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	<title>Economia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Economia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>CMN amplia prazo para produtores rurais renegociarem dívidas afetadas por eventos climáticos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cmn-amplia-prazo-para-produtores-rurais-renegociarem-dividas-afetadas-por-eventos-climaticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 22:49:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[CMN]]></category>
		<category><![CDATA[dívida rural]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos climáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Produtor Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Renegociação de dívidas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta sexta-feira (4) novas medidas para ampliar a renegociação de dívidas de produtores rurais atingidos por eventos climáticos e outras situações excepcionais que comprometeram a produção e a capacidade de pagamento. A decisão permite incluir operações que atendiam aos critérios estabelecidos anteriormente, mas ficaram de fora por dificuldades operacionais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta sexta-feira (4) novas medidas para ampliar a renegociação de dívidas de produtores rurais atingidos por eventos climáticos e outras situações excepcionais que comprometeram a produção e a capacidade de pagamento.</p>
<p>A decisão permite incluir operações que atendiam aos critérios estabelecidos anteriormente, mas ficaram de fora por dificuldades operacionais ou porque os procedimentos de formalização não foram concluídos dentro do prazo. A medida beneficia agricultores, pecuaristas e cooperativas agropecuárias.</p>
<p>Entre os débitos que poderão ser enquadrados estão aqueles que haviam sido prorrogados conforme a Resolução CMN 5.330, mas entraram em inadimplência após o prazo de 30 dias sem que a renegociação tivesse sido formalizada.</p>
<p>Também poderão ser incluídas operações renegociadas ou prorrogadas até 31 de maio de 2026, com vencimento entre 15 de agosto e 4 de setembro, desde que tenham ficado inadimplentes nesse intervalo.</p>
<p>Os produtores que se enquadram nas condições terão até 12 de novembro para contratar a recomposição das dívidas.</p>
<h2>Novas opções de crédito</h2>
<p>O CMN autorizou ainda que instituições financeiras ofereçam linhas de crédito com recursos livres para recompor dívidas rurais que não tenham sido contempladas pela Resolução 5.330 ou nos casos em que os recursos originalmente destinados à medida já tenham sido esgotados.</p>
<p>A concessão, porém, não será automática. Os bancos deverão realizar análise de crédito e uma nova classificação de risco. As garantias oferecidas nas operações também poderão ser reavaliadas.</p>
<p>Outra decisão envolve os financiamentos realizados com recursos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO). Para determinadas operações renegociadas de acordo com a legislação, será possível aplicar uma classificação de risco mais favorável.</p>
<p>A regra alcança financiamentos do Pronaf, do Pronamp e outras modalidades de crédito rural.</p>
<p>Entre as operações contempladas estão aquelas destinadas a custeio, comercialização e industrialização que tenham sido renegociadas ou prorrogadas entre 1º de junho e 15 de julho de 2026 e que estavam em dia no momento da contratação da nova operação.</p>
<p>Também entram na medida operações de custeio, investimento, comercialização e industrialização contratadas até dezembro de 2025, ainda que tenham passado por renegociação ou prorrogação, desde que estejam inadimplentes desde 1º de janeiro de 2024 e permanecessem nessa condição em 15 de julho de 2026.</p>
<h2>Apoio após perdas climáticas</h2>
<p>A nova decisão foi tomada depois que o CMN identificou operações que preenchiam os requisitos para renegociação, mas não conseguiram acessar as medidas de apoio devido a questões relacionadas a prazos e procedimentos de formalização.</p>
<p>A iniciativa complementa a regulamentação da Medida Provisória 1.376, editada em julho para apoiar produtores e cooperativas prejudicados por eventos climáticos e outras condições excepcionais.</p>
<p>A MP prevê possibilidade de pagamento das dívidas em até dez anos e a criação de um fundo garantidor destinado a ampliar o acesso ao financiamento rural de médio e longo prazo.</p>
<p>Com a nova regra, o governo busca ampliar o alcance das medidas de apoio e permitir que produtores que ficaram de fora da primeira etapa tenham uma nova oportunidade de reorganizar seus débitos.</p>
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		<item>
		<title>Quase 2 milhões de brasileiros trabalham por aplicativos, aponta IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/quase-2-milhoes-de-brasileiros-trabalham-por-aplicativos-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 13:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[apps]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PNAD]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores de aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[uberização]]></category>
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					<description><![CDATA[O trabalho mediado por plataformas digitais já faz parte da realidade de quase 2 milhões de brasileiros. Em 2025, 1,959 milhão de pessoas realizaram atividades profissionais por meio de aplicativos de transporte, entrega ou prestação de serviços, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O grupo representa 1,9% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O trabalho mediado por plataformas digitais já faz parte da realidade de quase 2 milhões de brasileiros. Em 2025, 1,959 milhão de pessoas realizaram atividades profissionais por meio de aplicativos de transporte, entrega ou prestação de serviços, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O grupo representa 1,9% de todos os ocupados no país. A maior parte desses trabalhadores atua por conta própria e, de acordo com o levantamento, cumpre jornadas semanais superiores às registradas entre outros trabalhadores do setor privado.</p>
<p>A pesquisa integra uma edição específica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua dedicada ao trabalho por plataformas digitais. O levantamento considera pessoas com 14 anos ou mais que utilizam aplicativos para realizar serviços de transporte e entregas. O IBGE utiliza o termo trabalhadores plataformizados para identificar esse grupo.</p>
<h3>Transporte de passageiros concentra maior número</h3>
<p>Entre os trabalhadores que recorrem aos aplicativos, o transporte de passageiros reúne o maior contingente. São aproximadamente 1,2 milhão de pessoas, o equivalente a 58,9% de todos os trabalhadores plataformizados.</p>
<p>Desse total, cerca de 1,1 milhão utilizam plataformas como Uber e 99. Outros 232 mil trabalham exclusivamente por meio de aplicativos voltados ao serviço de táxi.</p>
<p>O setor de entregas também representa uma parcela significativa desse mercado. Em 2025, 376 mil pessoas trabalhavam realizando entregas de alimentos, produtos e outros itens por plataformas digitais. Esse número corresponde a 19,2% dos trabalhadores plataformizados.</p>
<p>Entre as empresas utilizadas por esse grupo estão iFood, Rappi e Zé Delivery.</p>
<p>Outra categoria identificada pelo IBGE reúne profissionais que oferecem serviços gerais ou especializados por meio de plataformas digitais. O segmento inclui atividades como design, tradução e até atendimentos médicos realizados por meio de plataformas que conectam profissionais a pacientes.</p>
<p>Em 2025, essa modalidade reunia 313 mil trabalhadores, ou 16% do total de pessoas que trabalhavam por aplicativos.</p>
<figure id="attachment_92594" aria-describedby="caption-attachment-92594" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-92594" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/04-Motoristas-de-aplicativos-e-motoboys-de-delivery-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Motoristas De Aplicativos E Motoboys De Delivery - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/04-Motoristas-de-aplicativos-e-motoboys-de-delivery-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/04-Motoristas-de-aplicativos-e-motoboys-de-delivery-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/04-Motoristas-de-aplicativos-e-motoboys-de-delivery-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/09/04-Motoristas-de-aplicativos-e-motoboys-de-delivery-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-92594" class="wp-caption-text">Motoristas de aplicativos e motoboys de delivery &#8211; Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3>Aplicativos têm forte presença no setor de transporte</h3>
<p>A presença das plataformas digitais é especialmente elevada entre trabalhadores das áreas de transporte, armazenagem e correios. Segundo o IBGE, 75% dos trabalhadores desse segmento são classificados como plataformizados.</p>
<p>Na prática, isso significa que três em cada quatro pessoas ocupadas nessas atividades utilizam algum aplicativo para realizar seu trabalho.</p>
<p>O resultado mostra a dimensão alcançada pelas plataformas digitais na organização de determinadas atividades econômicas, especialmente aquelas relacionadas ao deslocamento de passageiros e à circulação de mercadorias.</p>
<h3>Pesquisa ainda está em fase experimental</h3>
<p>Embora os dados apresentem um retrato detalhado do trabalho realizado por aplicativos, o IBGE ressalta que esse levantamento ainda possui caráter experimental e permanece em fase de testes e avaliação.</p>
<p>A pesquisa sobre o tema também foi realizada em 2022 e 2024. Entretanto, existe uma diferença importante na metodologia utilizada nas edições anteriores.</p>
<p>Nos levantamentos de 2022 e 2024, o IBGE considerou somente pessoas que tinham o trabalho por aplicativo como ocupação principal. Já a pesquisa de 2025 passou a incluir também trabalhadores que utilizavam as plataformas como uma forma de complementar a renda.</p>
<p>Por essa razão, o número de 1,959 milhão de trabalhadores registrado em 2025 não deve ser comparado diretamente com os resultados das pesquisas anteriores.</p>
<p>A mudança amplia o universo observado e permite identificar pessoas que possuem outra ocupação principal, mas recorrem aos aplicativos para obter uma renda adicional.</p>
<h3>Motoristas e entregadores enfrentam jornadas extensas</h3>
<p>Os dados detalhados da Pnad também apontam diferenças nas condições de trabalho entre quem utiliza plataformas e aqueles que exercem atividades semelhantes sem depender dos aplicativos.</p>
<p>No caso dos motoristas, por exemplo, os trabalhadores de plataformas cumpriam uma jornada média de 45,9 horas por semana em 2025. Entre os motoristas que não trabalhavam por aplicativos, a média era de 40,4 horas.</p>
<p>Apesar da jornada maior, o rendimento por hora dos motoristas plataformizados era menor. Eles recebiam, em média, R$ 14,40 por hora, enquanto os demais alcançavam R$ 16.</p>
<p>No fim do mês, porém, a remuneração média dos motoristas que utilizavam aplicativos chegava a R$ 2.873, valor 2,4% superior ao registrado entre os motoristas não plataformizados.</p>
<p>O levantamento identificou 905 mil motoristas de aplicativos em 2025. O número representa crescimento de 9,8% em relação a 2024 e aumento de 26% em três anos. Em 2022, eram 718 mil pessoas nessa atividade.</p>
<h3>Previdência ainda alcança uma parcela pequena</h3>
<p>Outro dado levantado pelo IBGE envolve a proteção previdenciária dos trabalhadores que atuam por plataformas.</p>
<p>Entre os motoristas de aplicativos, somente 25,5% tinham cobertura previdenciária em 2025. Considerando todos os motoristas do país, independentemente de trabalharem ou não por plataformas, o percentual era de 43,8%.</p>
<p>Entre os motociclistas de aplicativos, a cobertura era ainda menor: apenas um em cada cinco trabalhadores estava protegido pela Previdência Social.</p>
<p>Em 2025, o país tinha 405 mil motociclistas plataformizados, número que praticamente dobrou em relação a 2022, quando eram 211 mil. Na comparação com 2024, houve crescimento de 15,4%.</p>
<p>Apesar da menor proteção previdenciária, os motociclistas que trabalhavam por aplicativos apresentavam rendimento médio por hora superior ao dos demais motociclistas.</p>
<p>A remuneração média por hora dos plataformizados era de R$ 11,40, contra R$ 10,10 entre os trabalhadores que não utilizavam aplicativos, uma diferença de 12,9%.</p>
<p>A renda mensal média dos motociclistas de aplicativos chegava a R$ 2.221. A jornada semanal, por sua vez, alcançava 44,9 horas, enquanto os motociclistas não plataformizados trabalhavam, em média, 41,1 horas.</p>
<p>O levantamento do IBGE oferece, assim, um panorama mais amplo sobre o avanço das plataformas digitais no mercado de trabalho brasileiro, abrangendo desde motoristas e entregadores até profissionais que oferecem serviços especializados por meio de aplicativos.</p>
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		<item>
		<title>Banco do Brasil começa renegociação de até R$ 23,6 bilhões em crédito rural no Sudeste</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/banco-do-brasil-comeca-renegociacao-de-ate-r-236-bilhoes-em-credito-rural-no-sudeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 03:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BB]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[renegociação]]></category>
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					<description><![CDATA[Produtores rurais e cooperativas do Sudeste que enfrentaram perdas provocadas por eventos climáticos ou dificuldades de mercado já podem procurar o Banco do Brasil para renegociar financiamentos rurais. A possibilidade foi aberta após a publicação da Medida Provisória nº 1.376/2026, que criou condições específicas para a recomposição de dívidas do setor agropecuário. Na região, aproximadamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Produtores rurais e cooperativas do Sudeste que enfrentaram perdas provocadas por eventos climáticos ou dificuldades de mercado já podem procurar o Banco do Brasil para renegociar financiamentos rurais. A possibilidade foi aberta após a publicação da Medida Provisória nº 1.376/2026, que criou condições específicas para a recomposição de dívidas do setor agropecuário.</p>
<p>Na região, aproximadamente 26 mil clientes do Banco do Brasil possuem operações que podem se enquadrar nas regras da MP. Juntas, essas operações representam até R$ 23,6 bilhões em financiamentos.</p>
<p>A medida contempla produtores e cooperativas que tenham registrado prejuízos decorrentes de eventos climáticos ou perdas de mercado em duas ou mais safras no período entre 2019 e 2025. A proposta é permitir a reorganização das dívidas e criar condições para que os empreendimentos recuperem sua capacidade de produção e voltem a ter maior previsibilidade financeira.</p>
<p>“A MP 1.376 amplia as possibilidades para que produtores rurais do Sudeste restabeleçam suas condições financeiras e mantenham o ritmo de suas atividades, sobretudo aqueles impactados por eventos climáticos que afetaram a produção e a renda no campo. O Banco do Brasil conta com equipes preparadas para avaliar cada caso de forma individualizada, buscando alternativas compatíveis com a realidade dos clientes. A medida favorece a regularização das operações de crédito, contribui para a recuperação da capacidade produtiva e reforça a sustentabilidade dos negócios agropecuários, com reflexos positivos para a geração de renda e o desenvolvimento regional”, afirma Gilson Bittencourt, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB.</p>
<h3>Medida alcança carteira de R$ 100 bilhões</h3>
<p>O alcance da MP vai além do Sudeste. Considerando toda a carteira de agronegócios do Banco do Brasil, cerca de 113 mil clientes possuem operações potencialmente enquadradas nas condições previstas pela medida.</p>
<p>O volume total dessas operações pode chegar a R$ 100 bilhões. Segundo o banco, aproximadamente 36% desse montante corresponde a operações que estão inadimplentes. Os outros 64% são compostos por financiamentos que permanecem adimplentes, mas que já passaram por algum processo de prorrogação ou renegociação.</p>
<p>A medida busca atender justamente produtores que tiveram sua capacidade financeira afetada por perdas acumuladas ao longo de diferentes safras e que precisam reorganizar os compromissos assumidos para continuar produzindo.</p>
<h3>Renegociação depende de comprovação das perdas</h3>
<p>Os produtores que realizaram o pré-cadastro, assim como os demais clientes interessados em utilizar as condições da MP, já podem procurar uma unidade do Banco do Brasil.</p>
<p>A renegociação, porém, depende da análise de enquadramento de cada operação. Também será necessário apresentar um laudo técnico que comprove as perdas registradas na produção ou a redução da renda bruta agropecuária que era esperada.</p>
<p>A documentação será utilizada pelo banco para verificar se o produtor ou a cooperativa atende aos critérios estabelecidos pela Medida Provisória nº 1.376/2026.</p>
<p>Com a abertura das renegociações, o Banco do Brasil passa a oferecer aos clientes potencialmente elegíveis uma alternativa para reorganizar compromissos financeiros acumulados após períodos de perdas. No Sudeste, a iniciativa pode alcançar milhares de produtores e cooperativas e envolve uma carteira de financiamentos de até R$ 23,6 bilhões.</p>
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		<item>
		<title>Prévia da inflação fica em 0,40% em agosto, menor resultado para o mês desde 2022</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/previa-da-inflacao-fica-em-040-em-agosto-menor-resultado-para-o-mes-desde-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 15:32:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[prévia]]></category>
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					<description><![CDATA[O indicador é calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e acompanha a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços consumidos pelas famílias brasileiras. Com o resultado de agosto, o IPCA-15 acumula variação de 3,25% no ano e 5,02% nos 12 meses. A leitura do índice é acompanhada de perto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O indicador é calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e acompanha a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços consumidos pelas famílias brasileiras.</p>
<p>Com o resultado de agosto, o IPCA-15 acumula variação de 3,25% no ano e 5,02% nos 12 meses. A leitura do índice é acompanhada de perto porque ajuda a antecipar o comportamento da inflação oficial, medida pelo IPCA.</p>
<p>A inflação afeta diretamente o poder de compra das famílias, já que a elevação dos preços reduz a quantidade de produtos e serviços que podem ser adquiridos com a mesma renda. O resultado também é relevante para as decisões de política monetária e para as expectativas do mercado.</p>
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		<item>
		<title>Rio Grande do Norte vai receber supercomputador de inteligência artificial de mais de R$ 1 bilhão</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-grande-do-norte-vai-receber-supercomputador-de-inteligencia-artificial-de-mais-de-r-1-bilhao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 14:49:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Chips]]></category>
		<category><![CDATA[códigos abertos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[supercomputador]]></category>
		<category><![CDATA[transferência de tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rio Grande do Norte foi escolhido pelo governo federal para sediar um novo supercomputador voltado ao desenvolvimento de inteligência artificial no Brasil. O equipamento será instalado no Parque Científico e Tecnológico Augusto Severo, estrutura vinculada à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Macaíba, na região metropolitana de Natal. A aquisição deverá [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio Grande do Norte foi escolhido pelo governo federal para sediar um novo supercomputador voltado ao desenvolvimento de inteligência artificial no Brasil. O equipamento será instalado no Parque Científico e Tecnológico Augusto Severo, estrutura vinculada à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Macaíba, na região metropolitana de Natal.</p>
<p>A aquisição deverá custar pouco mais de R$ 1 bilhão, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). O edital para a compra será publicado no Diário Oficial da União pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).</p>
<p>A nova máquina deverá atingir 7.200 petaflops, capacidade equivalente a aproximadamente 7,2 quintilhões de operações matemáticas por segundo. A unidade petaflop é utilizada para medir o desempenho de supercomputadores e corresponde a 1 quatrilhão de operações matemáticas por segundo.</p>
<p>Para efeito de comparação, o Santos Dumont, atualmente considerado o supercomputador mais potente instalado no país, opera com capacidade de 27 petaflops. A nova infraestrutura terá, portanto, uma capacidade de processamento muito superior à disponível hoje no Brasil.</p>
<h3>Estrutura será utilizada por pesquisadores e empresas</h3>
<p>O equipamento deverá atender universidades, empresas, instituições científicas e órgãos governamentais. A infraestrutura poderá ser utilizada no treinamento de modelos de inteligência artificial, pesquisas científicas e desenvolvimento de novas aplicações e serviços.</p>
<p>A operação ficará sob responsabilidade do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC). A expectativa do governo é ampliar significativamente a capacidade computacional disponível no país e criar condições para o desenvolvimento de pesquisas, produtos e negócios relacionados à inteligência artificial.</p>
<p>A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, afirmou que a iniciativa também busca diminuir a dependência brasileira de infraestrutura computacional localizada no exterior.</p>
<p>“A gente vai reduzir nossa dependência. Sessenta por cento de tudo que é processado da inteligência brasileira é feito fora, e agora vamos poder processar aqui”, destacou a ministra, acrescentando que o equipamento deverá ficar entre os dez supercomputadores mais potentes do mundo.</p>
<h3>Projeto prevê capacitação de 5 mil brasileiros</h3>
<p>Além da aquisição da máquina, o edital deverá estabelecer contrapartidas para ampliar o domínio brasileiro sobre a tecnologia. Entre os pontos previstos estão transferência tecnológica, capacitação profissional, pesquisa e desenvolvimento, conteúdo local e participação de fornecedores brasileiros.</p>
<p>A previsão apresentada pelo governo é capacitar 5 mil brasileiros ao longo de cinco anos, formando profissionais para atuar em áreas relacionadas à computação de alto desempenho e inteligência artificial.</p>
<p>A iniciativa integra o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), que reúne ações destinadas à expansão da infraestrutura tecnológica, formação de profissionais, transferência de tecnologia, governança e fortalecimento da soberania digital brasileira.</p>
<p>Durante o evento em que o novo supercomputador foi anunciado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a importância de ampliar as oportunidades para pesquisadores e profissionais brasileiros.</p>
<p>“Nós vamos provar que os brasileiros, nossos acadêmicos e a juventude, não devem nada a ninguém. Só precisam de oportunidade, é isso que queremos garantir com o supercomputador”, afirmou.</p>
<h3>Escolha do Nordeste considera energia renovável</h3>
<p>A instalação do equipamento no Rio Grande do Norte faz parte de uma estratégia de descentralização da infraestrutura tecnológica brasileira. A escolha da região também levou em consideração a disponibilidade de energia renovável.</p>
<p>O estado é líder na produção de energia eólica no país, característica considerada relevante para uma infraestrutura de computação de grande porte, que demanda elevada quantidade de energia para funcionar.</p>
<p>A localização no Nordeste também está associada ao objetivo de reduzir desigualdades regionais no acesso à infraestrutura tecnológica e estimular a formação de um ecossistema de pesquisa e inovação fora dos principais centros econômicos do país.</p>
<h3>Brasil também aposta em chips de arquitetura aberta</h3>
<p>O governo anunciou ainda uma frente voltada ao desenvolvimento de chips baseados na arquitetura aberta RISC-V. A iniciativa busca diminuir a dependência de tecnologias proprietárias e ampliar a capacidade brasileira de atuar em componentes considerados estratégicos para a computação avançada.</p>
<p>O projeto envolve o Instituto Eldorado, de Campinas (SP), e uma rede internacional que reúne cerca de 70 países. A parceria inclui o ecossistema de inovação de Barcelona, na Espanha, e prevê um processo de desenvolvimento estimado entre dez e 15 anos.</p>
<h3>Rio de Janeiro terá outra frente de infraestrutura</h3>
<p>O plano federal inclui ainda uma iniciativa de supercomputação no Rio de Janeiro. A infraestrutura será desenvolvida por meio da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) em parceria com as empresas chinesas Huawei e Iflytek.</p>
<p>A proposta inclui transferência de tecnologia, pesquisa e desenvolvimento, formação de profissionais e criação de uma pilha de software soberana.</p>
<p>Também está previsto o desenvolvimento de um modelo de linguagem de grande escala, conhecido como LLM, produzido no Brasil, além de modelos de inteligência artificial em português. A intenção é criar ferramentas mais adaptadas ao idioma, aos dados e às demandas brasileiras.</p>
<p>Nesse projeto, o investimento público estimado é de R$ 1,276 bilhão ao longo de cinco anos, com previsão de início das operações em julho de 2027.</p>
<h3>Governo também prepara infraestrutura brasileira de nuvem</h3>
<p>Outra medida anunciada prevê a criação de uma alternativa nacional para armazenamento e processamento de dados e sistemas. O acordo envolve o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Serpro e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<p>A proposta é ampliar a capacidade nacional de armazenamento e processamento e reduzir a dependência de grandes empresas estrangeiras para serviços relacionados à infraestrutura de dados.</p>
<p>O conjunto de iniciativas anunciadas coloca a ampliação da capacidade computacional, a formação de profissionais e o desenvolvimento de tecnologias próprias entre as principais frentes da estratégia brasileira para inteligência artificial.</p>
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		<title>Acordo entre Mercosul e Singapura amplia acesso ao mercado asiático com tarifa zero para exportações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 00:38:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[acordo Mercosul-Singapura]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As exportações brasileiras e dos demais países do Mercosul para Singapura passarão a contar com isenção tarifária integral após a entrada em vigor do acordo de livre comércio firmado entre o bloco sul-americano e o país asiático. O tratado representa o primeiro compromisso comercial do Mercosul com uma nação do Sudeste Asiático e amplia a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As exportações brasileiras e dos demais países do Mercosul para Singapura passarão a contar com isenção tarifária integral após a entrada em vigor do acordo de livre comércio firmado entre o bloco sul-americano e o país asiático. O tratado representa o primeiro compromisso comercial do Mercosul com uma nação do Sudeste Asiático e amplia a estratégia de diversificação dos mercados internacionais para os produtos da região.</p>
<p>Pelas regras do acordo, Singapura eliminará imediatamente as tarifas de importação sobre todos os produtos originários do Mercosul. Em contrapartida, o bloco promoverá a redução gradual das tarifas incidentes sobre 95,8% das linhas tarifárias de produtos singapurianos, processo que será concluído em até 15 anos. Alguns itens considerados sensíveis permanecerão fora desse cronograma de liberalização comercial.</p>
<p>Além da abertura para o comércio de mercadorias, o tratado estabelece normas voltadas à ampliação do acesso ao mercado de serviços, à facilitação de investimentos e à modernização das relações comerciais entre as partes. O texto também inclui um capítulo dedicado ao comércio eletrônico, considerado um marco por ser o primeiro negociado pelo Mercosul com um parceiro situado fora da América do Sul.</p>
<p>Dados do governo brasileiro mostram que, em 2025, a corrente de comércio entre Brasil e Singapura alcançou US$ 10,7 bilhões. As exportações brasileiras somaram US$ 7,4 bilhões, gerando superávit comercial de US$ 4,1 bilhões. Entre os principais produtos enviados ao mercado singapuriano estão óleos combustíveis, máquinas e equipamentos, além de carnes bovina, suína e de aves.</p>
<p>A expectativa do governo é que o acordo fortaleça a competitividade das empresas brasileiras na Ásia, ampliando oportunidades para diferentes setores da economia. Estimativas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços indicam que o tratado poderá gerar impacto acumulado de aproximadamente R$ 28 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro até 2041, além de estimular investimentos próximos de R$ 11 bilhões no mesmo período.</p>
<p>Com a incorporação do acordo com Singapura ao conjunto de tratados comerciais do Mercosul, o Brasil amplia sua rede de parceiros internacionais e aumenta a parcela do comércio exterior beneficiada por preferências tarifárias. A iniciativa integra a estratégia de expansão da inserção internacional do bloco e reforça sua presença em uma das regiões economicamente mais dinâmicas do mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>FGTS distribuirá R$ 13 bilhões em lucros para mais de 138 milhões de trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 15:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[participação nos lucros]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhador]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 138 milhões de trabalhadores brasileiros receberão uma nova distribuição dos lucros do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O Conselho Curador do fundo aprovou o repasse de R$ 13,042 bilhões, valor correspondente a 89% do lucro obtido pelo FGTS em 2025, que alcançou R$ 14,6 bilhões. Os depósitos serão realizados automaticamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 138 milhões de trabalhadores brasileiros receberão uma nova distribuição dos lucros do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O Conselho Curador do fundo aprovou o repasse de R$ 13,042 bilhões, valor correspondente a 89% do lucro obtido pelo FGTS em 2025, que alcançou R$ 14,6 bilhões. Os depósitos serão realizados automaticamente pela Caixa Econômica Federal até 31 de agosto.</p>
<p>Terão direito ao crédito os trabalhadores que possuíam saldo em uma ou mais contas do FGTS em 31 de dezembro de 2025. O valor recebido será calculado de forma proporcional ao saldo existente naquela data, o que significa que contas com maior saldo receberão uma parcela maior da distribuição. Não será necessário solicitar o pagamento ou realizar qualquer tipo de cadastro para ter acesso ao benefício.</p>
<p>Com a distribuição aprovada, cada conta vinculada terá um rendimento adicional equivalente a aproximadamente 1,87% sobre o saldo registrado no fim de 2025. Na prática, um trabalhador que possuía R$ 1 mil no fundo receberá cerca de R$ 18,68, enquanto quem tinha R$ 100 mil terá um crédito aproximado de R$ 1.868,34.</p>
<p>Os recursos creditados permanecem nas contas do FGTS e seguem as regras já previstas em lei para saque. Assim, o dinheiro poderá ser retirado apenas nas situações autorizadas, como demissão sem justa causa, aposentadoria, aquisição da casa própria, doenças graves e outras hipóteses estabelecidas pela legislação.</p>
<p>A distribuição anual dos lucros tem como objetivo ampliar a rentabilidade das contas vinculadas do FGTS, complementando a remuneração tradicional composta pela Taxa Referencial (TR) e pelos juros de 3% ao ano. A medida também contribui para que o rendimento das contas acompanhe as determinações estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu que a remuneração do fundo não pode ficar abaixo da inflação medida pelo IPCA.</p>
<p>Criado para proteger o trabalhador em casos de demissão sem justa causa, o FGTS também desempenha papel importante no financiamento de políticas públicas nas áreas de habitação, saneamento básico e infraestrutura. Desde 2017, parte do resultado positivo obtido pelo fundo é distribuída anualmente entre os trabalhadores que mantêm saldo em suas contas vinculadas, elevando o rendimento acumulado do patrimônio depositado.</p>
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		<title>Brasil reage a novas restrições da União Europeia ao aço e pede medidas compensatórias</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-reage-a-novas-restricoes-da-uniao-europeia-ao-aco-e-pede-medidas-compensatorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 21:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aço]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[MDIC]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Relações Exteriores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro manifestou preocupação com a decisão da União Europeia de endurecer as restrições às importações de aço e cobrou a adoção de mecanismos de compensação para minimizar os impactos sobre a indústria siderúrgica nacional. A posição foi apresentada durante reunião do Comitê Conjunto do Acordo de Associação entre o Mercosul e a União [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro manifestou preocupação com a decisão da União Europeia de endurecer as restrições às importações de aço e cobrou a adoção de mecanismos de compensação para minimizar os impactos sobre a indústria siderúrgica nacional. A posição foi apresentada durante reunião do Comitê Conjunto do Acordo de Associação entre o Mercosul e a União Europeia, realizada em Brasília.</p>
<p>Segundo o Ministério das Relações Exteriores, as novas medidas adotadas pelo bloco europeu reduzem o acesso do aço brasileiro ao mercado europeu e criam dificuldades adicionais para um setor considerado estratégico para a economia nacional. O governo argumenta que as restrições afetam diretamente a competitividade das empresas brasileiras e contrariam o espírito de fortalecimento das relações comerciais entre os dois parceiros.</p>
<p>Durante o encontro, representantes brasileiros defenderam que a União Europeia apresente alternativas capazes de compensar os efeitos das limitações impostas às exportações. A avaliação é de que qualquer ampliação das barreiras comerciais precisa ser acompanhada de medidas que preservem o equilíbrio das relações econômicas e garantam previsibilidade aos produtores.</p>
<p>Além da questão envolvendo o aço, a reunião também abordou o andamento do Acordo de Associação entre Mercosul e União Europeia. O Brasil reiterou a importância da conclusão do processo de ratificação do tratado, considerado fundamental para ampliar o comércio, estimular investimentos e fortalecer a integração econômica entre os dois blocos.</p>
<p>O governo brasileiro destacou ainda que o setor siderúrgico nacional mantém elevada capacidade produtiva e desempenha papel relevante na geração de empregos, na cadeia industrial e nas exportações do país. Por isso, avalia que medidas restritivas adotadas por parceiros comerciais podem comprometer a competitividade da indústria e reduzir oportunidades de negócios no mercado internacional.</p>
<p>As autoridades brasileiras afirmaram que continuarão dialogando com a União Europeia em busca de uma solução negociada que preserve os interesses de ambas as partes. A expectativa é de que as discussões avancem nos próximos meses, tanto em relação às restrições impostas ao aço quanto à implementação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, considerado um dos mais importantes em negociação pelo bloco sul-americano.</p>
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		<title>Desemprego cai para 5,6% e Brasil registra melhor resultado da série histórica para o período</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-cai-para-56-e-brasil-registra-melhor-resultado-da-serie-historica-para-o-periodo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:46:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado de trabalho brasileiro voltou a apresentar sinais de fortalecimento. A taxa de desemprego ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio, o menor índice já registrado para esse período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de trabalho brasileiro voltou a apresentar sinais de fortalecimento. A taxa de desemprego ficou em 5,6% no trimestre encerrado em maio, o menor índice já registrado para esse período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa nova queda em relação ao trimestre encerrado em fevereiro, quando a taxa era de 5,8%, e também melhora na comparação com os 6,2% registrados no mesmo período de 2025.</p>
<p>Os dados mostram que o número de brasileiros em busca de trabalho continua diminuindo. A população desocupada foi estimada em aproximadamente 6,1 milhões de pessoas, uma redução de cerca de 9,3% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Ao mesmo tempo, o país registrou aumento na quantidade de pessoas empregadas, que chegou a 102,7 milhões de trabalhadores, reforçando a tendência de expansão do mercado de trabalho.</p>
<p>Outro indicador positivo divulgado pelo IBGE foi o rendimento médio real habitual dos trabalhadores, que permaneceu em R$ 3.726. O valor representa estabilidade em relação ao trimestre anterior e crescimento de 4% na comparação com igual período de 2025, já descontados os efeitos da inflação.</p>
<p>A pesquisa também aponta estabilidade entre os trabalhadores com carteira assinada no setor privado. O contingente chegou a 39,3 milhões de pessoas, enquanto o número de empregados sem carteira permaneceu em torno de 13,4 milhões. Os trabalhadores por conta própria também mantiveram estabilidade, totalizando cerca de 26 milhões de brasileiros.</p>
<p>A informalidade apresentou nova redução. Segundo o levantamento, 37,3% da população ocupada trabalhava em atividades informais no trimestre encerrado em maio, índice inferior aos 37,5% registrados no trimestre anterior e aos 37,8% observados um ano antes. A queda indica avanço gradual da formalização do mercado de trabalho brasileiro.</p>
<p>Outro dado que reforça a melhora nas condições do emprego foi a redução da taxa composta de subutilização da força de trabalho, indicador que reúne desempregados, pessoas que trabalham menos horas do que gostariam e trabalhadores desalentados. O percentual caiu para 13,3%, mantendo a trajetória de redução observada ao longo dos últimos levantamentos.</p>
<p>Os resultados divulgados pelo IBGE confirmam uma sequência de indicadores positivos para o mercado de trabalho brasileiro ao longo dos últimos meses. Após encerrar 2025 com a menor taxa média anual de desemprego da série histórica, o país segue registrando novos recordes de ocupação e redução da desocupação em 2026.</p>
<p>Embora os indicadores demonstrem um cenário mais favorável para o emprego, economistas continuam acompanhando fatores como inflação, taxa de juros, ritmo da atividade econômica e investimentos, que poderão influenciar o comportamento do mercado de trabalho nos próximos meses. A expectativa é que a continuidade do crescimento econômico contribua para manter a geração de vagas e a recuperação da renda dos trabalhadores.</p>
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		<title>Inflação desacelera em junho, mas alimentos e energia mantêm pressão sobre o bolso dos brasileiros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-desacelera-em-junho-mas-alimentos-e-energia-mantem-pressao-sobre-o-bolso-dos-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 14:35:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[prévia]]></category>
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					<description><![CDATA[A prévia da inflação brasileira apresentou desaceleração em junho, indicando uma redução no ritmo de crescimento dos preços ao consumidor. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 0,41% no mês, resultado inferior aos verificados em maio, quando ficou em 0,62%, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prévia da inflação brasileira apresentou desaceleração em junho, indicando uma redução no ritmo de crescimento dos preços ao consumidor. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 0,41% no mês, resultado inferior aos verificados em maio, quando ficou em 0,62%, e em abril, que havia alcançado 0,89%.</p>
<p>Apesar da perda de força na comparação mensal, o acumulado dos últimos 12 meses chegou a 4,8%, acima dos 4,64% observados no levantamento anterior. O indicador funciona como uma prévia da inflação oficial do país e serve como termômetro para acompanhar a evolução dos preços antes da divulgação do IPCA consolidado.</p>
<p>O resultado divulgado pelo IBGE ficou acima da expectativa de parte do mercado financeiro. De acordo com projeções reunidas pelo Banco Central no Boletim Focus, a mediana das estimativas apontava para uma inflação de 0,32% em junho.</p>
<p>Entre os nove grupos de produtos e serviços analisados pela pesquisa, alimentação e habitação foram os que mais influenciaram o resultado do mês. Juntos, responderam por aproximadamente dois terços da variação total registrada pelo índice.</p>
<p>O grupo de alimentação e bebidas apresentou avanço de 0,74%, exercendo o maior impacto individual sobre a inflação de junho. Embora os preços continuem em alta, o ritmo de crescimento foi menor do que o registrado em maio, quando a alimentação no domicílio havia subido 1,73%. Em junho, essa mesma categoria avançou 0,87%.</p>
<p>Os maiores aumentos foram observados em produtos básicos da mesa dos brasileiros. A batata-inglesa liderou as altas, com elevação de 29,42%. Na sequência aparecem o tomate, que ficou 17,27% mais caro, o feijão-carioca, com aumento de 14,29%, e a cebola, que registrou alta de 9,54%.</p>
<p>O levantamento mostra ainda que alguns alimentos acumularam valorizações expressivas ao longo do primeiro semestre. O tomate apresentou aumento superior a 103% no período, seguido pela cenoura, que avançou 103,10%, e pela batata-inglesa, com alta acumulada de 100,20%. Segundo especialistas, fatores climáticos têm exercido influência direta sobre os custos desses produtos agrícolas.</p>
<p>Outro fator de destaque no índice de junho foi a elevação das despesas com habitação. O grupo registrou alta de 0,72%, impulsionado principalmente pelo aumento da energia elétrica residencial, que subiu 2,04% no mês e representou o maior impacto individual entre todos os itens pesquisados.</p>
<p>A principal explicação para esse avanço está na adoção da bandeira tarifária amarela, que acrescenta cobrança extra nas contas de energia elétrica. A medida foi aplicada diante da previsão de chuvas abaixo da média e do aumento esperado no consumo de eletricidade em diversas regiões do país.</p>
<p>O cenário climático também influencia diretamente os custos de geração de energia. Com menor volume de água nos reservatórios das hidrelétricas, cresce a necessidade de acionamento de usinas termelétricas, cuja operação possui custo mais elevado.</p>
<p>Além da bandeira tarifária, reajustes autorizados para distribuidoras que atuam em cidades como Belo Horizonte, Recife, Fortaleza e Salvador também contribuíram para elevar o custo médio da eletricidade no país.</p>
<p>No setor de transportes, o comportamento dos preços foi mais equilibrado. Enquanto as passagens aéreas registraram aumento de 7,24%, os combustíveis apresentaram recuo médio de 1,22%, ajudando a conter uma pressão inflacionária maior.</p>
<p>O etanol foi o combustível que apresentou a maior redução no período, com queda de 5,30%. A gasolina ficou 0,73% mais barata, enquanto o óleo diesel registrou retração de 1,47%. Esses recuos tiveram influência positiva sobre o resultado geral da inflação.</p>
<p>O IPCA-15 utiliza metodologia semelhante à do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado o indicador oficial da inflação brasileira e referência para a política de metas do governo federal. Atualmente, a meta central de inflação é de 3% ao ano, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>A principal diferença entre os dois indicadores está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica da pesquisa. No caso do IPCA-15 divulgado agora, os dados foram levantados entre os dias 16 de maio e 16 de junho.</p>
<p>A pesquisa considera famílias com renda mensal entre um e 40 salários mínimos e acompanha a variação dos preços em diversas regiões metropolitanas do país, além de Brasília e Goiânia.</p>
<p>O resultado definitivo da inflação oficial de junho será conhecido no próximo dia 10 de julho, quando o IBGE divulgará o IPCA completo, indicador que serve de referência para decisões econômicas, projeções de mercado e definição da política monetária brasileira.</p>
<div class="linha-fina-noticia"></div>
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