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	<title>Saúde &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Fiocruz conclui transferência de tecnologia para fabricar principal medicamento contra o HIV destinado ao SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 16:25:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil deu mais um passo para fortalecer a produção nacional de medicamentos utilizados no combate ao HIV. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu o processo de transferência de tecnologia que permitirá a fabricação do dolutegravir, principal antirretroviral utilizado no tratamento da infecção pelo vírus e distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil deu mais um passo para fortalecer a produção nacional de medicamentos utilizados no combate ao HIV. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu o processo de transferência de tecnologia que permitirá a fabricação do dolutegravir, principal antirretroviral utilizado no tratamento da infecção pelo vírus e distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A produção em larga escala depende apenas da autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<p>O acordo de transferência tecnológica foi firmado em 2020 entre a ViiV Healthcare, empresa especializada em tratamentos para HIV pertencente à GSK, e o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz). Desde então, a instituição pública realizou investimentos para adaptar sua estrutura industrial, adquirir novos equipamentos, capacitar equipes e cumprir todas as exigências técnicas e regulatórias necessárias para internalizar a fabricação do medicamento.</p>
<p>Enquanto o processo de nacionalização era desenvolvido, Farmanguinhos já era responsável pela distribuição do medicamento ao SUS, utilizando comprimidos produzidos pela GSK. Desde 2022, mais de 739 milhões de cápsulas foram fornecidas ao sistema público de saúde. Em 2025, o instituto também passou a executar o controle de qualidade laboratorial do remédio.</p>
<p>Com a conclusão da transferência de tecnologia, três lotes do dolutegravir já foram produzidos e aprovados pela Fiocruz. Assim que a Anvisa conceder a autorização definitiva, os medicamentos poderão começar a ser distribuídos aos pacientes atendidos pelo SUS. Paralelamente, a instituição trabalha na validação do ingrediente farmacêutico ativo utilizado na fabricação do antirretroviral.</p>
<p>O projeto prevê ainda uma nova etapa de nacionalização: a produção da combinação entre dolutegravir e lamivudina, outro tratamento amplamente utilizado na rede pública. A expectativa é que essa formulação passe a ser fabricada por Farmanguinhos no próximo ano, ampliando a capacidade de abastecimento do SUS.</p>
<p>Atualmente, mais de 770 mil pessoas em tratamento contra o HIV no Brasil utilizam o dolutegravir. O medicamento é considerado uma das principais terapias antirretrovirais do mundo por sua elevada eficácia, baixa incidência de efeitos colaterais e capacidade de reduzir a carga viral a níveis indetectáveis, impedindo a progressão da doença. Desde 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda seu uso como tratamento preferencial de primeira e segunda linha para diferentes perfis de pacientes.</p>
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		<title>Inep divulga resultado definitivo da primeira etapa do Revalida 2026/1</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inep-divulga-resultado-definitivo-da-primeira-etapa-do-revalida-2026-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 14:05:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inep]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Os participantes da primeira etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2026/1 já podem acessar o resultado definitivo da avaliação documental. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) também disponibilizou o gabarito definitivo da prova objetiva, encerrando a fase de análise [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os participantes da primeira etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2026/1 já podem acessar o resultado definitivo da avaliação documental. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) também disponibilizou o gabarito definitivo da prova objetiva, encerrando a fase de análise dos recursos previstos no edital.</p>
<p>A divulgação ocorreu após a conclusão do período de recursos apresentados pelos candidatos que contestaram o resultado preliminar da documentação. As informações estão disponíveis na Página do Participante do Sistema Revalida e podem ser consultadas mediante acesso com a conta Gov.br.</p>
<p>Para ser aprovado na primeira etapa, o participante precisa atingir, no mínimo, 59 pontos na prova objetiva, composta por 100 questões, além de ter a documentação que comprova a conclusão do curso de Medicina em instituição estrangeira aprovada de acordo com os critérios estabelecidos pelo edital.</p>
<p>O Revalida é coordenado pelo Inep, em parceria com os ministérios da Educação e da Saúde, e tem como finalidade verificar se médicos formados no exterior possuem os conhecimentos, habilidades e competências exigidos para o exercício da profissão no Brasil, em conformidade com as diretrizes e necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>O processo de revalidação é composto por duas etapas. A primeira reúne provas teórica e objetiva, enquanto a segunda consiste em uma avaliação prática das competências clínicas dos candidatos. A aprovação no exame permite que universidades públicas participantes realizem a revalidação dos diplomas médicos obtidos fora do país, habilitando os profissionais a exercerem a medicina em território nacional.</p>
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		<title>Perder fôlego ao subir escada pode ser sinal de insuficiência cardíaca</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/perder-folego-ao-subir-escada-pode-ser-sinal-de-insuficiencia-cardiaca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[🔁 Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:32:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência cardíaca]]></category>
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		<category><![CDATA[Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)]]></category>
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					<description><![CDATA[Perder o fôlego ao subir uma escada pode não ser apenas falta de condicionamento físico. Nesta quinta-feira (09), a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) chama atenção para o Dia Nacional de Alerta contra a Insuficiência Cardíaca, doença que já afeta cerca de 1,7 milhão de brasileiros. Os principais sintomas são comuns: dificuldade respiratória durante esforço, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Perder o fôlego ao subir uma escada pode não ser apenas falta de condicionamento físico. Nesta quinta-feira (09), a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) chama atenção para o Dia Nacional de Alerta contra a Insuficiência Cardíaca, doença que já afeta cerca de 1,7 milhão de brasileiros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os principais sintomas são comuns: dificuldade respiratória durante esforço, fadiga muscular e retenção de líquidos. Por isso, podem ser confundidos com os efeitos do sedentarismo ou do envelhecimento. Mas de acordo com o cardiologista Marcus Simões, membro da SBC, é importantíssimo consultar um especialista.</p>
<blockquote><p>&#8220;Durante o esforço físico, o coração é mais requisitado. Quando você força a musculatura, ela tem que receber mais sangue, e aí o coração tem que bombear mais sangue. Então, é na hora do esforço que o coração usualmente demonstra que não está bem&#8221;</p></blockquote>
<p>A condição é mais frequente em idosos e mulheres. Simões, que coordena a diretriz brasileira de insuficiência cardíaca da entidade, acrescenta que a condição se desenvolve a partir de alguma outra doença cardíaca, como sequela de um infarto, por exemplo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Também pode se manifestar quando uma válvula do coração está doente, ou por doenças crônico-degenerativas, como diabetes e a hipertensão, que vão lesando lentamente o músculo do coração. Temos também algumas doenças regionais, como a doença de Chagas&#8221;, complementa o médico.</p></blockquote>
<p>Em decorrência, &#8220;o coração não consegue fazer o trabalho adequado de receber o sangue e bombeá-lo, para levar o sangue para diferentes tecidos do corpo&#8221;. Neste momento é que começam os sintomas, explica o médico.</p>
<p>Portanto, a insuficiência pode ser a primeira manifestação de diversas doenças graves. &#8220;O paciente pode ter múltiplas internações hospitalares, porque ele descompensa e tem um risco de mortalidade de 30% a 50% ao longo de 5 anos&#8221;, alerta Marcus Simões.</p>
<p>O diagnóstico é feito principalmente a partir do exame clínico do médico, confirmado por exames simples. &#8220;Para obter uma diferenciação e fechar o diagnóstico, a gente pode lançar mão do raio-x de tórax, ecocardiograma, ultrasson do coração e exames de sangue, com biomarcadores.&#8221;</p>
<p>Além disso, a insuficiência cardíaca pode ser controlada com remédios.Os principais medicamentos são distribuídos pelo Sistema Único de Saúde. No entanto, quando os pacientes não seguem o tratamento, podem desenvolver um quadro agudo, que geralmente exige internação.</p>
<p>De acordo com a SBC, cerca de 1/4 dos casos de descompensação ocorrem pela interrupção do tratamento. A piora do quadro também pode ser causada por infecções, arritmias, hipertensão, infarto e miocardite.</p>
<p>Outra medida essencial para o controle da doença é a reabilitação física: &#8220;Tanto o coração quanto a musculatura esquelética precisam de atividade física. A ideia é aliviar os sintomas, tratar a insuficiência cardíaca, tratar a doença de base que levou à insuficiência, para permitir que o paciente faça exercícios graduados e progressivos, para reassumir sua qualidade de vida.&#8221;</p>
<p>Essas orientações devem constar na nova diretriz brasileira para o tratamento da insuficiência cardíaca, que será lançada em outubro.</p>
<p>O documento vai reunir as evidências científicas mais atuais para orientar a prática clínica dos médicos do país e será apresentado durante o 81º Congresso Brasileiro de Cardiologia, no Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ministério da Saúde lança plano para preparar o SUS diante do El Niño e das mudanças climáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Padilha]]></category>
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		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde apresentou um plano nacional para fortalecer a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) aos impactos provocados pelas mudanças climáticas e pela possível intensificação do fenômeno El Niño nos próximos meses. A iniciativa busca preparar estados e municípios para enfrentar eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde apresentou um plano nacional para fortalecer a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) aos impactos provocados pelas mudanças climáticas e pela possível intensificação do fenômeno El Niño nos próximos meses. A iniciativa busca preparar estados e municípios para enfrentar eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas, queimadas e o aumento da circulação de doenças relacionadas às alterações do clima.</p>
<p>Batizado de AdaptaSUS, o programa reúne um conjunto de ações voltadas ao monitoramento de riscos, planejamento de respostas rápidas, qualificação das equipes de saúde e ampliação da capacidade de atendimento da rede pública em situações de emergência climática. Segundo o Ministério da Saúde, o objetivo é tornar o sistema mais resiliente diante dos efeitos cada vez mais frequentes das mudanças no clima.</p>
<p>Durante o lançamento da iniciativa, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que os efeitos do aquecimento global já são percebidos diretamente na saúde da população brasileira e exigem uma mudança na forma de planejamento das políticas públicas.</p>
<p>&#8220;A crise climática é, antes de mais nada, uma crise de saúde pública&#8221;, afirmou o ministro durante a apresentação do programa.</p>
<p>Entre as principais medidas previstas estão a criação de sistemas integrados de monitoramento climático e epidemiológico, o fortalecimento da vigilância em saúde, a ampliação da capacidade de resposta a desastres naturais e o desenvolvimento de protocolos específicos para situações de calor extremo, enchentes, secas prolongadas e incêndios florestais. A estratégia também prevê maior integração entre o Ministério da Saúde, estados, municípios e órgãos de defesa civil.</p>
<p>A preocupação do governo se intensifica diante das previsões meteorológicas que indicam alta probabilidade de formação do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Especialistas apontam que o aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico pode aumentar a ocorrência de eventos extremos em diferentes regiões do Brasil, provocando excesso de chuvas no Sul, estiagens prolongadas no Norte e Nordeste, além de favorecer ondas de calor e incêndios florestais.</p>
<p>O Ministério da Saúde alerta que essas alterações climáticas tendem a ampliar os riscos de diversas doenças. Temperaturas elevadas favorecem casos de desidratação, insolação e agravamento de doenças cardiovasculares e respiratórias. Já enchentes e alagamentos aumentam a exposição da população a enfermidades como leptospirose, hepatite A e doenças transmitidas por água contaminada. O cenário também pode favorecer a expansão de arboviroses, como dengue, chikungunya e zika, devido à proliferação do mosquito <em>Aedes aegypti</em>.</p>
<p>O plano prevê ainda investimentos na qualificação das equipes do SUS para atuação em situações de emergência, elaboração de protocolos clínicos específicos para eventos climáticos extremos e desenvolvimento de ferramentas capazes de antecipar riscos sanitários em diferentes regiões do país. A intenção é permitir respostas mais rápidas e reduzir os impactos sobre a população, especialmente entre idosos, crianças, gestantes, pessoas com doenças crônicas e comunidades socialmente vulneráveis.</p>
<p>Segundo o governo, a estratégia faz parte de um movimento mais amplo de adaptação das políticas públicas às mudanças climáticas, reconhecendo que eventos extremos tendem a se tornar mais frequentes nas próximas décadas. O fortalecimento do SUS é apontado como elemento fundamental para reduzir danos humanos, sociais e econômicos provocados por desastres ambientais.</p>
<p>Com a implementação do AdaptaSUS, o Ministério da Saúde pretende incorporar o planejamento climático às políticas permanentes da saúde pública brasileira, tornando o sistema mais preparado para responder aos desafios impostos pelo aquecimento global e pelos efeitos cada vez mais intensos de fenômenos como o El Niño.</p>
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		<item>
		<title>Ministério da Saúde reforça vacinação contra sarampo em São Paulo e Guarulhos após confirmação de casos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministerio-da-saude-reforca-vacinacao-contra-sarampo-em-sao-paulo-e-guarulhos-apos-confirmacao-de-casos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:50:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde intensificou as medidas de prevenção contra o sarampo após a confirmação de novos casos da doença na capital paulista. A pasta passou a recomendar a aplicação da chamada dose zero da vacina tríplice viral em crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes em São Paulo e Guarulhos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde intensificou as medidas de prevenção contra o sarampo após a confirmação de novos casos da doença na capital paulista. A pasta passou a recomendar a aplicação da chamada <strong>dose zero</strong> da vacina tríplice viral em crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes em São Paulo e Guarulhos, municípios considerados estratégicos pelo elevado fluxo de pessoas e pelo risco de disseminação do vírus.</p>
<p>A medida foi adotada depois da confirmação de três casos de sarampo em crianças menores de 2 anos na zona norte da capital paulista. Segundo o Ministério da Saúde, duas delas frequentavam a mesma creche e a terceira mora na mesma região. Todas apresentaram sintomas característicos da doença, como febre, manchas pelo corpo e problemas respiratórios, com diagnóstico confirmado por exames realizados pelo Instituto Adolfo Lutz e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p>Além da capital, Guarulhos também recebeu atenção especial por concentrar o maior aeroporto internacional do país, porta de entrada de milhares de passageiros vindos do exterior diariamente. Para reforçar a proteção da população, o governo federal informou que enviará aproximadamente 100 mil doses da vacina às duas cidades.</p>
<p>De acordo com o ministério, a chamada <strong>dose zero</strong> é uma aplicação adicional destinada exclusivamente aos bebês entre 6 meses e 11 meses e 29 dias. Ela não substitui as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação, que continuam sendo administradas aos 12 e aos 15 meses de idade. O objetivo é oferecer proteção antecipada às crianças mais vulneráveis em situações de maior risco de circulação do vírus.</p>
<p>A pasta ressaltou que os casos registrados são considerados, até o momento, provavelmente importados, ou seja, relacionados ao contato com pessoas infectadas vindas do exterior. Por isso, o episódio não altera o reconhecimento internacional do Brasil como país livre da circulação endêmica do sarampo.</p>
<p>Além da vacinação, autoridades sanitárias ampliaram as ações de vigilância epidemiológica. Entre as medidas adotadas estão a busca ativa de pessoas com sintomas suspeitos, identificação e monitoramento de contatos próximos dos pacientes, investigação dos casos e vacinação de bloqueio nas áreas consideradas de maior risco para impedir novas cadeias de transmissão.</p>
<p>O alerta também está relacionado ao cenário internacional. Os três países que sediaram a Copa do Mundo de 2026 — Estados Unidos, Canadá e México — enfrentam aumento expressivo no número de casos de sarampo, elevando o risco de importação da doença por viajantes brasileiros. Segundo dados do Ministério da Saúde, os Estados Unidos registraram mais de 2 mil casos em 2026 até 20 de junho. O México ultrapassou 11,7 mil casos neste ano, enquanto o Canadá contabiliza mais de mil confirmações.</p>
<p>Diante desse cenário, a recomendação é que todas as pessoas verifiquem sua situação vacinal antes de viagens internacionais. Crianças de 6 a 11 meses e 29 dias que forem viajar para áreas com circulação do vírus devem receber a dose zero. Já pessoas de até 29 anos sem comprovação de vacinação precisam ter duas doses da tríplice viral, enquanto adultos entre 30 e 59 anos devem possuir pelo menos uma dose registrada.</p>
<p>Considerado uma das doenças infecciosas mais contagiosas do mundo, o sarampo pode provocar complicações graves, especialmente em crianças pequenas e pessoas não vacinadas. Por isso, o Ministério da Saúde reforça que manter a caderneta de vacinação atualizada continua sendo a principal forma de evitar novos casos e preservar o status sanitário conquistado pelo Brasil nos últimos anos.</p>
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		<title>Butantan mantém pesquisa com idosos apesar da suspensão temporária da vacinação contra dengue</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/butantan-mantem-pesquisa-com-idosos-apesar-da-suspensao-temporaria-da-vacinacao-contra-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 00:54:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Butantan informou que continuará conduzindo o estudo clínico voltado à avaliação da vacina contra a dengue em pessoas com idade entre 60 e 79 anos, mesmo após a suspensão temporária da estratégia de vacinação com o imunizante no país. A pesquisa busca ampliar o conhecimento sobre a segurança e a resposta imunológica da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Butantan informou que continuará conduzindo o estudo clínico voltado à avaliação da vacina contra a dengue em pessoas com idade entre 60 e 79 anos, mesmo após a suspensão temporária da estratégia de vacinação com o imunizante no país. A pesquisa busca ampliar o conhecimento sobre a segurança e a resposta imunológica da vacina nessa faixa etária, que ainda não está contemplada na autorização atual de uso do produto.</p>
<p>A decisão ocorre em meio às investigações conduzidas pelo Ministério da Saúde, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e por especialistas em farmacovigilância após o registro de 42 casos de reações adversas graves em pessoas vacinadas. Entre esses episódios, três resultaram em internação hospitalar e dois evoluíram para óbito, situações que ainda estão sendo analisadas para verificar se possuem relação direta com o imunizante.</p>
<p>Segundo o Butantan, o ensaio clínico com idosos segue protocolos independentes da campanha de vacinação aplicada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo da pesquisa é avaliar se a resposta imunológica observada em pessoas acima de 60 anos é semelhante à registrada em adultos mais jovens que participaram das etapas anteriores dos estudos clínicos.</p>
<p>O estudo envolve 767 voluntários com idades entre 60 e 79 anos, além de um grupo de controle formado por 230 adultos de 40 a 59 anos. Os participantes estão sendo acompanhados em centros de pesquisa localizados nos estados do Rio Grande do Sul e do Paraná.</p>
<p>De acordo com o Instituto Butantan, a inclusão da população idosa é considerada estratégica devido ao impacto da dengue nessa faixa etária. Pessoas mais velhas estão entre os grupos com maior risco de desenvolver complicações graves da doença, o que torna importante a avaliação da vacina para eventual ampliação futura da indicação do imunizante.</p>
<p>A suspensão anunciada pelo Ministério da Saúde não representa o cancelamento definitivo da vacinação. A medida foi adotada de forma preventiva para permitir uma investigação aprofundada dos eventos adversos observados após a aplicação de mais de 500 mil doses em todo o país. As autoridades sanitárias destacam que ainda não existem evidências conclusivas de que os casos graves tenham sido provocados pela vacina.</p>
<p>O imunizante desenvolvido pelo Butantan foi aprovado pela Anvisa em novembro de 2025 para pessoas de 12 a 59 anos e passou a integrar o Sistema Único de Saúde no início deste ano. Antes da suspensão, a vacina vinha sendo aplicada em municípios selecionados e em profissionais da atenção primária à saúde como parte da estratégia nacional de enfrentamento à dengue.</p>
<p>Estudos anteriores realizados pelo instituto apontaram resultados considerados promissores. Dados divulgados neste ano indicaram eficácia de 80,5% na prevenção de casos graves da doença e proteção mantida por pelo menos cinco anos após a aplicação da dose única.</p>
<p>Enquanto a investigação prossegue, o Butantan afirma que continuará colaborando com os órgãos reguladores e mantendo o acompanhamento rigoroso dos participantes dos estudos clínicos. A expectativa é que as análises em andamento permitam esclarecer os episódios registrados e definir os próximos passos da vacinação contra a dengue no Brasil.</p>
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		<title>Ministério interrompe aplicação da vacina contra dengue do Butantan após investigação de reações graves</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministerio-interrompe-aplicacao-da-vacina-contra-dengue-do-butantan-apos-investigacao-de-reacoes-graves/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:14:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde anunciou a suspensão temporária da vacinação contra a dengue com o imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan. A decisão foi adotada como medida de precaução após o registro de eventos adversos graves em pessoas que receberam a vacina, situação que agora será analisada por equipes técnicas e órgãos de vigilância sanitária. Segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou a suspensão temporária da vacinação contra a dengue com o imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan. A decisão foi adotada como medida de precaução após o registro de eventos adversos graves em pessoas que receberam a vacina, situação que agora será analisada por equipes técnicas e órgãos de vigilância sanitária.</p>
<p>Segundo informações divulgadas pela pasta, foram identificados 42 casos de reações severas temporalmente associadas à aplicação do imunizante. Entre essas ocorrências, houve registros de internações e duas mortes que estão sendo investigadas para determinar se existe relação direta com a vacina ou se os episódios foram provocados por outras condições de saúde dos pacientes.</p>
<p>A suspensão vale exclusivamente para a vacina contra a dengue produzida pelo Instituto Butantan. O imunizante Qdenga, fabricado pela farmacêutica Takeda e utilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), continua sendo aplicado normalmente nos públicos contemplados pela campanha nacional de vacinação.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, a medida não representa uma conclusão sobre a segurança da vacina brasileira, mas sim uma etapa necessária para aprofundar a investigação dos casos relatados. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a decisão busca garantir máxima segurança à população durante o processo de avaliação dos eventos registrados. A pasta também reiterou confiança na capacidade técnica e científica do Instituto Butantan.</p>
<p>Até o fim de maio, mais de 500 mil doses da vacina do Butantan haviam sido aplicadas em todo o país. Grande parte desse público era composta por profissionais da atenção primária à saúde, grupo escolhido para a estratégia inicial de vacinação adotada pelo governo federal após a incorporação do imunizante ao SUS no início deste ano.</p>
<p>Além da suspensão das novas aplicações, o Ministério orientou estados e municípios a monitorarem pessoas vacinadas recentemente, especialmente aquelas que receberam a dose nas últimas semanas. O objetivo é ampliar a coleta de informações e identificar rapidamente qualquer ocorrência que possa contribuir para as investigações em andamento.</p>
<p>A vacina do Instituto Butantan representa um marco para a ciência nacional por ser o primeiro imunizante contra a dengue desenvolvido e produzido integralmente por uma instituição brasileira. Registrada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no final de 2025, a vacina foi criada para oferecer proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue em dose única.</p>
<p>As autoridades de saúde ressaltam que a interrupção é temporária e permanecerá vigente até a conclusão das análises técnicas. Os resultados da investigação deverão indicar se os eventos observados possuem relação causal com o imunizante ou se decorreram de fatores independentes da vacinação. Até lá, a recomendação é que a população acompanhe as orientações oficiais divulgadas pelos órgãos de saúde.</p>
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		<title>Surto de ebola avança no Congo e registra 71 novos casos em apenas 24 horas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 19:37:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ebola]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Mundial da Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A República Democrática do Congo voltou a registrar uma aceleração preocupante no surto de ebola que atinge o país desde maio. Nas últimas 24 horas, as autoridades sanitárias confirmaram 71 novos diagnósticos da doença, elevando para 452 o total de casos confirmados desde o início da emergência de saúde pública. O número de mortes associadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A República Democrática do Congo voltou a registrar uma aceleração preocupante no surto de ebola que atinge o país desde maio. Nas últimas 24 horas, as autoridades sanitárias confirmaram 71 novos diagnósticos da doença, elevando para 452 o total de casos confirmados desde o início da emergência de saúde pública. O número de mortes associadas ao vírus já chegou a 82.</p>
<p>O crescimento dos registros reforça a preocupação de organismos internacionais de saúde diante da rápida propagação da enfermidade, especialmente na província de Ituri, localizada no nordeste do país africano. A região concentra a maior parte das infecções e enfrenta desafios históricos relacionados ao acesso a serviços de saúde, instabilidade social e dificuldades logísticas para atendimento da população.</p>
<p>Dos 71 novos casos contabilizados, 65 foram identificados em Ituri e outros seis na província de Kivu do Norte. As autoridades também monitoram a expansão da doença para novas áreas, uma vez que casos já foram registrados em diferentes zonas de saúde e até mesmo em países vizinhos, como Uganda.</p>
<p>O atual surto é provocado pela variante Bundibugyo do vírus Ebola, considerada mais rara do que a cepa Zaire, responsável por grandes epidemias anteriores. Um dos principais desafios enfrentados pelos profissionais de saúde é a ausência de uma vacina aprovada especificamente para essa variante, o que torna ainda mais importante a identificação precoce dos casos e o isolamento dos pacientes infectados.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a situação como uma emergência de saúde pública de interesse internacional. A entidade trabalha em conjunto com autoridades congolesas, países vizinhos e o Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças para ampliar a vigilância epidemiológica, fortalecer a capacidade hospitalar e intensificar o rastreamento de contatos.</p>
<p>Como resposta ao agravamento do cenário, a OMS anunciou um plano de ação de seis meses estimado em US$ 518 milhões. O objetivo é financiar medidas de contenção da doença, reforçar o monitoramento nas fronteiras e ampliar a preparação dos sistemas de saúde dos países sob maior risco de disseminação do vírus.</p>
<p>O avanço do surto também preocupa devido ao contexto humanitário da região afetada. A circulação intensa de pessoas, os conflitos armados e a dificuldade de acesso a determinadas localidades dificultam o trabalho das equipes médicas e podem favorecer novas cadeias de transmissão.</p>
<p>Especialistas alertam que a resposta rápida continua sendo o principal instrumento para evitar uma expansão ainda maior da doença. Além do tratamento de pacientes, as autoridades reforçam campanhas de conscientização para orientar a população sobre formas de transmissão, sintomas e medidas de prevenção.</p>
<p>Este é o 17º surto de ebola registrado na República Democrática do Congo desde a identificação da doença em 1976. Embora o país possua experiência no enfrentamento da enfermidade, o atual cenário é considerado especialmente desafiador devido à velocidade de propagação dos casos e às limitações impostas pela falta de imunizantes específicos para a variante Bundibugyo.</p>
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		<title>Acre intensifica combate à desinformação para elevar vacinação contra HPV entre adolescentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:25:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Acre]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Nacional de Imunizações]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Único de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Acre enfrenta um dos maiores desafios do país quando o assunto é vacinação contra o HPV. Apesar dos avanços registrados nos últimos anos, o estado ainda apresenta os menores índices nacionais de cobertura vacinal entre crianças e adolescentes, resultado de uma resistência que autoridades de saúde associam diretamente à disseminação de informações falsas ocorrida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Acre enfrenta um dos maiores desafios do país quando o assunto é vacinação contra o HPV. Apesar dos avanços registrados nos últimos anos, o estado ainda apresenta os menores índices nacionais de cobertura vacinal entre crianças e adolescentes, resultado de uma resistência que autoridades de saúde associam diretamente à disseminação de informações falsas ocorrida há quase uma década.</p>
<p>Dados mais recentes mostram que, em 2025, a cobertura vacinal contra o HPV alcançou 59% das meninas e 50% dos meninos no Acre. Os números estão muito abaixo da média nacional, que chegou a 86% entre as meninas e 74,5% entre os meninos.</p>
<p>A origem desse cenário remonta a 2017, quando 74 adolescentes acreanos apresentaram sintomas como dores de cabeça, desmaios e episódios de convulsão após receberem a vacina. O caso ganhou ampla repercussão e rapidamente se espalhou pelas redes sociais e por veículos de comunicação, gerando insegurança em milhares de famílias.</p>
<p>Investigações conduzidas por órgãos de saúde descartaram qualquer relação entre os componentes do imunizante e os sintomas relatados pelos adolescentes. Uma força-tarefa analisou lotes da vacina e realizou exames detalhados nos jovens envolvidos. Entre os casos mais graves, 12 adolescentes foram encaminhados para avaliação na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), onde passaram por uma extensa bateria de exames especializados. Nenhuma evidência apontou falhas na vacina.</p>
<p>Mesmo após a conclusão das investigações, os impactos da desinformação permaneceram. Segundo profissionais da área de imunização, o episódio provocou um aumento expressivo nas notificações de supostos efeitos adversos, impulsionado pelo medo e pela circulação de informações incorretas sobre a segurança do imunizante.</p>
<p>Para reverter esse quadro, o governo estadual e o Ministério da Saúde vêm intensificando campanhas de conscientização, ações educativas e busca ativa de adolescentes que ainda não receberam a vacina. O objetivo é recuperar a confiança da população e ampliar a proteção contra doenças associadas ao vírus.</p>
<p>O HPV, sigla para papilomavírus humano, está relacionado ao desenvolvimento de diversos tipos de câncer, incluindo câncer do colo do útero, pênis, ânus, boca e garganta. No Brasil, a doença é responsável por milhares de mortes todos os anos, tornando a vacinação uma das principais estratégias de prevenção disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Atualmente, a vacina é recomendada para meninas e meninos de 9 a 14 anos. O Ministério da Saúde também mantém uma estratégia de resgate vacinal voltada para jovens de 15 a 19 anos que ainda não receberam a dose, permitindo ampliar a proteção desse público até junho de 2026.</p>
<p>As autoridades sanitárias destacam que o imunizante possui eficácia comprovada e é considerado seguro por órgãos de saúde nacionais e internacionais. A expectativa é que o reforço das campanhas informativas ajude a reduzir a influência das notícias falsas e permita que o Acre avance na cobertura vacinal, aproximando-se das metas estabelecidas pelo Programa Nacional de Imunizações.</p>
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		<title>Operação no Rio combate comércio clandestino de canetas emagrecedoras vendidas pela internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:23:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[venda clandestina]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou uma operação para desarticular um esquema de comercialização clandestina de medicamentos utilizados para emagrecimento, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A ação teve como alvo grupos suspeitos de vender os produtos sem autorização sanitária, colocando em risco a saúde dos consumidores. Os agentes cumpriram mandados de busca e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou uma operação para desarticular um esquema de comercialização clandestina de medicamentos utilizados para emagrecimento, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A ação teve como alvo grupos suspeitos de vender os produtos sem autorização sanitária, colocando em risco a saúde dos consumidores.</p>
<p>Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços localizados nos bairros de Ramos, na Zona Norte, e Vargem Pequena, na Zona Oeste da capital fluminense. Durante as diligências, foram apreendidos medicamentos, armas e munições, materiais que agora serão analisados pelas autoridades responsáveis pela investigação.</p>
<p>Segundo a polícia, o objetivo da operação é interromper a circulação de substâncias comercializadas sem o controle exigido pelos órgãos reguladores. As investigações apontam que os produtos eram anunciados principalmente por meio da internet e oferecidos ao público sem as garantias de procedência, armazenamento e distribuição exigidas pela legislação brasileira.</p>
<p>O avanço do mercado ilegal de medicamentos para emagrecimento tem preocupado autoridades sanitárias em todo o país. A popularização de tratamentos à base de substâncias como semaglutida e tirzepatida impulsionou a procura por versões comercializadas de forma irregular, muitas vezes sem receita médica e fora dos canais autorizados.</p>
<p>Dados recentes mostram que as apreensões de medicamentos destinados ao emagrecimento cresceram significativamente nos últimos anos. Apenas entre 2025 e os primeiros meses de 2026, órgãos de fiscalização registraram dezenas de milhares de unidades apreendidas em operações realizadas em diferentes estados brasileiros.</p>
<p>As autoridades alertam que produtos adquiridos fora dos canais oficiais podem apresentar composição desconhecida, armazenamento inadequado ou até mesmo serem falsificados. O consumo dessas substâncias sem acompanhamento médico pode provocar efeitos adversos graves e comprometer a saúde dos pacientes.</p>
<p>A operação realizada no Rio faz parte de uma série de ações conduzidas por forças de segurança e órgãos de vigilância sanitária para combater a produção clandestina, a falsificação e a venda ilegal desses medicamentos. Nos últimos meses, fiscalizações semelhantes resultaram na apreensão de produtos sem registro, hormônios de origem desconhecida e substâncias proibidas em clínicas e estabelecimentos investigados.</p>
<p>As investigações continuam para identificar fornecedores, distribuidores e demais envolvidos na cadeia de comercialização irregular. A expectativa da Polícia Civil é ampliar o rastreamento dos produtos e responsabilizar criminalmente os integrantes do esquema.</p>
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