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	<title>Saúde &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Saúde &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Estudo aponta hipertensão em 28,3% de crianças e adolescentes no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estudo-aponta-hipertensao-em-283-de-criancas-e-adolescentes-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 13:36:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Criança e Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Hipertensão]]></category>
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		<category><![CDATA[Sociedade Brasileira de Cardiologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A hipertensão arterial foi identificada em 28,3% das crianças e dos adolescentes avaliados em uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Outros 11,6% apresentaram níveis de pressão classificados como pré-hipertensão. Os resultados fazem parte do levantamento Brasil Coração Saudável, que investigou estudantes de até 18 anos em escolas de três estados brasileiros. Realizado entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A hipertensão arterial foi identificada em 28,3% das crianças e dos adolescentes avaliados em uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Outros 11,6% apresentaram níveis de pressão classificados como pré-hipertensão. Os resultados fazem parte do levantamento Brasil Coração Saudável, que investigou estudantes de até 18 anos em escolas de três estados brasileiros.</p>
<p>Realizado entre 3 de junho e 7 de outubro de 2026, o estudo avaliou 6.092 crianças e adolescentes de 38 escolas. Desse total, 2.973 participantes eram de Minas Gerais, 3.059 do Rio Grande do Sul e 60 de São Paulo.</p>
<p>Os índices mais elevados de hipertensão foram observados entre meninos de 15 a 18 anos, grupo em que o percentual chegou a 40,7%. Entre os meninos com menos de sete anos, a proporção foi de 39,1%.</p>
<p>Os pesquisadores alertam que a pressão arterial elevada durante a infância e a adolescência merece atenção, pois pode representar um fator de risco para problemas cardiovasculares ao longo da vida.</p>
<h3>Excesso de peso aparece associado à pressão alta</h3>
<p>O levantamento também identificou excesso de peso em aproximadamente um terço dos participantes. Do total analisado, 19,5% apresentavam sobrepeso e 13,6% tinham obesidade.</p>
<p>O sobrepeso foi mais frequente entre meninas de 11 a 14 anos, com índice de 24%. Já a maior proporção de obesidade foi registrada entre meninos de 7 a 10 anos, chegando a 17,1%.</p>
<p>A pesquisa encontrou uma presença expressiva de hipertensão entre os participantes com obesidade: 48,4% desse grupo apresentaram pressão arterial na faixa considerada hipertensiva. Entre os adolescentes obesos de 15 a 18 anos, o percentual alcançou 60,5%.</p>
<p>Segundo o cardiologista Álvaro Avezum, integrante da SBC e coordenador do projeto Coração Saudável, fatores como alimentação inadequada, redução da prática de exercícios físicos e estresse podem contribuir para o aumento do risco cardiovascular entre os jovens.</p>
<h3>Tempo diante das telas e atividade física preocupam</h3>
<p>Os hábitos cotidianos também foram analisados pelo estudo. Os dados mostram que 59% das crianças e dos adolescentes passam mais de três horas por dia diante de telas, enquanto 66% praticam apenas de uma a duas horas de atividade física por semana.</p>
<p>A escola é o principal ambiente de prática de exercícios para 93% dos participantes. Entre os dispositivos eletrônicos utilizados, o celular aparece em primeiro lugar, citado por 86% dos entrevistados, seguido pela televisão, com 80%.</p>
<p>Para os pesquisadores, a combinação entre sedentarismo, excesso de peso, alimentação inadequada e estresse pode elevar os riscos à saúde cardiovascular. O incentivo à atividade física e a adoção de hábitos alimentares equilibrados estão entre as medidas importantes para a prevenção.</p>
<h3>Resultados são de triagem e exigem acompanhamento</h3>
<p>Os percentuais identificados no levantamento correspondem aos participantes avaliados e não devem ser interpretados automaticamente como uma estimativa definitiva para todas as crianças e os adolescentes brasileiros.</p>
<p>Além disso, os resultados da aferição da pressão arterial durante a pesquisa são indicativos de triagem, e não representam, isoladamente, um diagnóstico definitivo de hipertensão. A confirmação depende de avaliação clínica e de novas medições, conforme os critérios médicos aplicáveis à faixa etária.</p>
<p>O estudo reforça a importância do acompanhamento da saúde desde a infância, especialmente diante da presença de fatores de risco cardiovasculares que podem persistir na vida adulta.</p>
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		<title>Queimadas elevam riscos à saúde indígena no Amazonas, alerta Fiocruz</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/queimadas-elevam-riscos-a-saude-indigena-no-amazonas-alerta-fiocruz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 23:10:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório de Clima e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[PM2.5]]></category>
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					<description><![CDATA[A fumaça provocada por queimadas e incêndios florestais no Amazonas representa uma ameaça à saúde da população, com riscos ampliados para comunidades indígenas que enfrentam dificuldades de deslocamento e acesso a serviços médicos especializados. O alerta está em um levantamento elaborado por pesquisadores do Observatório de Clima e Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fumaça provocada por queimadas e incêndios florestais no Amazonas representa uma ameaça à saúde da população, com riscos ampliados para comunidades indígenas que enfrentam dificuldades de deslocamento e acesso a serviços médicos especializados. O alerta está em um levantamento elaborado por pesquisadores do Observatório de Clima e Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que reúne dados sobre a poluição atmosférica, a localização dos focos de incêndio e as condições ambientais em diferentes regiões do estado.</p>
<p>O documento foi divulgado em meio a episódios de poluição intensa registrados em Manaus nos primeiros dias de outubro. Nessas ocasiões, a concentração de material particulado fino, conhecido como PM2.5, superou os valores de referência recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A análise também considera possíveis efeitos do fenômeno El Niño em 2026 e 2027, que pode favorecer períodos de estiagem em partes da Amazônia e aumentar o risco de propagação de incêndios florestais.</p>
<h3>Partículas da fumaça podem atingir pulmões e circulação sanguínea</h3>
<p>O PM2.5 é formado por partículas microscópicas que conseguem penetrar profundamente no sistema respiratório. Em determinadas condições, elas também podem alcançar a circulação sanguínea, ampliando os riscos associados à exposição prolongada ou a concentrações elevadas do poluente.</p>
<p>A presença dessas partículas no ar está relacionada ao agravamento de doenças respiratórias e cardiovasculares. Entre os problemas associados estão crises de asma, infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC).</p>
<p>Embora os efeitos da poluição atinjam a população em geral, crianças, pessoas idosas, gestantes e indivíduos com doenças preexistentes estão entre os grupos que exigem atenção especial.</p>
<p>Nos primeiros dias de outubro, a qualidade do ar em Manaus apresentou níveis de poluição muito superiores aos parâmetros recomendados pela OMS. A situação reforça a preocupação com os efeitos da fumaça sobre moradores da capital e de outras localidades afetadas pelos incêndios.</p>
<h3>Comunidades indígenas enfrentam dificuldades adicionais</h3>
<p>A exposição à fumaça pode ter consequências ainda mais graves nos territórios indígenas devido às desigualdades socioambientais e às barreiras para chegar a unidades de saúde. As dificuldades de transporte e a oferta limitada de atendimento especializado podem atrasar a identificação e o tratamento de problemas provocados ou agravados pela poluição.</p>
<p>O levantamento da Fiocruz relaciona informações sobre a concentração de PM2.5, a localização dos incêndios e a distribuição das aldeias indígenas. O cruzamento desses dados permite identificar áreas em que a população pode estar mais exposta aos poluentes.</p>
<p>O monitoramento é especialmente importante em regiões onde as condições ambientais mudam rapidamente e a distância dos serviços de saúde dificulta uma resposta imediata. A identificação antecipada dos locais sob maior risco pode ajudar as equipes responsáveis a planejar medidas de prevenção e assistência.</p>
<h3>Sistema pretende antecipar situações de risco</h3>
<p>Entre as iniciativas apresentadas no documento está o desenvolvimento do Sistema AlertAr Saúde, ferramenta voltada ao acompanhamento e à previsão da qualidade do ar em territórios indígenas.</p>
<p>A plataforma está sendo elaborada pelo Observatório de Clima e Saúde da Fiocruz em parceria com a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), vinculada ao Ministério da Saúde. A proposta é integrar previsões sobre a concentração de PM2.5 com informações sobre focos de calor e incêndios florestais.</p>
<p>Com esses dados, o sistema deverá ajudar a reconhecer antecipadamente situações de maior exposição à fumaça. As informações poderão apoiar o trabalho dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) e de suas equipes, contribuindo para o planejamento de ações de vigilância, prevenção e atendimento.</p>
<p>A ferramenta busca aproximar o monitoramento ambiental das necessidades dos serviços de saúde, permitindo que as equipes tenham informações para organizar respostas diante de episódios críticos de poluição.</p>
<h3>El Niño pode agravar as condições ambientais</h3>
<p>O levantamento também chama a atenção para a possível intensificação do El Niño no período de 2026 a 2027. O fenômeno é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial e pode alterar os padrões de chuva em diferentes regiões do planeta.</p>
<p>No Brasil, um dos efeitos frequentemente associados ao El Niño é a redução das precipitações em partes do Norte e do Nordeste. Na Amazônia, períodos mais secos podem contribuir para condições favoráveis à propagação de incêndios, embora os impactos variem conforme a região e as condições climáticas observadas.</p>
<p>Por isso, os pesquisadores destacam a importância de acompanhar a evolução da qualidade do ar e a distribuição dos focos de incêndio, especialmente nas áreas próximas a territórios indígenas.</p>
<p>O trabalho da Fiocruz reúne informações que podem auxiliar tanto na compreensão dos efeitos das queimadas sobre a saúde quanto na preparação dos serviços públicos para enfrentar episódios de poluição atmosférica. O objetivo é fortalecer a prevenção e a capacidade de resposta diante de riscos ambientais que afetam de maneira desigual a população amazonense.</p>
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		<title>Fiocruz alerta para avanço de vírus respiratórios no Brasil; crianças exigem atenção</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fiocruz-alerta-para-avanco-de-virus-respiratorios-no-brasil-criancas-exigem-atencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 19:51:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Respiratórias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Infogripe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Respiratória]]></category>
		<category><![CDATA[SRAG]]></category>
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					<description><![CDATA[A circulação de vírus respiratórios continua exigindo atenção no Brasil. Dados do boletim semanal InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (8) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), indicam tendência de aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associados ao rinovírus, ao metapneumovírus e ao SARS-CoV-2, responsável pela covid-19. Apesar desse cenário, os novos registros semanais de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A circulação de vírus respiratórios continua exigindo atenção no Brasil. Dados do boletim semanal InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (8) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), indicam tendência de aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associados ao rinovírus, ao metapneumovírus e ao SARS-CoV-2, responsável pela covid-19. Apesar desse cenário, os novos registros semanais de SRAG por covid-19 permanecem baixos no país.</p>
<p>O levantamento também identificou sinais de retomada do crescimento dos casos graves entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos. Nas demais faixas etárias, o cenário nacional é de estabilidade.</p>
<p>Diante dos dados, os pesquisadores reforçam a importância de manter a vacinação em dia, especialmente entre os grupos prioritários para a imunização contra a covid-19. Para gestantes, a recomendação inclui a vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR), que pode causar complicações respiratórias, principalmente em bebês.</p>
<h3>Casos de alguns vírus apresentam queda</h3>
<p>Embora três vírus apresentem tendência de aumento no país, o boletim registra movimentos diferentes para outros agentes infecciosos.</p>
<p>Os casos de SRAG associados ao VSR e à influenza B estão em queda, enquanto as hospitalizações por influenza A permanecem estáveis, em níveis baixos de incidência. O acompanhamento das tendências permite identificar mudanças no cenário epidemiológico e orientar as medidas de prevenção.</p>
<h3>Estados apresentam níveis de alerta</h3>
<p>A situação regional varia entre as unidades da Federação. Segundo o InfoGripe, Alagoas, Roraima e Sergipe apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco nas duas semanas mais recentes analisadas, com sinais de crescimento ao longo das últimas seis semanas.</p>
<p>O avanço das ocorrências nesses estados atinge principalmente crianças e adolescentes. Em Alagoas e Sergipe, o aumento está associado ao metapneumovírus. Em Roraima, os dados disponíveis ainda não permitem identificar com segurança qual vírus está relacionado à elevação dos casos.</p>
<p>Outros cinco estados apresentam níveis de alerta, risco ou alto risco, mas sem tendência de crescimento no longo prazo: Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.</p>
<p>Entre as capitais, cinco registram atividade de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco nas duas semanas mais recentes: Aracaju, Porto Alegre, Rio Branco, São Luís e Vitória.</p>
<h3>Crianças pequenas e idosos concentram maior impacto</h3>
<p>O boletim também chama atenção para as diferenças de impacto da SRAG entre as faixas etárias. Nas últimas oito semanas epidemiológicas analisadas, a incidência da síndrome foi mais elevada entre crianças de até dois anos.</p>
<p>Já a mortalidade semanal média teve maior impacto na população com 65 anos ou mais, reforçando a importância da atenção aos grupos mais vulneráveis às complicações respiratórias.</p>
<p>A Fiocruz mantém o monitoramento por meio do InfoGripe, que acompanha os casos de síndrome respiratória aguda grave e contribui para a identificação de tendências e áreas que exigem atenção das autoridades de saúde.</p>
<h2>Prevenção e vacinação</h2>
<p>A orientação dos pesquisadores é que as pessoas dos grupos prioritários verifiquem se estão com a vacinação contra a covid-19 atualizada. Gestantes também devem observar as recomendações de imunização contra o VSR.</p>
<p>A SRAG pode ser provocada por diferentes vírus respiratórios e, nos quadros mais graves, levar à hospitalização. Por isso, acompanhar as orientações dos serviços de saúde e procurar atendimento diante de sintomas intensos ou agravamento do quadro são medidas importantes, sobretudo para crianças pequenas, idosos e outros grupos vulneráveis.</p>
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		<title>Brasil reforça vacinação e vigilância contra o sarampo diante do avanço da doença nas Américas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-reforca-vacinacao-e-vigilancia-contra-o-sarampo-diante-do-avanco-da-doenca-nas-americas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 14:12:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Américas]]></category>
		<category><![CDATA[Avanço]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sarampo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde reforçou as ações de vacinação e vigilância contra o sarampo diante do aumento de casos nos Estados Unidos e em outros países das Américas. Até 5 de outubro, o Brasil havia registrado 52 casos importados da doença, sendo 41 em São Paulo, dez no Amazonas e um no Rio de Janeiro. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde reforçou as ações de vacinação e vigilância contra o sarampo diante do aumento de casos nos Estados Unidos e em outros países das Américas. Até 5 de outubro, o Brasil havia registrado 52 casos importados da doença, sendo 41 em São Paulo, dez no Amazonas e um no Rio de Janeiro. Apesar dos registros, o país permanece sem circulação endêmica do vírus.</p>
<p>O alerta ocorre em um cenário de expansão do sarampo no continente. Segundo dados citados pelo Ministério da Saúde, os Estados Unidos enfrentam o maior número anual de casos em mais de 35 anos. Mais de 90% das pessoas infectadas no país não estavam vacinadas ou não tinham informação sobre a situação vacinal.</p>
<p>Na América Latina e América do Norte, Estados Unidos, Guatemala, México, Peru e Canadá concentram mais de 95% dos casos confirmados em 2026, de acordo com dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).</p>
<h3>Vigilância é reforçada</h3>
<p>Para evitar que casos importados provoquem novas cadeias de transmissão no Brasil, equipes de saúde realizam busca ativa, investigação epidemiológica, acompanhamento de pessoas que tiveram contato com infectados e bloqueio vacinal.</p>
<p>A vacinação também foi ampliada em locais públicos e áreas de grande circulação, especialmente nas regiões que registraram casos.</p>
<p>Em São Paulo, as ações foram reforçadas na capital, em Guarulhos, São Bernardo do Campo e Santo André. Entre as medidas está a aplicação da chamada dose zero para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias. Essa dose é complementar ao esquema de rotina, que prevê vacinação aos 12 e aos 15 meses.</p>
<p>Na região de tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, o Ministério da Saúde também ampliou a resposta após a identificação de casos importados. As equipes atuam na vacinação, investigação de suspeitas, coleta de amostras e acompanhamento de contatos.</p>
<h3>Brasil recuperou status de eliminação</h3>
<p>O país já enfrentou um cenário mais grave recentemente. Em 2019, foram registrados mais de 20 mil casos de sarampo e, após mais de 12 meses de transmissão, o Brasil perdeu a certificação de eliminação da doença.</p>
<p>A situação foi revertida após a interrupção da transmissão sustentada. Em novembro de 2024, a Opas voltou a reconhecer o Brasil como país livre da circulação endêmica do sarampo.</p>
<p>Entre 2023 e 2025, foram confirmados 85 casos no país, sem registro de mortes. Em 2026, os casos registrados até agora estão relacionados à importação ou a situações que ainda são investigadas pelas autoridades de saúde.</p>
<h3>Cobertura vacinal aumentou</h3>
<p>A melhora da vacinação é apontada pelo Ministério da Saúde como um dos fatores que ajudaram o país a recuperar e manter o controle da doença.</p>
<p>Desde 2023, a cobertura das 16 vacinas previstas no calendário infantil aumentou, enquanto o número de crianças sem vacinação caiu 86%, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Unicef.</p>
<p>Em 2025, a cobertura da primeira dose da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, chegou a 93,10% no país. Em São Paulo, o índice foi de 94,39%, enquanto no Amazonas ficou em 89,54%.</p>
<p>Ao longo de 2026, quatro grandes mobilizações de vacinação foram realizadas. Mais de 3,8 milhões de doses foram aplicadas em São Paulo e aproximadamente 192 mil no Amazonas.</p>
<h3>Vacina está disponível gratuitamente</h3>
<p>O Ministério da Saúde reforça que a vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo e está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Quem estiver com alguma dose atrasada deve procurar uma unidade de saúde para verificar a situação da caderneta e completar o esquema recomendado pelo Programa Nacional de Imunizações.</p>
<p>A manutenção de altas coberturas vacinais, aliada à identificação rápida de casos e ao acompanhamento dos contatos, é considerada essencial para impedir que infecções trazidas de outros países voltem a provocar transmissão sustentada do vírus no território brasileiro.</p>
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		<title>Exames em diferentes fases da vida: o que pode mudar nas necessidades de acompanhamento?</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/exames-em-diferentes-fases-da-vida-o-que-pode-mudar-nas-necessidades-de-acompanhamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 18:12:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Exames]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As necessidades de acompanhamento em saúde não permanecem iguais ao longo da vida. Crescimento, mudanças hormonais, envelhecimento, histórico familiar e hábitos cotidianos podem modificar os fatores de risco e, consequentemente, os cuidados indicados em cada fase. Por isso, não existe uma lista universal de exames que sirva para todas as pessoas. O acompanhamento preventivo deve [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">As necessidades de acompanhamento em saúde não permanecem iguais ao longo da vida. Crescimento, mudanças hormonais, envelhecimento, histórico familiar e hábitos cotidianos podem modificar os fatores de risco e, consequentemente, os cuidados indicados em cada fase. Por isso, não existe uma lista universal de exames que sirva para todas as pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O acompanhamento preventivo deve considerar idade, histórico clínico, antecedentes familiares e características individuais. Recomendações de rastreamento também podem mudar com o tempo, como ocorre com avaliações relacionadas a câncer, saúde cardiovascular e saúde óssea.  </span></p>
<p><b>Infância e adolescência: acompanhar o desenvolvimento</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos primeiros anos, o acompanhamento está muito relacionado ao crescimento e ao desenvolvimento. Peso, altura, alimentação, vacinação, visão, audição e desenvolvimento neuropsicomotor podem ser avaliados conforme a idade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na adolescência, a consulta também pode abordar sono, alimentação, atividade física, saúde emocional e mudanças próprias da puberdade. Os exames laboratoriais não precisam fazer parte de todas as consultas, sendo solicitados quando existe indicação clínica ou algum fator que justifique a investigação.</span></p>
<p><b>Vida adulta: atenção aos fatores de risco</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a chegada da vida adulta, o foco preventivo passa gradualmente para condições que podem permanecer silenciosas durante bastante tempo. Pressão arterial, alterações da glicemia e perfil lipídico são exemplos de aspectos que podem ser acompanhados conforme o perfil de cada pessoa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estilo de vida também ganha importância. Sedentarismo, tabagismo, consumo excessivo de álcool, alimentação inadequada e privação de sono podem influenciar o risco de diferentes doenças. Assim, a consulta não deve se limitar à solicitação de exames.</span></p>
<p><b>A partir da meia idade, o acompanhamento pode se ampliar</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o avanço da idade, algumas condições passam a exigir maior atenção. Avaliações cardiovasculares e metabólicas podem ganhar espaço, enquanto determinados rastreamentos de câncer passam a ser considerados conforme idade, sexo e fatores de risco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O acompanhamento também pode incluir mudanças relacionadas à saúde óssea e alterações hormonais. Entretanto, a necessidade de cada procedimento deve ser definida individualmente, já que idade isoladamente não determina quais exames uma pessoa precisa realizar.</span></p>
<p><b>Envelhecimento exige uma visão mais ampla</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na população mais idosa, acompanhar a saúde significa observar não apenas resultados laboratoriais, mas também capacidade funcional e qualidade de vida. Mobilidade, equilíbrio, força muscular, visão, audição, cognição e risco de quedas podem fazer parte da avaliação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A revisão periódica dos medicamentos utilizados também merece atenção, principalmente quando há vários tratamentos simultâneos. O objetivo é identificar possíveis problemas e manter a terapêutica adequada às necessidades atuais.</span></p>
<p><b>Histórico familiar pode antecipar determinados cuidados</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A idade é apenas uma das variáveis utilizadas para definir o acompanhamento. Pessoas com familiares próximos que tiveram determinadas doenças podem apresentar necessidade de avaliação diferente daquela indicada para indivíduos sem esse histórico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mesmo vale para quem já possui hipertensão, diabetes, alterações do colesterol ou outras condições crônicas. Nesses casos, os exames podem ter função tanto preventiva quanto de monitoramento.</span></p>
<p><b>O local do exame também pode facilitar a rotina</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A realização de exames pode ser adaptada às necessidades do paciente. Em algumas situações, a coleta domiciliar ajuda pessoas com dificuldade de locomoção ou que possuem uma rotina incompatível com deslocamentos até uma unidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao procurar uma empresa que ofereça </span><a href="https://www.labsamais.com.br/atendimento-domiciliar" target="_blank" rel="noopener"><b>exame no RJ</b></a><span style="font-weight: 400;"> com atendimento domiciliar, por exemplo, o Labs a+ no Rio de Janeiro disponibiliza coleta de exames e vacinação em casa ou em outro local escolhido pelo paciente, com cobertura sujeita à região e ao procedimento.  </span></p>
<p><b>Mais exames não significam necessariamente mais prevenção</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma avaliação preventiva eficiente não depende da quantidade de procedimentos realizados. Exames devem ter uma finalidade definida e estar relacionados ao contexto clínico do paciente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo da vida, portanto, o acompanhamento tende a mudar conforme novas necessidades aparecem. O mais importante é manter consultas periódicas, comunicar alterações de saúde e seguir as orientações profissionais para que exames e rastreamentos sejam utilizados de maneira adequada.</span></p>
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		<title>Medicina diagnóstica em movimento: 5 tecnologias presentes nos laboratórios</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/medicina-diagnostica-em-movimento-5-tecnologias-presentes-nos-laboratorios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 18:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[laboratórios]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina diagnóstica]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A medicina diagnóstica passa por uma transformação que vai muito além da modernização dos equipamentos. Laboratórios e centros de diagnóstico incorporam recursos digitais capazes de agilizar processos, organizar informações, apoiar análises e melhorar a experiência do paciente. O resultado é uma cadeia cada vez mais conectada, na qual tecnologia e conhecimento profissional trabalham em conjunto. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A medicina diagnóstica passa por uma transformação que vai muito além da modernização dos equipamentos. Laboratórios e centros de diagnóstico incorporam recursos digitais capazes de agilizar processos, organizar informações, apoiar análises e melhorar a experiência do paciente. O resultado é uma cadeia cada vez mais conectada, na qual tecnologia e conhecimento profissional trabalham em conjunto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse movimento acompanha a própria evolução da assistência médica. Com maior volume de informações clínicas e exames cada vez mais sofisticados, torna-se necessário contar com ferramentas que ajudem as instituições a processar dados com segurança e eficiência.</span></p>
<ol>
<li><b> Automação dos processos laboratoriais</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A automação já está presente em diferentes etapas da rotina laboratorial. Equipamentos podem realizar procedimentos de forma padronizada, transportar amostras entre setores e organizar determinadas etapas do processamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um estudo dirigido pela Abramed (Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica), foi evidenciado que as empresas consultadas direcionam cerca de 30% do seu orçamento anual para investir em automação de processos, IA e sistemas analíticos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de aumentar a capacidade operacional, esse recurso ajuda a reduzir atividades repetitivas e permite que profissionais concentrem mais atenção em tarefas que dependem de conhecimento técnico e interpretação especializada. A automação também contribui para manter maior regularidade entre diferentes etapas do fluxo.</span></p>
<ol start="2">
<li><b> Inteligência artificial na análise de exames</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A inteligência artificial vem ganhando espaço na medicina diagnóstica, especialmente em áreas que trabalham com grande quantidade de informações e reconhecimento de padrões como a radiologia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sistemas podem reconhecer padrões em imagens e dados, sinalizar alterações e auxiliar profissionais durante um laudo, por exemplo. Já existem ferramentas de IA que já fazem parte de discussões sobre fluxos de trabalho, apoio à interpretação e priorização de casos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale ressaltar que a tecnologia não elimina a participação do profissional de saúde. Seu papel está relacionado ao suporte à análise e à organização das informações disponíveis. Além disso, o avanço dessa aplicação depende de validação, segurança, qualidade dos dados e integração adequada aos sistemas utilizados pelas instituições.</span></p>
<ol start="3">
<li><b> Diagnóstico por imagem com recursos avançados</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Tomografia, ressonância magnética e ultrassonografia também acompanham a evolução tecnológica. Equipamentos mais modernos podem oferecer imagens com maior detalhamento e recursos que ajudam na avaliação de diferentes estruturas do organismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inovação não está somente no aparelho. Softwares associados aos equipamentos ampliam as possibilidades de reconstrução, armazenamento e análise das imagens, criando um fluxo mais integrado entre aquisição e interpretação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao procurar por um </span><a href="https://www.fmattoso.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><b>laboratório no RJ</b></a><b>, </b><span style="font-weight: 400;">a Clínica Felippe Mattoso é um exemplo de instituição que reúne exames laboratoriais e diferentes modalidades de diagnóstico por imagem, incluindo ressonância magnética, tomografia e ultrassonografia. </span></p>
<ol start="4">
<li><b> Sistemas integrados e interoperabilidade</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro avanço importante acontece nos bastidores. Sistemas capazes de conectar informações permitem que resultados, imagens e outros dados sejam organizados de maneira mais eficiente entre diferentes setores e instituições</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A interoperabilidade reduz a fragmentação das informações e pode evitar retrabalho, facilitar o acesso ao histórico do paciente e melhorar a continuidade do cuidado. Para isso, não basta conectar sistemas. É necessário estabelecer padrões, controles de acesso e mecanismos adequados de proteção das informações.</span></p>
<ol start="5">
<li><b> Plataformas digitais e análise de dados</b></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A digitalização também modificou a maneira como os laboratórios administram informações. Plataformas de gestão podem acompanhar solicitações, resultados, etapas operacionais e indicadores, enquanto ferramentas analíticas ajudam a transformar grandes volumes de dados em informações úteis para a tomada de decisão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa estrutura favorece uma visão mais ampla do funcionamento do serviço e pode apoiar desde o controle de processos até o planejamento de recursos. Soluções digitais também ampliam a rastreabilidade das informações e permitem registrar históricos de acesso e alterações, contribuindo para a segurança dos dados.</span></p>
<p><b>Tecnologia acompanhada de responsabilidade</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A evolução tecnológica não significa apenas fazer exames mais rapidamente. O objetivo é construir processos mais seguros, organizados e capazes de oferecer informações úteis no momento adequado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, investimentos em equipamentos precisam caminhar junto com capacitação profissional, manutenção, proteção de dados e avaliação contínua dos resultados. A própria evolução do setor mostra que inovação e integração estão cada vez mais relacionadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse cenário, os laboratórios deixam de ser vistos apenas como locais de coleta e análise de amostras, sendo ambientes tecnológicos nos quais equipamentos, softwares, profissionais e dados trabalham de forma integrada para apoiar decisões de saúde.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Anvisa registra novo medicamento para tratamento do hipoparatireoidismo crônico</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anvisa-registra-novo-medicamento-para-tratamento-do-hipoparatireoidismo-cronico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 15:13:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tireoide]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou o registro do Yorvipath, medicamento à base de palopegteriparatida, destinado ao tratamento de adultos com hipoparatireoidismo crônico. A doença é caracterizada pela produção insuficiente do hormônio da paratireoide, conhecido como PTH, e pode provocar alterações nos níveis de cálcio e fosfato do organismo. O novo medicamento funciona [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou o registro do Yorvipath, medicamento à base de palopegteriparatida, destinado ao tratamento de adultos com hipoparatireoidismo crônico. A doença é caracterizada pela produção insuficiente do hormônio da paratireoide, conhecido como PTH, e pode provocar alterações nos níveis de cálcio e fosfato do organismo.</p>
<p>O novo medicamento funciona como um pró-fármaco, liberando de maneira prolongada o hormônio da paratireoide. De acordo com as informações divulgadas pela Anvisa, a tecnologia permite uma exposição mais estável ao PTH durante um período de até 24 horas.</p>
<p>A ação do medicamento busca auxiliar na recuperação de funções desempenhadas naturalmente pelo hormônio, contribuindo para o controle dos níveis de cálcio e fosfato no organismo.</p>
<h3>Doença pode ter diferentes causas</h3>
<p>O hipoparatireoidismo crônico é uma condição rara que ocorre quando as glândulas paratireoides não produzem quantidade suficiente de PTH. Uma das causas mais frequentes está relacionada a danos provocados nessas glândulas durante cirurgias, especialmente procedimentos realizados na região do pescoço.</p>
<p>A doença também pode estar associada a condições autoimunes ou alterações genéticas. A deficiência do hormônio interfere diretamente na regulação do cálcio e do fosfato, minerais importantes para diferentes funções do organismo.</p>
<p>O Ministério da Saúde mantém um Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas específico para o hipoparatireoidismo.</p>
<h3>Como funciona o novo medicamento</h3>
<p>A palopegteriparatida foi desenvolvida para proporcionar uma liberação prolongada do hormônio da paratireoide. Com isso, o medicamento atua em processos relacionados ao equilíbrio mineral do organismo.</p>
<p>Entre os efeitos estão o estímulo à reabsorção de cálcio pelos rins, a regulação da eliminação de fosfato e o estímulo à produção de vitamina D ativa.</p>
<p>Segundo a Anvisa, a proposta é proporcionar uma atuação mais próxima da função fisiológica do PTH, que se encontra ausente ou insuficiente em pessoas com hipoparatireoidismo crônico.</p>
<blockquote><p>“Assim, ele tem o potencial de restaurar de maneira mais fisiológica as funções do PTH que estão ausentes ou insuficientes”, ressaltou a nota da agência.</p></blockquote>
<h3>Registro amplia as opções terapêuticas</h3>
<p>O registro do Yorvipath acrescenta uma nova alternativa ao tratamento de adultos que convivem com o hipoparatireoidismo crônico.</p>
<p>A Anvisa mantém uma relação de medicamentos novos e novas indicações aprovados nos últimos 24 meses. Segundo a própria agência, a divulgação dessas informações busca ampliar o conhecimento de pacientes e profissionais de saúde sobre novas opções terapêuticas, especialmente em doenças que possuem alternativas de tratamento limitadas.</p>
<p>A aprovação regulatória, no entanto, não significa que o medicamento passe automaticamente a fazer parte das opções disponibilizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Eventuais decisões sobre incorporação à rede pública seguem processos específicos de avaliação.</p>
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		<item>
		<title>Ministério da Saúde amplia vacinação contra HPV para crianças vítimas de violência sexual</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministerio-da-saude-amplia-vacinacao-contra-hpv-para-criancas-vitimas-de-violencia-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 13:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Faixa Etária]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde ampliou a recomendação da vacina contra o papilomavírus humano (HPV) para crianças a partir dos 2 anos de idade que tenham sido vítimas de violência sexual. A mudança foi estabelecida em uma nova nota técnica publicada pela pasta nesta semana e amplia a faixa etária anteriormente prevista para esse grupo. Até [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde ampliou a recomendação da vacina contra o papilomavírus humano (HPV) para crianças a partir dos 2 anos de idade que tenham sido vítimas de violência sexual. A mudança foi estabelecida em uma nova nota técnica publicada pela pasta nesta semana e amplia a faixa etária anteriormente prevista para esse grupo.</p>
<p>Até então, a vacinação contra o HPV para vítimas de violência sexual era indicada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para pessoas entre 9 e 45 anos. A nova orientação considera a maior vulnerabilidade de crianças expostas à violência sexual e o crescimento das notificações de casos entre menores de 9 anos.</p>
<p>A vacina contra o HPV é oferecida gratuitamente pelo SUS e tem como objetivo prevenir infecções pelos principais tipos do vírus associados a doenças como câncer do colo do útero, além de tumores de vulva, vagina, pênis, ânus e orofaringe. Também contribui para evitar verrugas anogenitais.</p>
<h2>Aumento dos casos na infância</h2>
<p>Dados considerados pelo Ministério da Saúde mostram crescimento das notificações de violência sexual entre crianças e adolescentes ao longo da última década.</p>
<p>Entre crianças de 0 a 4 anos, os registros passaram de 1.671 casos em 2014 para 7.845 dez anos depois. Na faixa de 5 a 14 anos, as notificações subiram de 6.594 para 29.135 no mesmo período.</p>
<p>Entre adolescentes de 15 a 19 anos, os registros passaram de 1.632 para 6.869 casos.</p>
<p>Segundo a pasta, a exposição à violência sexual aumenta a vulnerabilidade para infecções sexualmente transmissíveis, entre elas o HPV. A possibilidade de novos episódios de violência também pode ampliar a exposição ao vírus ao longo da vida.</p>
<h2>Como funciona a vacinação</h2>
<p>O esquema de vacinação varia de acordo com a idade e a condição da pessoa. Para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos que fazem parte da vacinação de rotina, o SUS recomenda uma dose.</p>
<p>Já para vítimas de violência sexual, as recomendações específicas atualmente estabelecidas pelo Ministério da Saúde preveem duas doses para pessoas de 9 a 14 anos e três doses para aquelas de 15 a 45 anos.</p>
<p>Com a nova orientação para vítimas a partir dos 2 anos, o Ministério da Saúde passa a contemplar também crianças mais novas que tenham sido expostas à violência sexual.</p>
<p>A vacinação faz parte das medidas de prevenção às infecções sexualmente transmissíveis e deve ser avaliada dentro do atendimento de saúde oferecido à vítima.</p>
<h2>HPV e prevenção de câncer</h2>
<p>O HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns. Existem mais de 200 tipos do vírus, sendo que alguns estão associados ao desenvolvimento de cânceres e outros provocam verrugas anogenitais.</p>
<p>Além do câncer do colo do útero, a infecção está relacionada a tumores de ânus, pênis, vulva, vagina e orofaringe. Por isso, a vacinação é considerada pelo Ministério da Saúde uma das principais medidas de prevenção contra doenças relacionadas ao vírus.</p>
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		<item>
		<title>Anvisa prepara novas imagens de alerta para embalagens de cigarros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anvisa-prepara-novas-imagens-de-alerta-para-embalagens-de-cigarros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 13:36:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[Cigarro]]></category>
		<category><![CDATA[consultas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[diretoria colegiada]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a abertura de duas consultas públicas para atualizar as advertências sanitárias e as mensagens exibidas em produtos fumígenos derivados do tabaco. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (16), durante reunião da Diretoria Colegiada da agência. Uma das consultas será voltada às advertências que aparecem nas embalagens dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a abertura de duas consultas públicas para atualizar as advertências sanitárias e as mensagens exibidas em produtos fumígenos derivados do tabaco. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (16), durante reunião da Diretoria Colegiada da agência.</p>
<p>Uma das consultas será voltada às advertências que aparecem nas embalagens dos produtos. A segunda tratará das mensagens e imagens utilizadas em expositores e mostruários de produtos derivados do tabaco.</p>
<p>De acordo com a Anvisa, as consultas ficarão abertas à participação popular por 45 dias. A proposta é revisar periodicamente o conteúdo das advertências para manter a comunicação sobre os riscos do consumo de tabaco atualizada e eficaz.</p>
<h2>Atualização das mensagens</h2>
<p>O relator das propostas, diretor Marcelo Moreira, destacou que a atualização recorrente das advertências é necessária para preservar a efetividade das informações apresentadas ao público.</p>
<p>Além dos danos associados ao consumo dos produtos, as novas mensagens também deverão abordar as principais substâncias presentes nos produtos fumígenos e os problemas relacionados a elas.</p>
<p>Atualmente, as regras para as embalagens são estabelecidas pela RDC nº 838, publicada em dezembro de 2023. A norma determina que embalagens primárias e secundárias de produtos fumígenos derivados do tabaco comercializados no país apresentem advertências sobre os malefícios do consumo e a mensagem que proíbe a venda a menores de 18 anos.</p>
<p>A Anvisa considera as advertências sanitárias uma das estratégias de comunicação utilizadas na política brasileira de controle do tabagismo. Segundo a agência, a medida contribui para manter a população informada sobre os riscos relacionados ao uso de produtos derivados do tabaco.</p>
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		<title>Setembro é o mês de conscientização sobre o Alzheimer: especialistas alertam para prevenção e sinais que não devem ser ignorados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 14:46:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro]]></category>
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					<description><![CDATA[Setembro é marcado mundialmente pela conscientização sobre a doença de Alzheimer e outras demências. No Brasil, a mobilização ganha destaque em 21 de setembro, Dia Mundial da Doença de Alzheimer e Dia Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer. Mais do que falar sobre perda de memória, a data abre espaço para uma discussão cada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Setembro é marcado mundialmente pela conscientização sobre a doença de Alzheimer e outras demências. No Brasil, a mobilização ganha destaque em 21 de setembro, Dia Mundial da Doença de Alzheimer e Dia Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer. Mais do que falar sobre perda de memória, a data abre espaço para uma discussão cada vez mais importante em uma população que envelhece: é possível começar a cuidar da saúde cerebral muito antes da terceira idade.</p>
<p>No Rio de Janeiro, onde o envelhecimento populacional amplia a necessidade de políticas e cuidados voltados à longevidade, o tema ganha ainda mais relevância. Embora não haja um levantamento oficial recente que permita afirmar quantas pessoas vivem especificamente com Alzheimer na capital ou no estado, o cenário nacional mostra a dimensão do problema. Cerca de 2 milhões de brasileiros vivem com alguma forma de demência, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>Para a geriatra Priscila Guerra, uma das principais mensagens da campanha é que demência não deve ser considerada uma consequência natural do envelhecimento. “Pequenos esquecimentos podem acontecer e não significam necessariamente Alzheimer. O que merece atenção é uma mudança progressiva em relação ao funcionamento habitual daquela pessoa. Quando ela começa a repetir perguntas, esquecer compromissos com frequência ou apresentar dificuldade para administrar dinheiro, medicamentos e tarefas que antes realizava normalmente, é importante investigar.”</p>
<h3>Cuidar do cérebro não começa aos 60 anos</h3>
<p>A prevenção também precisa entrar nessa conversa. Segundo Thais Bento Lima da Silva, gerontóloga, pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) e parceira científica do Método Supera, o envelhecimento não começa quando uma pessoa chega aos 60 anos. Trata-se de um processo biológico contínuo, influenciado pelas experiências, oportunidades, condições de saúde e pelo ambiente ao longo de toda a vida.</p>
<p>“Quando pensamos em saúde cerebral, precisamos sair da lógica de procurar uma única atividade capaz de proteger o cérebro. Esse cuidado é construído ao longo da vida e envolve diferentes dimensões: saúde física, estímulo cognitivo, aprendizagem, participação social e acompanhamento dos fatores de risco que podem ser modificados”, explica Thais.</p>
<p>Um conceito importante nessa discussão é o de reserva cognitiva, relacionado à capacidade do cérebro de utilizar recursos e estratégias para responder às mudanças e adversidades que surgem ao longo dos anos. Estudos que ajudaram a construir essa teoria observaram a importância de uma vida intelectualmente desafiadora e socialmente ativa para compreender diferenças no funcionamento cognitivo durante o envelhecimento.</p>
<h3>Alzheimer não se resume à memória</h3>
<p>Embora o esquecimento seja o sinal mais conhecido, a cognição envolve muito mais do que memória. Atenção, linguagem, raciocínio, planejamento e tomada de decisão também fazem parte do funcionamento cerebral e atuam de maneira integrada.</p>
<p>Por isso, Priscila Guerra chama atenção para mudanças que podem aparecer no cotidiano. “Quando alguém que sempre foi independente começa a se perder em locais conhecidos, apresenta dificuldade para realizar tarefas habituais, muda significativamente de comportamento ou perde progressivamente a capacidade de organizar a própria rotina, a família não deve simplesmente atribuir isso à idade. Existem diferentes causas possíveis para alterações cognitivas e é justamente a avaliação que permitirá entender o que está acontecendo.”</p>
<p>A observação de familiares também pode ser importante porque algumas mudanças são percebidas primeiro pelas pessoas próximas. O diagnóstico não deve ser feito a partir de um único episódio de esquecimento, mas alterações persistentes e progressivas justificam uma avaliação profissional.</p>
<h3>Ciência aponta fatores que podem ser modificados</h3>
<p>Nos últimos anos, a discussão sobre prevenção das demências ganhou novos elementos. A Comissão The Lancet de 2024 reuniu 14 fatores potencialmente modificáveis associados ao risco de demência, incluindo hipertensão, diabetes, tabagismo, inatividade física, isolamento social, colesterol LDL elevado, perda auditiva, perda visual não tratada e poluição do ar. A estimativa dos pesquisadores é que aproximadamente 45% dos casos de demência poderiam ser prevenidos ou adiados em nível populacional se esses fatores fossem evitados.</p>
<p>Thais ressalta, entretanto, que o dado não significa que seja possível garantir individualmente que uma pessoa não desenvolverá Alzheimer. “Não existe uma receita capaz de evitar a demência. O que as evidências mostram é que existem fatores sobre os quais podemos atuar ao longo da vida. Controlar a pressão arterial, diabetes e colesterol, praticar atividade física, não fumar, cuidar da audição e da visão, manter vínculos sociais e continuar estimulando diferentes habilidades cognitivas fazem parte dessa construção.”</p>
<h3>Exercitar o cérebro vai muito além de jogos de memória</h3>
<p>Outro ponto importante durante o Setembro Mundial do Alzheimer é ampliar a compreensão sobre o que significa manter o cérebro ativo. Estimulação cognitiva não se limita a palavras cruzadas ou exercícios de memória. Aprender algo novo, ler, utilizar novas tecnologias, participar de atividades culturais, conversar, ensinar, planejar e solucionar problemas cotidianos mobilizam diferentes funções cognitivas.</p>
<p>Essa combinação de estratégias ganhou evidências importantes na América Latina. Em 2026, o estudo LatAm-FINGERS, publicado no The Lancet, acompanhou idosos de 12 países latino-americanos. Os participantes submetidos a uma intervenção estruturada que combinava atividade física, acompanhamento nutricional e cardiovascular e treino cognitivo apresentaram resultados cognitivos mais favoráveis ao longo de dois anos. Os pesquisadores, no entanto, não afirmaram que a intervenção impediu o desenvolvimento de demência, mas que houve benefícios no desempenho cognitivo.</p>
<p>“Esse tipo de resultado reforça justamente a importância de uma abordagem multidimensional. Não estamos falando de uma atividade isolada, mas de diferentes cuidados que se complementam. O cérebro faz parte de um organismo, de uma história de vida e de um contexto social”, afirma Thais.</p>
<p>Para Priscila Guerra, a campanha de setembro também pode ajudar a diminuir o medo que ainda cerca o diagnóstico. “Precisamos falar sobre Alzheimer sem transformar qualquer esquecimento em doença, mas também sem normalizar alterações importantes. Informação ajuda a família a reconhecer sinais, procurar atendimento no momento adequado e compreender que existe uma rede de cuidado que precisa envolver o paciente e quem está ao seu redor.”</p>
<p>A mensagem das especialistas para o 21 de setembro vai, portanto, além do diagnóstico. Enquanto reconhecer precocemente mudanças cognitivas pode favorecer uma investigação adequada, cuidar do cérebro precisa ser encarado como parte da saúde ao longo de toda a vida. Como resume Thais, o objetivo não é impedir o envelhecimento, mas criar condições para preservar autonomia, participação social e qualidade de vida pelo maior tempo possível.</p>
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