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	<title>Economia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Economia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>China reconhece todo o Brasil como área livre de febre aftosa e amplia perspectivas para exportações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 17:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo da China reconheceu oficialmente todo o território brasileiro como área livre de febre aftosa sem vacinação, medida considerada estratégica para o agronegócio nacional e que deve ampliar oportunidades comerciais para a pecuária brasileira. A decisão foi anunciada nesta terça-feira (2) e encerra um processo de negociações que se estendeu por anos entre os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo da China reconheceu oficialmente todo o território brasileiro como área livre de febre aftosa sem vacinação, medida considerada estratégica para o agronegócio nacional e que deve ampliar oportunidades comerciais para a pecuária brasileira. A decisão foi anunciada nesta terça-feira (2) e encerra um processo de negociações que se estendeu por anos entre os dois países.</p>
<p>Com o novo reconhecimento, autoridades chinesas revogaram normas sanitárias adotadas ao longo das últimas décadas que restringiam o tratamento uniforme do território brasileiro em relação à doença. Até então, apenas determinadas regiões e estados possuíam reconhecimento específico por parte da China, o que limitava algumas operações comerciais envolvendo produtos de origem animal.</p>
<p>A conquista ocorre cerca de um ano após o Ministério da Agricultura e Pecuária solicitar formalmente às autoridades chinesas o reconhecimento do Brasil como país livre de febre aftosa sem vacinação. O pedido foi apresentado logo após a certificação internacional concedida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que reconheceu oficialmente o novo status sanitário brasileiro em 2025.</p>
<p>O status de livre da doença sem vacinação é considerado um dos mais elevados padrões sanitários internacionais para a pecuária. A classificação indica que o país conseguiu eliminar a circulação do vírus da febre aftosa e manter mecanismos de vigilância capazes de prevenir novos focos da enfermidade sem a necessidade de campanhas regulares de imunização.</p>
<p>A expectativa do setor agropecuário é que a decisão facilite a ampliação das exportações para o mercado chinês, especialmente de produtos que exigem certificações sanitárias mais rigorosas. Entre os segmentos que podem ser beneficiados estão a carne bovina com osso, miudezas bovinas e determinados produtos da cadeia suinícola que ainda enfrentavam limitações comerciais.</p>
<p>A China é atualmente o principal destino das exportações brasileiras de carne bovina e um dos maiores parceiros comerciais do agronegócio nacional. O reconhecimento sanitário tende a fortalecer ainda mais essa relação e pode abrir espaço para novas negociações envolvendo produtos de maior valor agregado.</p>
<p>O anúncio foi feito às vésperas de compromissos diplomáticos do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, em Pequim. A medida é vista pelo governo brasileiro como resultado de um longo trabalho conjunto entre autoridades sanitárias, produtores rurais, governos estaduais e órgãos federais responsáveis pela defesa agropecuária.</p>
<p>Para o setor produtivo, o reconhecimento representa mais um passo na consolidação do Brasil entre os países com os mais altos padrões de controle sanitário animal do mundo. A certificação internacional obtida em 2025 e agora validada pela China reforça a imagem do país como fornecedor confiável de proteína animal para mercados cada vez mais exigentes.</p>
<p>A expectativa do governo e das entidades do agronegócio é que a decisão contribua para ampliar a competitividade da carne brasileira no exterior, fortalecer a presença do país no mercado asiático e impulsionar novos investimentos na cadeia pecuária nacional.</p>
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		<title>Lula determina avaliação de possíveis impactos de medidas dos EUA sobre empresas e bancos brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:15:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, uma análise detalhada sobre os possíveis efeitos econômicos da decisão do governo dos Estados Unidos de enquadrar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. A preocupação do Palácio do Planalto é evitar que empresas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, uma análise detalhada sobre os possíveis efeitos econômicos da decisão do governo dos Estados Unidos de enquadrar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. A preocupação do Palácio do Planalto é evitar que empresas e instituições financeiras brasileiras sejam atingidas por eventuais restrições decorrentes da medida adotada por Washington.</p>
<p>O assunto foi discutido durante reunião realizada nesta segunda-feira (1º) no Palácio da Alvorada. Após o encontro, Durigan afirmou que a equipe econômica está reunindo informações para compreender os possíveis desdobramentos da decisão americana e avaliar eventuais reflexos sobre a atividade econômica nacional.</p>
<p>Segundo o ministro, uma das principais preocupações do governo brasileiro está relacionada ao impacto que decisões externas podem provocar sobre a soberania econômica do país e sobre a estabilidade das instituições financeiras. A avaliação é de que interpretações amplas ou medidas adotadas de forma unilateral possam gerar consequências para setores que não possuem qualquer relação com atividades criminosas.</p>
<p>Durigan destacou que o combate ao crime organizado continuará sendo uma prioridade do governo brasileiro, mas ressaltou a necessidade de evitar efeitos colaterais que possam atingir empresas, trabalhadores e o sistema financeiro nacional. Durante conversa com jornalistas, o ministro afirmou que o objetivo é impedir prejuízos que não estejam fundamentados em situações concretas.</p>
<p>A estratégia do Ministério da Fazenda inclui o monitoramento das próximas ações do governo dos Estados Unidos e o diálogo com representantes do setor produtivo. De acordo com Durigan, a pasta já mantém contatos com empresários de diferentes segmentos da economia para identificar possíveis vulnerabilidades e compreender as preocupações existentes no mercado.</p>
<p>O ministro também informou que pretende discutir o tema com autoridades americanas assim que o governo brasileiro concluir sua análise técnica. Embora não exista reunião marcada no momento com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, Durigan afirmou que mantém canais de comunicação abertos e pretende levar a posição oficial do Brasil quando houver um diagnóstico consolidado.</p>
<p>Além da questão envolvendo as facções criminosas, o encontro entre Lula e Durigan tratou de temas ligados à economia brasileira e à agenda internacional de investimentos. O ministro apresentou ao presidente informações sobre o desempenho recente da atividade econômica e detalhou compromissos previstos para uma viagem à China e ao Japão ainda neste mês.</p>
<p>Durante a missão internacional, a equipe econômica pretende promover o programa Eco Invest Brasil, iniciativa voltada à atração de recursos estrangeiros para projetos sustentáveis. O governo também busca ampliar a cooperação econômica com parceiros asiáticos e fortalecer a presença do país em debates relacionados ao financiamento do desenvolvimento e da transição ecológica.</p>
<p>A movimentação ocorre em um momento de atenção nas relações entre Brasil e Estados Unidos, especialmente diante de medidas recentes adotadas pela administração do presidente Donald Trump. O governo brasileiro acompanha os desdobramentos da decisão americana para evitar impactos sobre investimentos, empregos e operações financeiras realizadas por empresas nacionais.</p>
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		<title>Procuradoria da Fazenda Nacional assume cobrança de dívidas do FGTS e centraliza serviços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:29:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida Ativa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde 1º de junho, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) passou a ser responsável pela administração e cobrança dos débitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) inscritos em dívida ativa. A mudança encerra o modelo de gestão compartilhada que existia entre a procuradoria e a Caixa Econômica Federal, concentrando os serviços em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 1º de junho, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) passou a ser responsável pela administração e cobrança dos débitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) inscritos em dívida ativa. A mudança encerra o modelo de gestão compartilhada que existia entre a procuradoria e a Caixa Econômica Federal, concentrando os serviços em uma única plataforma.</p>
<p>A transferência envolve aproximadamente R$ 66,8 bilhões em débitos, distribuídos em cerca de 500 mil inscrições na dívida ativa. O processo de migração dos dados começou neste mês e deve ser concluído até o final de junho.</p>
<p>Com a alteração, consultas, emissão de guias de pagamento, pedidos de parcelamento, renegociações e solicitações de revisão de débitos passam a ser realizados exclusivamente por meio do Portal Regularize, sistema eletrônico administrado pela PGFN.</p>
<p>A dívida ativa do FGTS é formada por valores que deveriam ter sido recolhidos pelos empregadores às contas dos trabalhadores, mas permaneceram em atraso sem pagamento ou parcelamento. Após determinado período de inadimplência, esses débitos são inscritos na dívida ativa e passam a ser objeto de cobrança administrativa e judicial.</p>
<p>Segundo a PGFN, a centralização do sistema pretende tornar mais rápida a regularização das pendências e aumentar a recuperação de recursos destinados aos trabalhadores. Os valores recuperados são direcionados diretamente às contas vinculadas do FGTS dos beneficiários.</p>
<p>A Caixa Econômica Federal continuará responsável por alguns serviços relacionados ao fundo. Permanecem sob gestão do banco os parcelamentos já formalizados, os débitos que ainda não foram inscritos em dívida ativa, a emissão do Certificado de Regularidade do FGTS (CRF) e outros serviços tradicionais do sistema.</p>
<p>A procuradoria informou ainda que prepara para julho um edital de transação voltado especificamente para os débitos do FGTS. A expectativa é oferecer condições facilitadas de regularização, incluindo possíveis reduções em juros, multas e encargos para empregadores que desejarem quitar ou renegociar suas pendências.</p>
<p>De acordo com a PGFN, a medida também busca modernizar o atendimento e reduzir o tempo necessário para a resolução dos processos. A instituição avalia que a utilização de uma plataforma única permitirá maior eficiência na cobrança e no acompanhamento das dívidas.</p>
<p>O FGTS é um dos principais mecanismos de proteção ao trabalhador brasileiro. Os recursos depositados pelos empregadores podem ser utilizados em situações previstas em lei, como demissão sem justa causa, aquisição da casa própria, aposentadoria e outras modalidades de saque autorizadas pelo governo federal. Parte dos recursos do fundo também financia programas de habitação, saneamento e infraestrutura em todo o país.</p>
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		<title>Fim da escala 6&#215;1 aprofunda disputa entre sindicatos e setor empresarial no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 18:27:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[A aprovação do fim da escala 6&#215;1 pela Câmara dos Deputados intensificou o embate entre representantes dos trabalhadores e entidades empresariais em todo o país. Enquanto centrais sindicais classificaram a medida como uma conquista histórica, setores da indústria e do agronegócio reagiram com críticas e alertas sobre possíveis impactos econômicos e aumento de custos para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A aprovação do fim da escala 6&#215;1 pela Câmara dos Deputados intensificou o embate entre representantes dos trabalhadores e entidades empresariais em todo o país. Enquanto centrais sindicais classificaram a medida como uma conquista histórica, setores da indústria e do agronegócio reagiram com críticas e alertas sobre possíveis impactos econômicos e aumento de custos para as empresas.</p>
<p>A proposta prevê mudanças na jornada de trabalho no Brasil, com redução gradual da carga semanal de 44 para 40 horas e adoção de dois dias de descanso remunerado por semana. Pelo acordo fechado entre governo federal e lideranças da Câmara, a transição começará em até 60 dias após a promulgação da proposta. Nesse período inicial, a jornada cairá para 42 horas semanais. A redução para 40 horas deverá ocorrer ao longo de 12 meses.</p>
<p>A Central Única dos Trabalhadores (CUT) comemorou o resultado da votação e afirmou que o avanço representa uma das principais reivindicações históricas do movimento sindical brasileiro. Em nota conjunta, CUT, Força Sindical e União Geral dos Trabalhadores defenderam que a nova jornada pode melhorar a qualidade de vida da população, ampliando o tempo dedicado à família, descanso, saúde, lazer e qualificação profissional.</p>
<p>As entidades sindicais também atribuíram a aprovação à mobilização popular e à pressão exercida por trabalhadores, sindicatos e movimentos sociais nos últimos meses. Após a votação, lideranças reforçaram a necessidade de manter articulação política para garantir a aprovação da proposta no Senado Federal.</p>
<p>Nas ruas, manifestações favoráveis ao fim da escala 6&#215;1 reuniram trabalhadores e movimentos sociais em diferentes cidades do país. Em São Paulo, um ato realizado na Avenida Paulista pediu a redução da jornada sem corte salarial e criticou modelos considerados exaustivos para os trabalhadores brasileiros.</p>
<p>Do outro lado, representantes do setor produtivo demonstraram forte resistência à proposta. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que a medida é “inadequada e inoportuna” e argumentou que a redução da jornada sem ganhos equivalentes de produtividade poderá elevar custos operacionais, pressionar preços e gerar impactos negativos sobre empregos e competitividade.</p>
<figure id="attachment_90922" aria-describedby="caption-attachment-90922" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-90922" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/28-Fim-da-escala-6x1-aprofunda-disputa-entre-sindicatos-e-setor-empresarial-no-Brasil-CNI-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C424&#038;ssl=1" alt="Fim Da Escala 6x1 Aprofunda Disputa Entre Sindicatos E Setor Empresarial No Brasil - CNI - Expresso Carioca" width="754" height="424" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/28-Fim-da-escala-6x1-aprofunda-disputa-entre-sindicatos-e-setor-empresarial-no-Brasil-CNI-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/28-Fim-da-escala-6x1-aprofunda-disputa-entre-sindicatos-e-setor-empresarial-no-Brasil-CNI-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/28-Fim-da-escala-6x1-aprofunda-disputa-entre-sindicatos-e-setor-empresarial-no-Brasil-CNI-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C84&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/28-Fim-da-escala-6x1-aprofunda-disputa-entre-sindicatos-e-setor-empresarial-no-Brasil-CNI-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C422&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-90922" class="wp-caption-text">Entidades como a CNI avaliam que a redução da jornada, sem transição adequada e sem ganhos de produtividade, pode elevar custos e pressionar preços &#8211; Foto: CNI/Divulgação</figcaption></figure>
<p>A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) também criticou a aprovação da proposta e afirmou que a votação foi influenciada pelo cenário eleitoral. A entidade sustenta que mudanças desse porte deveriam ocorrer por meio de negociações coletivas entre empresas e trabalhadores, e não por imposição constitucional uniforme.</p>
<p>O agronegócio também reagiu de forma negativa. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) estimou que a mudança poderá gerar impacto bilionário ao setor apenas no estado paranaense. Segundo a entidade, atividades agrícolas dependem de jornadas contínuas em períodos específicos de safra, o que exigiria contratação adicional de mão de obra ou pagamento elevado de horas extras.</p>
<p>O debate ganhou força nas redes sociais e em fóruns online. Em discussões no Reddit, usuários dividiram opiniões entre apoio à redução da jornada e preocupações sobre possíveis adaptações das empresas, como ampliação do uso de contratos PJ ou adoção de escalas alternativas, como a jornada 12&#215;36.</p>
<p>Estudos acadêmicos também passaram a analisar os efeitos econômicos da proposta. Uma nota técnica publicada neste ano apontou que mudanças mais amplas na jornada semanal exigiriam aumento de produtividade para evitar impactos sobre o Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem defendendo que a mudança seja construída por meio de diálogo entre governo, trabalhadores e empresários. Segundo o presidente, a intenção é encontrar um modelo que amplie direitos trabalhistas sem provocar prejuízos à economia. Agora, a proposta seguirá para análise no Senado Federal, onde o tema promete continuar dividindo opiniões entre parlamentares, sindicatos e representantes do setor empresarial.</p>
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		<title>Desemprego sobe para 5,8% no trimestre até abril, mas segue abaixo do índice registrado há um ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 14:33:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,8% no trimestre encerrado em abril de 2026, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice representa alta de 0,4 ponto percentual em comparação com o trimestre anterior, encerrado em janeiro, quando a taxa estava em 5,4%. Apesar da elevação recente, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,8% no trimestre encerrado em abril de 2026, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice representa alta de 0,4 ponto percentual em comparação com o trimestre anterior, encerrado em janeiro, quando a taxa estava em 5,4%.</p>
<p>Apesar da elevação recente, o resultado ainda mostra melhora em relação ao mesmo período do ano passado. No trimestre encerrado em abril de 2025, o desemprego atingia 6,6%, percentual superior ao registrado atualmente.</p>
<p>Os números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), levantamento utilizado pelo IBGE para acompanhar o comportamento do mercado de trabalho no país. Segundo o instituto, cerca de 6,3 milhões de brasileiros estavam desempregados no período analisado.</p>
<p>Na comparação com o trimestre anterior, houve crescimento de 8% no contingente de pessoas sem ocupação, o que representa aproximadamente 471 mil brasileiros a mais em busca de emprego. Em relação ao mesmo trimestre de 2025, porém, o número de desempregados caiu 11,3%, equivalente a 809 mil pessoas a menos fora do mercado de trabalho.</p>
<p>O levantamento também mostrou redução no nível de ocupação da população. O indicador, que mede a proporção de pessoas empregadas em idade de trabalhar, ficou em 58,4%, abaixo dos 58,7% registrados no trimestre anterior.</p>
<p>Mesmo com a oscilação na taxa de desemprego, o rendimento médio dos trabalhadores continuou em alta. O salário médio habitual alcançou R$ 3.732, mantendo o maior patamar da série histórica da pesquisa.</p>
<p>A taxa composta de subutilização da força de trabalho, que reúne desempregados, pessoas que trabalham menos horas do que gostariam e trabalhadores desalentados, permaneceu em 13,8%. O número ficou estável na comparação trimestral, mas apresentou queda de 1,7 ponto percentual em relação ao ano passado.</p>
<p>Segundo o IBGE, a população subutilizada foi estimada em 15,7 milhões de pessoas. O volume ficou praticamente estável frente ao trimestre anterior, mas registrou redução de 11,1% na comparação anual, o equivalente a cerca de 2 milhões de pessoas a menos nessa condição.</p>
<p>Analistas do mercado de trabalho apontam que o aumento do desemprego no início do ano costuma ocorrer por fatores sazonais, especialmente após o encerramento de contratos temporários em setores como comércio, educação e serviços. Ainda assim, os indicadores seguem próximos dos menores níveis já registrados pela série histórica iniciada em 2012.</p>
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		<item>
		<title>Novo Desenrola libera uso do FGTS para renegociação de dívidas a partir desta segunda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:58:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Começa nesta segunda-feira a nova etapa do programa Desenrola Brasil que permite o uso do saldo do FGTS para renegociação de dívidas. A funcionalidade já está disponível no aplicativo do fundo e poderá ser utilizada por trabalhadores que desejam quitar ou diminuir débitos em atraso junto a instituições financeiras. Segundo o governo federal, o trabalhador [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Começa nesta segunda-feira a nova etapa do programa Desenrola Brasil que permite o uso do saldo do FGTS para renegociação de dívidas. A funcionalidade já está disponível no aplicativo do fundo e poderá ser utilizada por trabalhadores que desejam quitar ou diminuir débitos em atraso junto a instituições financeiras.</p>
<p>Segundo o governo federal, o trabalhador poderá usar até 20% do saldo disponível no FGTS ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor. A expectativa do Ministério do Trabalho e Emprego é movimentar cerca de R$ 8,2 bilhões com a nova modalidade.</p>
<p>A adesão será feita diretamente pelas instituições financeiras após autorização do trabalhador no aplicativo do FGTS. Depois da renegociação da dívida, a Caixa Econômica Federal fará a transferência dos recursos diretamente ao banco responsável pelo contrato renegociado.</p>
<p>O programa contempla dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, desde que estejam em atraso dentro das regras estabelecidas pelo governo. Os descontos podem chegar a 90% sobre o valor total da dívida, com juros limitados a 1,99% ao mês e parcelamento em até 48 meses.</p>
<p>Poderão participar trabalhadores com renda mensal de até R$ 8.105. O uso do FGTS poderá envolver contas ativas e inativas, com prioridade para os valores de contas inativas. Não será necessário comparecer presencialmente às agências da Caixa para concluir o procedimento.</p>
<p>O governo também informou que trabalhadores que utilizarem recursos do FGTS no programa terão restrições temporárias relacionadas ao saque-aniversário até recomposição do valor utilizado. Além disso, participantes do Novo Desenrola ficarão impedidos por um ano de realizar transferências para plataformas de apostas online utilizando Pix ou cartão.</p>
<p>Além da nova modalidade de renegociação, o governo confirmou a liberação de valores residuais do saque-aniversário do FGTS para mais de 10,5 milhões de trabalhadores demitidos sem justa causa entre 2020 e 2025. Os depósitos começam a ser feitos automaticamente nesta semana nas contas cadastradas no aplicativo do fundo.</p>
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		<title>Serviços têm queda em março e transportes lideram retração, aponta IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/servicos-tem-queda-em-marco-e-transportes-lideram-retracao-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 12:01:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Setor de Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor de serviços brasileiro registrou retração de 1,2% em março de 2026 na comparação com fevereiro, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O resultado representa uma mudança no desempenho do segmento após o mês anterior ter apresentado estabilidade. De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços, a queda atingiu todas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de serviços brasileiro registrou retração de 1,2% em março de 2026 na comparação com fevereiro, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O resultado representa uma mudança no desempenho do segmento após o mês anterior ter apresentado estabilidade.</p>
<p>De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços, a queda atingiu todas as cinco atividades analisadas pelo instituto, com maior impacto vindo da área de transportes, que recuou 1,7% no período. O desempenho negativo também atingiu os setores de informação e comunicação, serviços profissionais e administrativos, atividades prestadas às famílias e outros serviços.</p>
<p>Mesmo com a retração em março, o setor segue em nível superior ao período anterior à pandemia. O volume de serviços permanece 18,2% acima do registrado em fevereiro de 2020, embora esteja 1,7% abaixo do ponto mais alto da série histórica, alcançado em outubro de 2025.</p>
<p>Na comparação com março do ano passado, o setor apresentou crescimento de 3%, mantendo uma sequência de 24 resultados positivos consecutivos nesse tipo de comparação. O acumulado do primeiro trimestre de 2026 ficou em alta de 2,3% frente ao mesmo período de 2025. Já o índice acumulado nos últimos 12 meses avançou 2,8%.</p>
<p>Entre os segmentos ligados ao transporte, o movimento de passageiros teve nova retração mensal, com queda de 3,4%, acumulando perda de 4,3% em dois meses consecutivos de resultados negativos. Já o transporte de cargas também apresentou desempenho abaixo do esperado no período.</p>
<p>Os números divulgados pelo IBGE mostram uma desaceleração do setor após o início de ano positivo. Em janeiro, os serviços haviam registrado alta de 0,3%, enquanto fevereiro apresentou leve avanço de 0,1%, mantendo o segmento em nível recorde até então.</p>
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		<title>Governo anuncia subsídio de até R$ 0,89 por litro para tentar conter alta da gasolina</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-anuncia-subsidio-de-ate-r-089-por-litro-para-tentar-conter-alta-da-gasolina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 15:10:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Moretti]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gasolina]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal publicou uma medida provisória que cria um subsídio temporário de até R$ 0,89 por litro de gasolina com o objetivo de reduzir os impactos da alta dos combustíveis sobre consumidores e setores da economia. A iniciativa foi anunciada pelo Ministério da Fazenda em conjunto com o Ministério de Minas e Energia. Segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal publicou uma medida provisória que cria um subsídio temporário de até R$ 0,89 por litro de gasolina com o objetivo de reduzir os impactos da alta dos combustíveis sobre consumidores e setores da economia. A iniciativa foi anunciada pelo Ministério da Fazenda em conjunto com o Ministério de Minas e Energia.</p>
<p>Segundo o governo, o mecanismo será utilizado para amortecer aumentos provocados pelas oscilações do petróleo no mercado internacional e pela valorização do dólar frente ao real. O benefício será operacionalizado por meio de compensações financeiras destinadas ao setor de combustíveis.</p>
<p>A medida estabelece que o valor máximo do subsídio poderá chegar a R$ 0,89 por litro, mas a aplicação efetiva dependerá das variações de preços observadas no mercado internacional e dos cálculos técnicos definidos pela equipe econômica.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Fazenda, o programa terá caráter emergencial e duração limitada. O governo afirma que a intenção é evitar repasses bruscos ao consumidor final em um momento de pressão inflacionária e aumento dos custos logísticos no país.</p>
<p>Técnicos do governo avaliam que a medida pode ajudar a conter impactos sobre o índice oficial de inflação, já que o preço dos combustíveis influencia diretamente os custos do transporte de cargas, alimentos e serviços.</p>
<p>A criação do subsídio ocorre em meio à preocupação do governo com os efeitos econômicos das tensões geopolíticas internacionais, especialmente após novos conflitos no Oriente Médio pressionarem os preços globais do petróleo. Nas últimas semanas, o barril do tipo Brent registrou forte volatilidade nos mercados internacionais.</p>
<p>Especialistas do setor energético avaliam que subsídios aos combustíveis podem gerar alívio imediato ao consumidor, mas também levantam debates sobre impacto fiscal e sustentabilidade das contas públicas. Economistas alertam que programas prolongados de compensação podem aumentar gastos do governo e criar distorções de mercado.</p>
<p>A medida provisória ainda deverá ser analisada pelo Congresso Nacional para continuar válida após o período inicial previsto pela legislação. Parlamentares da base governista defendem a iniciativa como instrumento de proteção ao consumidor, enquanto integrantes da oposição questionam os custos da política de subsídios.</p>
<p>Distribuidoras e postos de combustíveis afirmam que os efeitos da medida sobre os preços ao consumidor dependerão da velocidade de implementação do mecanismo e da estabilidade do mercado internacional nas próximas semanas.</p>
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		<title>Governo prepara regras para inteligência artificial com modelo baseado em níveis de risco</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-prepara-regras-para-inteligencia-artificial-com-modelo-baseado-em-niveis-de-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:05:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dario Durigan]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[José Luiz Datena]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mesa com Datena]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal pretende adotar um modelo de regulamentação da inteligência artificial baseado em diferentes níveis de risco para cada tipo de aplicação da tecnologia. A informação foi apresentada pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, durante debate sobre o tema em Brasília. Segundo Durigan, a proposta em discussão no país não prevê uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal pretende adotar um modelo de regulamentação da inteligência artificial baseado em diferentes níveis de risco para cada tipo de aplicação da tecnologia. A informação foi apresentada pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, durante debate sobre o tema em Brasília.</p>
<p>Segundo Durigan, a proposta em discussão no país não prevê uma regulamentação única e rígida para todas as ferramentas de inteligência artificial. A ideia é estabelecer exigências proporcionais ao impacto potencial de cada sistema sobre a sociedade, especialmente em áreas consideradas sensíveis, como saúde, sistema financeiro, segurança pública e processos eleitorais.</p>
<blockquote><p>“A regulação não será engessada. Ela será flexível e baseada em níveis de risco”, afirmou o secretário-executivo durante o evento.</p></blockquote>
<p>O governo avalia que modelos mais leves de regulamentação podem estimular inovação e desenvolvimento econômico sem abrir mão de mecanismos de controle em aplicações consideradas mais delicadas. A proposta brasileira segue debates internacionais que vêm sendo conduzidos por países da União Europeia, Estados Unidos e integrantes do G20.</p>
<p>Durigan destacou que o avanço acelerado da inteligência artificial exige atualização constante das normas e capacidade de adaptação do poder público diante das mudanças tecnológicas. Segundo ele, a criação de regras precisa acompanhar a velocidade de transformação do setor sem dificultar investimentos e pesquisas no país.</p>
<p>A discussão sobre o marco regulatório da inteligência artificial ganhou força no Congresso Nacional nos últimos anos. O Senado aprovou em 2025 um projeto que estabelece princípios para o desenvolvimento e uso da tecnologia no Brasil, incluindo diretrizes sobre transparência, responsabilidade das empresas e proteção de direitos fundamentais. A proposta ainda depende de análise da Câmara dos Deputados.</p>
<p>O modelo defendido pelo Ministério da Fazenda prevê classificação das ferramentas conforme o potencial de dano ou impacto social. Sistemas de baixo risco poderiam ter exigências reduzidas, enquanto aplicações de alto risco estariam sujeitas a regras mais rígidas, auditorias e fiscalização específica.</p>
<p>Durante o evento, Durigan também afirmou que o país precisa construir um ambiente regulatório capaz de gerar confiança tanto para usuários quanto para investidores. Para o secretário, a ausência de regras claras pode criar insegurança jurídica e dificultar o desenvolvimento do setor tecnológico brasileiro.</p>
<p>Especialistas que acompanham o debate defendem que o desafio do Brasil será encontrar equilíbrio entre estímulo à inovação e proteção contra abusos relacionados ao uso da inteligência artificial, como manipulação de informações, discriminação algorítmica, vazamento de dados e produção de conteúdos falsos.</p>
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		<title>Governo revoga imposto sobre compras internacionais de até US$ 50</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-revoga-imposto-sobre-compras-internacionais-de-ate-us-50/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 13:41:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa das blusinhas]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma medida provisória que extingue a cobrança de 20% do Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50 realizadas em plataformas estrangeiras de comércio eletrônico. A tributação ficou popularmente conhecida como “taxa das blusinhas” e havia sido implementada em 2024 dentro do programa Remessa Conforme. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma medida provisória que extingue a cobrança de 20% do Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50 realizadas em plataformas estrangeiras de comércio eletrônico. A tributação ficou popularmente conhecida como “taxa das blusinhas” e havia sido implementada em 2024 dentro do programa Remessa Conforme.</p>
<p>Com a mudança, os consumidores continuarão pagando apenas o ICMS estadual nas compras feitas em sites internacionais. A nova regra começa a valer após a publicação da medida provisória em edição extraordinária do Diário Oficial da União.</p>
<p>Durante o anúncio oficial, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, afirmou que a decisão foi possível após avanços no combate ao contrabando e na regularização das plataformas de comércio eletrônico que atuam no país.</p>
<blockquote><p>“O contrabando, que era uma marca presente nesse setor, foi eliminado. Agora, o setor regularizado vai poder usufruir dessa isenção sobre esses produtos”.</p></blockquote>
<p>Segundo o governo federal, a retirada da cobrança deve beneficiar principalmente consumidores de baixa renda, que utilizam plataformas internacionais para comprar itens de pequeno valor.</p>
<p>A ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, destacou que o apelido dado ao imposto não representa a variedade de produtos adquiridos pelos consumidores brasileiros em sites estrangeiros.</p>
<blockquote><p>“Não é só roupa. Há um conjunto de outros bens que são comprados, todos de valor pequeno”.</p></blockquote>
<p>Já o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que a maior parte das compras internacionais feitas nessas plataformas envolve produtos populares e de baixo custo.</p>
<blockquote><p>“Os números mostram que a maior parte das compras, de fato, é de baixo valor. Está associado ao consumo popular”.</p></blockquote>
<p>A cobrança havia sido criada com o objetivo de ampliar a fiscalização sobre importações realizadas em plataformas digitais e reduzir fraudes no comércio eletrônico internacional. O imposto era aplicado diretamente no momento da compra.</p>
<p>A decisão provocou reações diferentes entre setores econômicos. Entidades ligadas à indústria e ao varejo criticaram a medida e alegaram que a mudança amplia a concorrência desigual entre fabricantes brasileiros e empresas estrangeiras. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e representantes do setor têxtil afirmam que a retirada do imposto pode afetar empregos e reduzir investimentos no mercado nacional.</p>
<p>Por outro lado, empresas e associações ligadas às plataformas digitais comemoraram a revogação da cobrança. O setor avalia que o imposto encarecia compras feitas por consumidores das classes C, D e E e reduzia o poder de consumo da população.</p>
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