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	<title>Direitos Humanos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Direitos Humanos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Trabalho escravo doméstico expõe violações invisíveis dentro de casas no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/trabalho-escravo-domestico-expoe-violacoes-invisiveis-dentro-de-casas-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 13:33:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos da Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho escravo doméstico]]></category>
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					<description><![CDATA[O programa Caminhos da Reportagem dedica sua edição desta semana a um tema ainda pouco visível: o trabalho escravo doméstico no Brasil. A produção revela como situações de exploração persistem dentro de residências, muitas vezes longe do olhar das autoridades e da sociedade. A reportagem destaca que esse tipo de violação costuma ocorrer em ambientes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O programa Caminhos da Reportagem dedica sua edição desta semana a um tema ainda pouco visível: o trabalho escravo doméstico no Brasil. A produção revela como situações de exploração persistem dentro de residências, muitas vezes longe do olhar das autoridades e da sociedade.</p>
<p>A reportagem destaca que esse tipo de violação costuma ocorrer em ambientes privados, o que dificulta denúncias e fiscalizações. Em muitos casos, as vítimas são mulheres levadas ainda jovens para trabalhar em casas de família, sob promessas de estudo ou melhores condições de vida, mas acabam submetidas a jornadas exaustivas, sem salário adequado e privadas de liberdade.</p>
<p>O trabalho análogo à escravidão é caracterizado por condições degradantes, restrição de locomoção, jornadas excessivas ou servidão por dívida — práticas que violam direitos fundamentais e a dignidade humana.</p>
<p>Dados recentes mostram que, embora a maioria dos resgates ocorra em áreas rurais, os casos envolvendo trabalho doméstico tendem a ser subnotificados, reflexo da naturalização histórica desse tipo de exploração.</p>
<p>A edição também resgata episódios emblemáticos que ajudaram a trazer visibilidade ao problema, como o caso de uma trabalhadora mantida por décadas em condições análogas à escravidão dentro de uma residência, situação que impulsionou denúncias e ações de fiscalização no país.</p>
<p>Especialistas ouvidos pelo programa ressaltam que o enfrentamento desse crime exige não apenas fiscalização, mas também mudança cultural, já que a relação entre empregadores e trabalhadores domésticos ainda carrega marcas históricas de desigualdade no Brasil.</p>
<p>Ao dar voz às vítimas e apresentar o trabalho das autoridades responsáveis pelo resgate e acolhimento, o programa busca ampliar o debate público e reforçar a necessidade de denunciar situações de abuso. A exibição reforça que, apesar dos avanços legais, o trabalho escravo contemporâneo ainda é uma realidade que precisa ser combatida com mais rigor e conscientização social.</p>
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		<title>Zuzu Angel: há 50 anos, estilista transformou a dor de mãe em denúncia contra a ditadura</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/zuzu-angel-ha-50-anos-estilista-transformou-a-dor-de-mae-em-denuncia-contra-a-ditadura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:21:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Denúncias]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Estilista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Zuzu Angel]]></category>
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					<description><![CDATA[Cinco décadas após sua morte, a trajetória de Zuzu Angel segue como um dos exemplos mais marcantes de enfrentamento à ditadura militar no Brasil. Reconhecida internacionalmente como estilista, ela transformou a própria dor em uma poderosa forma de denúncia contra a repressão estatal. A virada em sua vida ocorreu em 1971, quando seu filho, Stuart [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cinco décadas após sua morte, a trajetória de Zuzu Angel segue como um dos exemplos mais marcantes de enfrentamento à ditadura militar no Brasil. Reconhecida internacionalmente como estilista, ela transformou a própria dor em uma poderosa forma de denúncia contra a repressão estatal.</p>
<p>A virada em sua vida ocorreu em 1971, quando seu filho, Stuart Angel, foi preso, torturado e morto por agentes do regime. A partir desse momento, Zuzu iniciou uma intensa mobilização para localizar o corpo do filho e responsabilizar o Estado pelo crime, enfrentando diretamente o aparato repressivo.</p>
<figure id="attachment_89876" aria-describedby="caption-attachment-89876" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-89876" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Acidente-de-carro-com-a-estilista-Zuzu-Angel-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C467&#038;ssl=1" alt="Acidente De Carro Com A Estilista Zuzu Angel - Expresso Carioca" width="754" height="467" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Acidente-de-carro-com-a-estilista-Zuzu-Angel-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Acidente-de-carro-com-a-estilista-Zuzu-Angel-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C186&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Acidente-de-carro-com-a-estilista-Zuzu-Angel-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C93&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Acidente-de-carro-com-a-estilista-Zuzu-Angel-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C465&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89876" class="wp-caption-text">Acidente de carro com a estilista Zuzu Angel (Divulgação/Comissão Nacional da Verdade) &#8211; Arquivo O Globo</figcaption></figure>
<p>Durante cerca de cinco anos, a estilista passou a denunciar o desaparecimento do filho dentro e fora do país, utilizando sua projeção internacional para chamar atenção de autoridades estrangeiras, jornalistas e organismos de direitos humanos. Essa estratégia ampliou a visibilidade das violações cometidas no Brasil em um período marcado por censura e silêncio interno.</p>
<p>A maternidade tornou-se um elemento central de sua atuação política. Ao se apresentar como mãe em busca de justiça, Zuzu mobilizou a opinião pública por meio de uma narrativa emocional e humanizada, capaz de sensibilizar setores que muitas vezes ignoravam denúncias feitas por grupos armados ou militantes políticos.</p>
<p>Além das denúncias diretas, ela incorporou a crítica ao regime em seu próprio trabalho. Desfiles e coleções passaram a exibir símbolos que remetiam à violência e à repressão, como anjos feridos, figuras de luto, pássaros presos e referências militares. A moda, nesse contexto, foi utilizada como linguagem política e ferramenta de contestação.</p>
<figure id="attachment_89877" aria-describedby="caption-attachment-89877" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-89877" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Hildegard-Angel-jornalista-e-filha-de-Zuzu-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C391&#038;ssl=1" alt="Hildegard Angel, Jornalista E Filha De Zuzu - Expresso Carioca" width="754" height="391" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Hildegard-Angel-jornalista-e-filha-de-Zuzu-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Hildegard-Angel-jornalista-e-filha-de-Zuzu-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C156&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Hildegard-Angel-jornalista-e-filha-de-Zuzu-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C78&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/14-Hildegard-Angel-jornalista-e-filha-de-Zuzu-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C389&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89877" class="wp-caption-text">Hildegard Angel, jornalista e filha de Zuzu. &#8211; Foto: TV Brasil/Reprodução</figcaption></figure>
<p>A atuação firme e pública de Zuzu Angel a colocou em confronto direto com o regime militar. Ao longo desse período, ela recebeu ameaças constantes e chegou a declarar a pessoas próximas que, caso morresse, seria vítima de perseguição política.</p>
<p>Em 1976, aos 53 anos, a estilista morreu após um carro ser lançado contra o seu veículo no Rio de Janeiro, em um episódio oficialmente tratado à época como acidente. Décadas depois, investigações confirmaram que sua morte foi resultado de uma ação do Estado brasileiro.</p>
<p>O legado de Zuzu Angel permanece como referência na luta por direitos humanos. Sua história evidencia que a resistência ao autoritarismo pode assumir diferentes formas — inclusive por meio da arte, da cultura e da mobilização afetiva — e que a busca por justiça pode transformar experiências pessoais em causas coletivas.</p>
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		<title>Mais de 60% das famílias em favelas enfrentam insegurança alimentar no Brasil, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 22:57:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Desiderata]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo recente revelou que a insegurança alimentar segue como um dos principais desafios nas favelas brasileiras. De acordo com pesquisa do Instituto Desiderata, 60,7% das famílias que vivem nesses territórios enfrentam algum nível de dificuldade para garantir acesso regular a alimentos. O levantamento, intitulado Ambientes alimentares em favelas, analisou 900 domicílios em três localidades: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo recente revelou que a insegurança alimentar segue como um dos principais desafios nas favelas brasileiras. De acordo com pesquisa do Instituto Desiderata, 60,7% das famílias que vivem nesses territórios enfrentam algum nível de dificuldade para garantir acesso regular a alimentos.</p>
<p>O levantamento, intitulado <em>Ambientes alimentares em favelas</em>, analisou 900 domicílios em três localidades: Complexo da Maré e Caramujo, no Rio de Janeiro, e Coque, em Pernambuco. Os dados mostram que a realidade nessas regiões é marcada por limitações econômicas e estruturais que impactam diretamente a alimentação das famílias.</p>
<figure id="attachment_89854" aria-describedby="caption-attachment-89854" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-89854" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Pesquisa-mostra-que-inseguranca-alimentar-atinge-mais-de-60-das-familias-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C451&#038;ssl=1" alt="Pesquisa Mostra Que Insegurança Alimentar Atinge Mais De 60% Das Famílias Em Favelas - Expresso Carioca" width="754" height="451" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Pesquisa-mostra-que-inseguranca-alimentar-atinge-mais-de-60-das-familias-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Pesquisa-mostra-que-inseguranca-alimentar-atinge-mais-de-60-das-familias-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Pesquisa-mostra-que-inseguranca-alimentar-atinge-mais-de-60-das-familias-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Pesquisa-mostra-que-inseguranca-alimentar-atinge-mais-de-60-das-familias-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C449&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89854" class="wp-caption-text">Pesquisa mostra que insegurança alimentar atinge mais de 60% das famílias em favelas &#8211; Instituto Desiderata/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Além da falta de acesso adequado à comida, o estudo evidencia um fenômeno crescente: a chamada “dupla carga da má nutrição”. Isso significa que a fome convive com o excesso de peso, especialmente entre crianças. Entre aquelas com idade entre 5 e 10 anos, 34,7% apresentam sobrepeso ou obesidade, indicando um padrão alimentar baseado em produtos menos saudáveis.</p>
<p>O cenário é influenciado por diversos fatores. O preço dos alimentos aparece como uma das principais barreiras, dificultando o consumo de itens frescos e nutritivos. Ao mesmo tempo, alimentos ultraprocessados, mais baratos e acessíveis, acabam sendo consumidos com maior frequência.</p>
<p>Outro obstáculo relevante é o acesso físico aos pontos de venda. Parte significativa dos moradores precisa percorrer longas distâncias para comprar alimentos, muitas vezes a pé, o que limita ainda mais as opções disponíveis no dia a dia.</p>
<p>A pesquisa também aponta que a responsabilidade pela alimentação das famílias recai majoritariamente sobre mulheres, em sua maioria negras, evidenciando a relação entre insegurança alimentar e desigualdades sociais.</p>
<figure id="attachment_89855" aria-describedby="caption-attachment-89855" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-89855" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Principais-dados-da-pesquisa-Ambientes-alimentares-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C451&#038;ssl=1" alt="Principais Dados Da Pesquisa Ambientes Alimentares Em Favelas - Expresso Carioca" width="754" height="451" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Principais-dados-da-pesquisa-Ambientes-alimentares-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Principais-dados-da-pesquisa-Ambientes-alimentares-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Principais-dados-da-pesquisa-Ambientes-alimentares-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/13-Principais-dados-da-pesquisa-Ambientes-alimentares-em-favelas-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C449&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89855" class="wp-caption-text">Principais dados da pesquisa Ambientes alimentares em favelas: percepção sobre o acesso aos alimentos de moradores de favelas brasileiras &#8211; Instituto Desiderata/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Apesar de avanços recentes nos indicadores nacionais — com queda geral da insegurança alimentar no país — especialistas alertam que os dados das favelas mostram uma realidade distinta, onde a vulnerabilidade permanece elevada e exige políticas públicas específicas e direcionadas.</p>
<p>O estudo reforça que o combate à fome nesses territórios passa não apenas pelo aumento da renda, mas também pela melhoria do acesso a alimentos de qualidade, infraestrutura urbana e ações que reduzam desigualdades históricas nas grandes cidades brasileiras.</p>
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		<title>Podcast revela ligação de executivo da Nestlé com torturador durante a ditadura militar no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[agência nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Nestlé]]></category>
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		<category><![CDATA[Perdas e Danos]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>
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					<description><![CDATA[Um episódio recente do podcast Golpe de 1964: Perdas e Danos trouxe à tona novas informações sobre a relação entre o setor empresarial e a ditadura militar brasileira, destacando a atuação de um executivo da Nestlé que teria contratado um torturador ligado ao regime. A revelação integra o segundo episódio da nova temporada da produção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um episódio recente do podcast <em>Golpe de 1964: Perdas e Danos</em> trouxe à tona novas informações sobre a relação entre o setor empresarial e a ditadura militar brasileira, destacando a atuação de um executivo da Nestlé que teria contratado um torturador ligado ao regime.</p>
<figure id="attachment_89794" aria-describedby="caption-attachment-89794" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-89794" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-Registros-das-contribuicoes-do-entao-presidente-da-Nestle-Brasil-Gualter-Mano-para-o-IPES-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C451&#038;ssl=1" alt="Registros Das Contribuições Do Então Presidente Da Nestlé Brasil Gualter Mano, Para O IPES - Expresso Carioca" width="754" height="451" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-Registros-das-contribuicoes-do-entao-presidente-da-Nestle-Brasil-Gualter-Mano-para-o-IPES-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-Registros-das-contribuicoes-do-entao-presidente-da-Nestle-Brasil-Gualter-Mano-para-o-IPES-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-Registros-das-contribuicoes-do-entao-presidente-da-Nestle-Brasil-Gualter-Mano-para-o-IPES-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-Registros-das-contribuicoes-do-entao-presidente-da-Nestle-Brasil-Gualter-Mano-para-o-IPES-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C449&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89794" class="wp-caption-text">Registros das contribuições do então presidente da Nestlé Brasil Gualter Mano, para o IPES. &#8211; Foto: Arquivo Nacional/Divulgação</figcaption></figure>
<p>A revelação integra o segundo episódio da nova temporada da produção da Radioagência Nacional, que investiga o papel de grandes empresas no apoio político e financeiro ao período de exceção iniciado em 1964. A apuração reúne documentos históricos e dados de órgãos oficiais para reconstruir essas conexões.</p>
<figure id="attachment_89792" aria-describedby="caption-attachment-89792" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-89792" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-Ballarin-tenta-isentar-a-Nestle-pela-morte-de-bebes-por-causa-do-uso-de-leite-em-po-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C277&#038;ssl=1" alt="Ballarin Tenta Isentar A Nestlé Pela Morte De Bebês Por Causa Do Uso De Leite Em Pó - Expresso Carioca" width="463" height="277" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-Ballarin-tenta-isentar-a-Nestle-pela-morte-de-bebes-por-causa-do-uso-de-leite-em-po-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-Ballarin-tenta-isentar-a-Nestle-pela-morte-de-bebes-por-causa-do-uso-de-leite-em-po-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-Ballarin-tenta-isentar-a-Nestle-pela-morte-de-bebes-por-causa-do-uso-de-leite-em-po-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-89792" class="wp-caption-text">Ballarin tenta isentar a Nestlé pela morte de bebês por causa do uso de leite em pó, durante audiência no Senado dos Estados Unidos, em 1978. &#8211; Frame: Nestle Boycott/Youtube</figcaption></figure>
<p>De acordo com a investigação, registros indicam que a empresa realizou contribuições financeiras, por meio de seus representantes, ao IPES — entidade formada por empresários e militares que atuou na articulação do golpe que instaurou a ditadura. Comprovantes dessas doações estão preservados no acervo do Arquivo Nacional.</p>
<p>Além do financiamento, o conteúdo aponta que houve contratação de um agente envolvido diretamente em práticas de tortura durante o regime, evidenciando uma relação mais profunda entre setores empresariais e o aparato repressivo do Estado. O episódio destaca que esse tipo de colaboração não se limitou a uma única empresa, mas fez parte de uma rede mais ampla de apoio ao regime autoritário.</p>
<figure id="attachment_89795" aria-describedby="caption-attachment-89795" style="width: 463px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-89795" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-Turbina-geradora-de-Itaipu-as-turbinas-foram-fornecidas-pelo-consorcio-CIEM-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C277&#038;ssl=1" alt="Turbina Geradora De Itaipu As Turbinas Foram Fornecidas Pelo Consórcio CIEM - Expresso Carioca" width="463" height="277" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-Turbina-geradora-de-Itaipu-as-turbinas-foram-fornecidas-pelo-consorcio-CIEM-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-Turbina-geradora-de-Itaipu-as-turbinas-foram-fornecidas-pelo-consorcio-CIEM-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-Turbina-geradora-de-Itaipu-as-turbinas-foram-fornecidas-pelo-consorcio-CIEM-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C90&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-89795" class="wp-caption-text">urbina geradora de Itaipu: as turbinas foram fornecidas pelo consórcio CIEM, do qual a Brown Boveri fazia parte. &#8211; Foto: Memória de Eletricidade/Divulgação</figcaption></figure>
<p>A série também contextualiza o cenário da época, marcado pela participação de empresas no financiamento de estruturas como a Operação Bandeirantes (Oban), conhecida por atuar na repressão a opositores políticos. Segundo a apuração, esse apoio empresarial contribuiu para a consolidação de mecanismos de vigilância, perseguição e violência institucional.</p>
<p>O podcast integra um conjunto de iniciativas que buscam aprofundar o debate sobre memória, verdade e responsabilidade histórica, ao revisitar o papel de agentes privados durante a ditadura militar brasileira. A divulgação desses dados reforça a importância da preservação documental e da investigação jornalística para esclarecer episódios ainda pouco conhecidos desse período.</p>
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		<title>Nova lei reforça autonomia feminina e muda regras para desistência de denúncias de violência doméstica</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/nova-lei-reforca-autonomia-feminina-e-muda-regras-para-desistencia-de-denuncias-de-violencia-domestica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 14:52:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Entrou em vigor nesta terça-feira (7) uma mudança na legislação brasileira que altera os procedimentos em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. A nova norma estabelece que a chamada audiência de retratação — momento em que a vítima pode desistir da denúncia contra o agressor — somente poderá ser realizada se houver [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entrou em vigor nesta terça-feira (7) uma mudança na legislação brasileira que altera os procedimentos em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. A nova norma estabelece que a chamada audiência de retratação — momento em que a vítima pode desistir da denúncia contra o agressor — somente poderá ser realizada se houver solicitação expressa da própria mulher.</p>
<p>A alteração foi oficializada por meio da Lei nº 15.380/2026, publicada no Diário Oficial da União, e modifica dispositivos da Lei Maria da Penha. A partir de agora, não será mais possível que esse tipo de audiência seja marcado automaticamente pelo sistema de Justiça, sem uma manifestação clara da vítima.</p>
<p>Além disso, a legislação determina que qualquer decisão de desistência da queixa deve ser apresentada diretamente ao juiz, podendo ocorrer de forma oral ou por escrito. Esse procedimento precisa acontecer antes do recebimento formal da denúncia pelo magistrado responsável pelo caso.</p>
<p>Na prática, a mudança redefine o papel da audiência de retratação, que passa a servir exclusivamente para confirmar a vontade da vítima de não prosseguir com a ação. Após o aceite da denúncia pela Justiça, não será mais possível solicitar esse tipo de audiência, o que reforça a seriedade do processo judicial.</p>
<p>A nova regra tem como objetivo reduzir situações de pressão, constrangimento ou interferência externa que possam levar mulheres a desistirem da denúncia. Ao exigir uma manifestação prévia e voluntária, a lei busca garantir que a decisão seja tomada de forma consciente e sem coação.</p>
<p>A proposta que deu origem à medida foi o Projeto de Lei 3.112/2023, de autoria da deputada federal Laura Carneiro. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados e, posteriormente, pelo Senado em março deste ano, durante o período de debates voltados ao Mês da Mulher no Congresso Nacional.</p>
<p>Especialistas e parlamentares envolvidos na tramitação destacam que a mudança fortalece a proteção às vítimas ao evitar a chamada revitimização — quando a mulher é exposta novamente a situações que relembram a violência sofrida — e assegura maior autonomia nas decisões dentro do processo judicial.</p>
<p>Com a atualização da legislação, o sistema de Justiça passa a adotar critérios mais rigorosos para a desistência de denúncias, priorizando a vontade expressa da vítima e ampliando mecanismos de proteção em casos de violência doméstica no país.</p>
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		<item>
		<title>Acampamento Terra Livre 2026 deve reunir mais de 7 mil indígenas em Brasília</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/acampamento-terra-livre-2026-deve-reunir-mais-de-7-mil-indigenas-em-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 15:02:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Acampamento Terra Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Acampamento Terra Livre 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Apib]]></category>
		<category><![CDATA[ATL]]></category>
		<category><![CDATA[ATL 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Caricoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Povos Indigenas]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[A 22ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL) deve reunir mais de 7 mil participantes em Brasília entre os dias 5 e 11 de abril de 2026. Considerado o principal encontro político dos povos indígenas no país, o evento reúne lideranças de diversas regiões para discutir pautas centrais relacionadas à garantia de direitos e à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 22ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL) deve reunir mais de 7 mil participantes em Brasília entre os dias 5 e 11 de abril de 2026. Considerado o principal encontro político dos povos indígenas no país, o evento reúne lideranças de diversas regiões para discutir pautas centrais relacionadas à garantia de direitos e à proteção dos territórios.</p>
<figure id="attachment_89723" aria-describedby="caption-attachment-89723" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-89723" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/06-Coordenador-executivo-da-Articulacao-dos-Povos-Indigenas-do-Brasil-Apib-Dinamam-Tuxa-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="Coordenador Executivo Da Articulação Dos Povos Indígenas Do Brasil (Apib), Dinamam Tuxá - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/06-Coordenador-executivo-da-Articulacao-dos-Povos-Indigenas-do-Brasil-Apib-Dinamam-Tuxa-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/06-Coordenador-executivo-da-Articulacao-dos-Povos-Indigenas-do-Brasil-Apib-Dinamam-Tuxa-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/06-Coordenador-executivo-da-Articulacao-dos-Povos-Indigenas-do-Brasil-Apib-Dinamam-Tuxa-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-89723" class="wp-caption-text">Coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Dinamam Tuxá fala à Agência Brasil &#8211; Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Organizado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), o acampamento ocorre anualmente na capital federal e funciona como espaço de articulação nacional. A mobilização reúne representantes de diferentes etnias, além de organizações sociais, especialistas e apoiadores da causa indígena.</p>
<p>Neste ano, o encontro tem como tema “Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós”, reforçando a defesa dos territórios e a resistência frente a pressões como mineração, agronegócio e grandes empreendimentos.</p>
<p>Ao longo da programação, estão previstas plenárias, atos públicos, debates e marchas, com foco em temas como demarcação de terras, políticas públicas, saúde, educação e preservação ambiental. O evento também funciona como espaço de denúncia de violações de direitos e de construção de propostas para o fortalecimento das comunidades indígenas.</p>
<figure id="attachment_89722" aria-describedby="caption-attachment-89722" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-89722" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/06-Acampamento-Terra-Livre-ATL-chega-a-22a-edicao-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Acampamento Terra Livre (ATL) Chega à 22ª Edição - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/06-Acampamento-Terra-Livre-ATL-chega-a-22a-edicao-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/06-Acampamento-Terra-Livre-ATL-chega-a-22a-edicao-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/06-Acampamento-Terra-Livre-ATL-chega-a-22a-edicao-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/06-Acampamento-Terra-Livre-ATL-chega-a-22a-edicao-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-89722" class="wp-caption-text">Acampamento Terra Livre (ATL) chega à 22ª edição &#8211; Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A expectativa de público segue o histórico recente do evento. Em edições anteriores, o ATL chegou a reunir mais de 8 mil participantes, com representantes de cerca de 200 povos indígenas de todas as regiões do país.</p>
<p>Criado em 2004, o Acampamento Terra Livre se consolidou como a maior assembleia indígena do Brasil, sendo um dos principais espaços de mobilização e diálogo político dos povos originários. Ao longo dos anos, o evento tem desempenhado papel central na pressão por políticas públicas e na defesa dos direitos constitucionais indígenas.</p>
<p>Com mais uma edição marcada por ampla participação, o ATL 2026 reforça a presença dos povos indígenas no cenário político nacional e amplia o debate sobre questões ambientais e sociais consideradas estratégicas para o futuro do país.</p>
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		<title>Audiência de jovem vítima de tentativa de feminicídio no RJ é marcada para 15 de abril</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/audiencia-de-jovem-vitima-de-tentativa-de-feminicidio-no-rj-e-marcada-para-15-de-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:52:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça do Rio de Janeiro marcou para o próximo dia 15 de abril a primeira audiência do caso envolvendo a jovem Alana Anísio, de 20 anos, vítima de uma tentativa de feminicídio em São Gonçalo, na região metropolitana fluminense. O julgamento inicial será realizado às 14h, no Fórum Regional de Alcântara. O crime ocorreu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça do Rio de Janeiro marcou para o próximo dia 15 de abril a primeira audiência do caso envolvendo a jovem Alana Anísio, de 20 anos, vítima de uma tentativa de feminicídio em São Gonçalo, na região metropolitana fluminense. O julgamento inicial será realizado às 14h, no Fórum Regional de Alcântara.</p>
<p>O crime ocorreu em 6 de fevereiro, quando a jovem foi atacada dentro da própria residência e atingida por 15 facadas. Segundo as investigações, o agressor — que já está preso — teria cometido o ataque após não aceitar a recusa de Alana em iniciar um relacionamento.</p>
<p>Após sobreviver ao episódio, a vítima passou por um longo período de internação, com necessidade de cirurgias e cuidados intensivos. Ela permaneceu hospitalizada por quase um mês, recebendo alta no início de março, e segue em recuperação em casa.</p>
<p>Nas redes sociais, a jovem tem se posicionado publicamente e convocado um ato por justiça no dia da audiência. Em suas manifestações, ela destaca a importância de denunciar a violência e reforça o alerta sobre a insegurança enfrentada por mulheres em diferentes ambientes, inclusive dentro de casa.</p>
<p>O caso ganhou repercussão nacional e reacendeu o debate sobre a violência de gênero no país, especialmente diante de episódios motivados pela não aceitação de rejeição por parte de mulheres. Para a vítima, o processo judicial representa não apenas a busca por punição ao agressor, mas também um passo importante para combater a impunidade em crimes dessa natureza.</p>
<p>A expectativa é que a audiência marque o início da tramitação judicial do caso, reunindo depoimentos e provas que irão embasar as próximas etapas do processo. Enquanto isso, familiares, amigos e apoiadores seguem mobilizados para acompanhar o andamento e pressionar por uma resposta rigorosa da Justiça.</p>
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		<title>Empresas ganham protagonismo no combate à violência de gênero e são apontadas como agentes de transformação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/empresas-ganham-protagonismo-no-combate-a-violencia-de-genero-e-sao-apontadas-como-agentes-de-transformacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 17:21:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicidio]]></category>
		<category><![CDATA[Márcio Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[MDIC]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Violência de Gênero]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresas brasileiras estão sendo chamadas a assumir um papel mais ativo no enfrentamento à violência contra mulheres e meninas, indo além de ações pontuais e adotando estratégias estruturadas dentro e fora do ambiente corporativo. A avaliação foi apresentada durante evento realizado no Rio de Janeiro, reunindo representantes do governo, instituições e lideranças empresariais. De acordo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Empresas brasileiras estão sendo chamadas a assumir um papel mais ativo no enfrentamento à violência contra mulheres e meninas, indo além de ações pontuais e adotando estratégias estruturadas dentro e fora do ambiente corporativo. A avaliação foi apresentada durante evento realizado no Rio de Janeiro, reunindo representantes do governo, instituições e lideranças empresariais.</p>
<p>De acordo com especialistas e autoridades presentes, o setor produtivo deve atuar em três frentes principais: prevenção, intervenção e acolhimento às vítimas. A proposta é que as empresas se tornem espaços seguros, capazes de identificar sinais de violência, oferecer suporte e contribuir para evitar que casos se agravem.</p>
<p>O debate ocorre em um contexto de números preocupantes. Dados recentes apontam que, no Brasil, cerca de seis mulheres são assassinadas por dia, totalizando aproximadamente 2,1 mil vítimas de feminicídio em um único ano, além de milhares de tentativas registradas.</p>
<p>Durante o encontro, representantes do governo destacaram que o combate à violência de gênero exige uma mudança cultural ampla, que não pode ficar restrita às políticas públicas. Nesse cenário, as empresas são vistas como peças estratégicas para promover novas práticas e influenciar comportamentos, especialmente no ambiente de trabalho.</p>
<p>A atuação empresarial também deve envolver suas cadeias produtivas, ampliando o alcance das ações para fornecedores e parceiros. A ideia é consolidar uma rede de responsabilidade compartilhada, capaz de fortalecer medidas de proteção e prevenção em diferentes níveis da sociedade.</p>
<p>Outro ponto destacado é a importância de iniciativas internas, como programas de conscientização, canais de denúncia e apoio psicológico às colaboradoras. Essas ações são consideradas fundamentais para identificar situações de risco e oferecer suporte adequado às vítimas.</p>
<p>Além disso, a articulação entre governo e setor privado tem sido apontada como essencial para enfrentar o problema de forma mais eficaz. A construção de políticas integradas e o engajamento de diferentes setores são vistos como caminhos para ampliar o alcance das medidas e reduzir os índices de violência.</p>
<p>Especialistas ressaltam ainda que a violência de gênero está diretamente ligada a padrões culturais enraizados, o que torna indispensável o envolvimento de toda a sociedade. Nesse contexto, o ambiente corporativo pode atuar como espaço de transformação, promovendo igualdade, respeito e conscientização.</p>
<p>Com isso, o fortalecimento da participação das empresas no enfrentamento à violência contra mulheres passa a ser tratado como uma estratégia central, capaz de contribuir não apenas para a proteção das vítimas, mas também para a construção de uma sociedade mais segura e igualitária.</p>
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		<title>Após cinco décadas, Estado reconhece censura e indeniza banda pernambucana perseguida pela ditadura</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/apos-cinco-decadas-estado-reconhece-censura-e-indeniza-banda-pernambucana-perseguida-pela-ditadura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 14:56:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Ave Sangria]]></category>
		<category><![CDATA[banda pernambucana]]></category>
		<category><![CDATA[Censura]]></category>
		<category><![CDATA[Ditadura Militar]]></category>
		<category><![CDATA[estado]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estado brasileiro decidiu indenizar a banda Ave Sangria, alvo de censura durante a ditadura militar, em um reconhecimento formal das violações sofridas pelos músicos. A medida foi aprovada pela Comissão de Anistia, vinculada ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, após análise do caso ocorrida na última semana. O grupo, surgido em Pernambuco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado brasileiro decidiu indenizar a banda Ave Sangria, alvo de censura durante a ditadura militar, em um reconhecimento formal das violações sofridas pelos músicos. A medida foi aprovada pela Comissão de Anistia, vinculada ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, após análise do caso ocorrida na última semana.</p>
<p>O grupo, surgido em Pernambuco e associado à cena psicodélica da década de 1970, teve sua trajetória abruptamente interrompida em 1974, quando o disco de estreia foi retirado do mercado por determinação do regime militar. A repressão ocorreu após a música “Seu Waldir” ganhar destaque nas rádios com uma narrativa considerada incompatível com os padrões morais impostos à época, levando ao recolhimento dos exemplares e ao cancelamento de projetos futuros da banda.</p>
<p>Com a proibição e as consequências comerciais, a carreira do grupo foi desestruturada. A gravadora suspendeu o lançamento de um segundo álbum, e a banda acabou se dissolvendo pouco tempo depois, só retomando atividades décadas mais tarde.</p>
<p>A decisão da Comissão reconheceu que os integrantes foram vítimas de perseguição política e cultural, o que resultou na concessão de uma reparação econômica mensal e vitalícia no valor de R$ 2 mil, além de pagamentos retroativos desde a formalização do pedido. O processo também incluiu um reconhecimento público dos danos causados pelo Estado brasileiro.</p>
<p>Segundo integrantes e representantes do colegiado, a medida tem caráter simbólico e reparador, ainda que não seja capaz de compensar integralmente as perdas profissionais e pessoais decorrentes da censura. A interrupção precoce da trajetória artística é apontada como um impacto irreversível para o grupo e para a produção cultural daquele período.</p>
<p>O vocalista Marco Polo destacou que a decisão traz alívio após décadas, mesmo sem recuperar as oportunidades perdidas ao longo da carreira. Já outros membros ressaltaram que o reconhecimento oficial representa um avanço na preservação da memória histórica e na valorização da democracia.</p>
<p>Apesar da repressão enfrentada, a banda voltou aos palcos nos anos 2010 e lançou um novo álbum em 2019, retomando sua produção artística. Em 2023, o grupo recebeu o título de patrimônio cultural imaterial do Recife, consolidando sua importância na história da música brasileira.</p>
<p>A decisão reforça o papel das políticas de anistia no Brasil, voltadas à reparação de violações cometidas durante o regime militar, e evidencia a importância da preservação da liberdade artística como um dos pilares fundamentais do Estado democrático.</p>
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		<title>Povo Fulni-ô promove imersão cultural na Chapada dos Veadeiros em abril</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/povo-fulni-o-promove-imersao-cultural-na-chapada-dos-veadeiros-em-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:22:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Chapada dos Veadeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Indigenas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma experiência de imersão cultural conduzida pelo povo Fulni-ô será realizada entre os dias 18 e 21 de abril, na Aldeia Multiétnica, localizada na Chapada dos Veadeiros. A proposta reúne participantes interessados em vivenciar práticas, tradições e conhecimentos ancestrais diretamente com uma das etnias indígenas do país. Durante os quatro dias de programação, estão previstas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma experiência de imersão cultural conduzida pelo povo Fulni-ô será realizada entre os dias 18 e 21 de abril, na Aldeia Multiétnica, localizada na Chapada dos Veadeiros. A proposta reúne participantes interessados em vivenciar práticas, tradições e conhecimentos ancestrais diretamente com uma das etnias indígenas do país.</p>
<p>Durante os quatro dias de programação, estão previstas rodas de conversa e palestras voltadas à apresentação da cultura Fulni-ô, além de debates sobre os desafios enfrentados pelos povos originários na atualidade. A iniciativa busca aproximar o público da realidade indígena por meio do contato direto e da troca de experiências.</p>
<p>Além das atividades formativas, a vivência inclui momentos de convivência coletiva em meio à natureza do Cerrado. Estão programados encontros ao redor da fogueira, reflexões em ambientes abertos e atividades em rios da região, promovendo integração entre participantes e o território natural.</p>
<p>De acordo com a organização, o encontro tem como objetivo fortalecer o intercâmbio cultural e ampliar o entendimento sobre os modos de vida indígenas. A proposta é que os visitantes tenham uma experiência participativa, levando consigo aprendizados relacionados à cultura, espiritualidade e formas de organização social desses povos.</p>
<p>A vivência de abril também antecipa uma programação mais ampla prevista para julho, quando a Aldeia Multiétnica receberá representantes de diversas etnias brasileiras em um evento de maior duração. A iniciativa reforça a proposta de criar um espaço contínuo de diálogo, valorização cultural e construção coletiva de conhecimento.</p>
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