com o trimestre anterior, encerrado em janeiro, quando a taxa estava em 5,4%. Apesar da elevação recente, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,8% no trimestre encerrado em abril de 2026, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice representa alta de 0,4 ponto percentual em comparação com o trimestre anterior, encerrado em janeiro, quando a taxa estava em 5,4%.</p>
<p>Apesar da elevação recente, o resultado ainda mostra melhora em relação ao mesmo período do ano passado. No trimestre encerrado em abril de 2025, o desemprego atingia 6,6%, percentual superior ao registrado atualmente.</p>
<p>Os números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), levantamento utilizado pelo IBGE para acompanhar o comportamento do mercado de trabalho no país. Segundo o instituto, cerca de 6,3 milhões de brasileiros estavam desempregados no período analisado.</p>
<p>Na comparação com o trimestre anterior, houve crescimento de 8% no contingente de pessoas sem ocupação, o que representa aproximadamente 471 mil brasileiros a mais em busca de emprego. Em relação ao mesmo trimestre de 2025, porém, o número de desempregados caiu 11,3%, equivalente a 809 mil pessoas a menos fora do mercado de trabalho.</p>
<p>O levantamento também mostrou redução no nível de ocupação da população. O indicador, que mede a proporção de pessoas empregadas em idade de trabalhar, ficou em 58,4%, abaixo dos 58,7% registrados no trimestre anterior.</p>
<p>Mesmo com a oscilação na taxa de desemprego, o rendimento médio dos trabalhadores continuou em alta. O salário médio habitual alcançou R$ 3.732, mantendo o maior patamar da série histórica da pesquisa.</p>
<p>A taxa composta de subutilização da força de trabalho, que reúne desempregados, pessoas que trabalham menos horas do que gostariam e trabalhadores desalentados, permaneceu em 13,8%. O número ficou estável na comparação trimestral, mas apresentou queda de 1,7 ponto percentual em relação ao ano passado.</p>
<p>Segundo o IBGE, a população subutilizada foi estimada em 15,7 milhões de pessoas. O volume ficou praticamente estável frente ao trimestre anterior, mas registrou redução de 11,1% na comparação anual, o equivalente a cerca de 2 milhões de pessoas a menos nessa condição.</p>
<p>Analistas do mercado de trabalho apontam que o aumento do desemprego no início do ano costuma ocorrer por fatores sazonais, especialmente após o encerramento de contratos temporários em setores como comércio, educação e serviços. Ainda assim, os indicadores seguem próximos dos menores níveis já registrados pela série histórica iniciada em 2012.</p>
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