<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Saúde &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/category/estilo-de-vida/saude/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Sat, 06 Jun 2026 01:45:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Saúde &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Surto de ebola avança no Congo e registra 71 novos casos em apenas 24 horas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/surto-de-ebola-avanca-no-congo-e-registra-71-novos-casos-em-apenas-24-horas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 19:37:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ebola]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Mundial da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[República Democrática do Congo]]></category>
		<category><![CDATA[Uganda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=91116</guid>

					<description><![CDATA[A República Democrática do Congo voltou a registrar uma aceleração preocupante no surto de ebola que atinge o país desde maio. Nas últimas 24 horas, as autoridades sanitárias confirmaram 71 novos diagnósticos da doença, elevando para 452 o total de casos confirmados desde o início da emergência de saúde pública. O número de mortes associadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A República Democrática do Congo voltou a registrar uma aceleração preocupante no surto de ebola que atinge o país desde maio. Nas últimas 24 horas, as autoridades sanitárias confirmaram 71 novos diagnósticos da doença, elevando para 452 o total de casos confirmados desde o início da emergência de saúde pública. O número de mortes associadas ao vírus já chegou a 82.</p>
<p>O crescimento dos registros reforça a preocupação de organismos internacionais de saúde diante da rápida propagação da enfermidade, especialmente na província de Ituri, localizada no nordeste do país africano. A região concentra a maior parte das infecções e enfrenta desafios históricos relacionados ao acesso a serviços de saúde, instabilidade social e dificuldades logísticas para atendimento da população.</p>
<p>Dos 71 novos casos contabilizados, 65 foram identificados em Ituri e outros seis na província de Kivu do Norte. As autoridades também monitoram a expansão da doença para novas áreas, uma vez que casos já foram registrados em diferentes zonas de saúde e até mesmo em países vizinhos, como Uganda.</p>
<p>O atual surto é provocado pela variante Bundibugyo do vírus Ebola, considerada mais rara do que a cepa Zaire, responsável por grandes epidemias anteriores. Um dos principais desafios enfrentados pelos profissionais de saúde é a ausência de uma vacina aprovada especificamente para essa variante, o que torna ainda mais importante a identificação precoce dos casos e o isolamento dos pacientes infectados.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a situação como uma emergência de saúde pública de interesse internacional. A entidade trabalha em conjunto com autoridades congolesas, países vizinhos e o Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças para ampliar a vigilância epidemiológica, fortalecer a capacidade hospitalar e intensificar o rastreamento de contatos.</p>
<p>Como resposta ao agravamento do cenário, a OMS anunciou um plano de ação de seis meses estimado em US$ 518 milhões. O objetivo é financiar medidas de contenção da doença, reforçar o monitoramento nas fronteiras e ampliar a preparação dos sistemas de saúde dos países sob maior risco de disseminação do vírus.</p>
<p>O avanço do surto também preocupa devido ao contexto humanitário da região afetada. A circulação intensa de pessoas, os conflitos armados e a dificuldade de acesso a determinadas localidades dificultam o trabalho das equipes médicas e podem favorecer novas cadeias de transmissão.</p>
<p>Especialistas alertam que a resposta rápida continua sendo o principal instrumento para evitar uma expansão ainda maior da doença. Além do tratamento de pacientes, as autoridades reforçam campanhas de conscientização para orientar a população sobre formas de transmissão, sintomas e medidas de prevenção.</p>
<p>Este é o 17º surto de ebola registrado na República Democrática do Congo desde a identificação da doença em 1976. Embora o país possua experiência no enfrentamento da enfermidade, o atual cenário é considerado especialmente desafiador devido à velocidade de propagação dos casos e às limitações impostas pela falta de imunizantes específicos para a variante Bundibugyo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">91116</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Acre intensifica combate à desinformação para elevar vacinação contra HPV entre adolescentes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/acre-intensifica-combate-a-desinformacao-para-elevar-vacinacao-contra-hpv-entre-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:25:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Acre]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Nacional de Imunizações]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Único de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=90989</guid>

					<description><![CDATA[O Acre enfrenta um dos maiores desafios do país quando o assunto é vacinação contra o HPV. Apesar dos avanços registrados nos últimos anos, o estado ainda apresenta os menores índices nacionais de cobertura vacinal entre crianças e adolescentes, resultado de uma resistência que autoridades de saúde associam diretamente à disseminação de informações falsas ocorrida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Acre enfrenta um dos maiores desafios do país quando o assunto é vacinação contra o HPV. Apesar dos avanços registrados nos últimos anos, o estado ainda apresenta os menores índices nacionais de cobertura vacinal entre crianças e adolescentes, resultado de uma resistência que autoridades de saúde associam diretamente à disseminação de informações falsas ocorrida há quase uma década.</p>
<p>Dados mais recentes mostram que, em 2025, a cobertura vacinal contra o HPV alcançou 59% das meninas e 50% dos meninos no Acre. Os números estão muito abaixo da média nacional, que chegou a 86% entre as meninas e 74,5% entre os meninos.</p>
<p>A origem desse cenário remonta a 2017, quando 74 adolescentes acreanos apresentaram sintomas como dores de cabeça, desmaios e episódios de convulsão após receberem a vacina. O caso ganhou ampla repercussão e rapidamente se espalhou pelas redes sociais e por veículos de comunicação, gerando insegurança em milhares de famílias.</p>
<p>Investigações conduzidas por órgãos de saúde descartaram qualquer relação entre os componentes do imunizante e os sintomas relatados pelos adolescentes. Uma força-tarefa analisou lotes da vacina e realizou exames detalhados nos jovens envolvidos. Entre os casos mais graves, 12 adolescentes foram encaminhados para avaliação na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), onde passaram por uma extensa bateria de exames especializados. Nenhuma evidência apontou falhas na vacina.</p>
<p>Mesmo após a conclusão das investigações, os impactos da desinformação permaneceram. Segundo profissionais da área de imunização, o episódio provocou um aumento expressivo nas notificações de supostos efeitos adversos, impulsionado pelo medo e pela circulação de informações incorretas sobre a segurança do imunizante.</p>
<p>Para reverter esse quadro, o governo estadual e o Ministério da Saúde vêm intensificando campanhas de conscientização, ações educativas e busca ativa de adolescentes que ainda não receberam a vacina. O objetivo é recuperar a confiança da população e ampliar a proteção contra doenças associadas ao vírus.</p>
<p>O HPV, sigla para papilomavírus humano, está relacionado ao desenvolvimento de diversos tipos de câncer, incluindo câncer do colo do útero, pênis, ânus, boca e garganta. No Brasil, a doença é responsável por milhares de mortes todos os anos, tornando a vacinação uma das principais estratégias de prevenção disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Atualmente, a vacina é recomendada para meninas e meninos de 9 a 14 anos. O Ministério da Saúde também mantém uma estratégia de resgate vacinal voltada para jovens de 15 a 19 anos que ainda não receberam a dose, permitindo ampliar a proteção desse público até junho de 2026.</p>
<p>As autoridades sanitárias destacam que o imunizante possui eficácia comprovada e é considerado seguro por órgãos de saúde nacionais e internacionais. A expectativa é que o reforço das campanhas informativas ajude a reduzir a influência das notícias falsas e permita que o Acre avance na cobertura vacinal, aproximando-se das metas estabelecidas pelo Programa Nacional de Imunizações.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">90989</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Operação no Rio combate comércio clandestino de canetas emagrecedoras vendidas pela internet</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/operacao-no-rio-combate-comercio-clandestino-de-canetas-emagrecedoras-vendidas-pela-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:23:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[venda clandestina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=90986</guid>

					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou uma operação para desarticular um esquema de comercialização clandestina de medicamentos utilizados para emagrecimento, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A ação teve como alvo grupos suspeitos de vender os produtos sem autorização sanitária, colocando em risco a saúde dos consumidores. Os agentes cumpriram mandados de busca e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou uma operação para desarticular um esquema de comercialização clandestina de medicamentos utilizados para emagrecimento, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A ação teve como alvo grupos suspeitos de vender os produtos sem autorização sanitária, colocando em risco a saúde dos consumidores.</p>
<p>Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços localizados nos bairros de Ramos, na Zona Norte, e Vargem Pequena, na Zona Oeste da capital fluminense. Durante as diligências, foram apreendidos medicamentos, armas e munições, materiais que agora serão analisados pelas autoridades responsáveis pela investigação.</p>
<p>Segundo a polícia, o objetivo da operação é interromper a circulação de substâncias comercializadas sem o controle exigido pelos órgãos reguladores. As investigações apontam que os produtos eram anunciados principalmente por meio da internet e oferecidos ao público sem as garantias de procedência, armazenamento e distribuição exigidas pela legislação brasileira.</p>
<p>O avanço do mercado ilegal de medicamentos para emagrecimento tem preocupado autoridades sanitárias em todo o país. A popularização de tratamentos à base de substâncias como semaglutida e tirzepatida impulsionou a procura por versões comercializadas de forma irregular, muitas vezes sem receita médica e fora dos canais autorizados.</p>
<p>Dados recentes mostram que as apreensões de medicamentos destinados ao emagrecimento cresceram significativamente nos últimos anos. Apenas entre 2025 e os primeiros meses de 2026, órgãos de fiscalização registraram dezenas de milhares de unidades apreendidas em operações realizadas em diferentes estados brasileiros.</p>
<p>As autoridades alertam que produtos adquiridos fora dos canais oficiais podem apresentar composição desconhecida, armazenamento inadequado ou até mesmo serem falsificados. O consumo dessas substâncias sem acompanhamento médico pode provocar efeitos adversos graves e comprometer a saúde dos pacientes.</p>
<p>A operação realizada no Rio faz parte de uma série de ações conduzidas por forças de segurança e órgãos de vigilância sanitária para combater a produção clandestina, a falsificação e a venda ilegal desses medicamentos. Nos últimos meses, fiscalizações semelhantes resultaram na apreensão de produtos sem registro, hormônios de origem desconhecida e substâncias proibidas em clínicas e estabelecimentos investigados.</p>
<p>As investigações continuam para identificar fornecedores, distribuidores e demais envolvidos na cadeia de comercialização irregular. A expectativa da Polícia Civil é ampliar o rastreamento dos produtos e responsabilizar criminalmente os integrantes do esquema.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">90986</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Conselho Federal de Medicina proíbe uso de PMMA em procedimentos na pele</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/conselho-federal-de-medicina-proibe-uso-de-pmma-em-procedimentos-na-pele/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 20:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[CFM]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PMMA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=90951</guid>

					<description><![CDATA[O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou uma resolução que proíbe médicos de utilizar o polimetilmetacrilato (PMMA) em procedimentos estéticos e reparadores realizados na pele. A medida entra em vigor nesta semana e representa uma das mais significativas mudanças recentes na regulamentação da medicina estética no país. A decisão foi tomada após análises de estudos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou uma resolução que proíbe médicos de utilizar o polimetilmetacrilato (PMMA) em procedimentos estéticos e reparadores realizados na pele. A medida entra em vigor nesta semana e representa uma das mais significativas mudanças recentes na regulamentação da medicina estética no país.</p>
<p>A decisão foi tomada após análises de estudos científicos, registros de complicações graves e discussões realizadas pelo conselho ao longo dos últimos anos. Segundo o CFM, o material tem sido associado a reações severas, deformidades permanentes, processos inflamatórios crônicos e, em situações extremas, mortes de pacientes submetidos a procedimentos de preenchimento.</p>
<p>Com a nova norma, médicos ficam impedidos de aplicar ou divulgar tratamentos que utilizem PMMA para fins estéticos ou reparadores. A única exceção prevista pela resolução envolve pacientes com HIV/Aids que apresentam lipodistrofia facial, condição relacionada à perda de gordura no rosto provocada por tratamentos antirretrovirais. Nesses casos, o procedimento continuará permitido exclusivamente em unidades de alta complexidade credenciadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e seguindo protocolos específicos do Ministério da Saúde.</p>
<p>O PMMA é uma substância sintética permanente que não é absorvida pelo organismo. Diferentemente de outros preenchedores utilizados na medicina estética, o material permanece no corpo de forma definitiva após a aplicação. Especialistas apontam que essa característica pode provocar complicações tardias, surgindo meses ou até anos depois do procedimento.</p>
<p>Entre os problemas associados ao produto estão migração da substância para outras regiões do corpo, formação de granulomas, necrose de tecidos, deformidades estéticas e danos sistêmicos que podem atingir órgãos como os rins. Em alguns casos relatados pelo conselho, pacientes precisaram passar por cirurgias complexas para remover parte do material ou corrigir sequelas permanentes.</p>
<p>Apesar da proibição estabelecida pelo CFM, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mantém o entendimento de que os produtos à base de PMMA atualmente registrados no país apresentam relação risco-benefício aceitável quando utilizados dentro das indicações aprovadas. A agência reforça, porém, que a substância não possui indicação para aumento de volume corporal com finalidade exclusivamente estética.</p>
<p>Em nota, a Anvisa destacou que o PMMA é autorizado para situações específicas de correção de defeitos na pele e volumetria associadas a necessidades de saúde, e não para procedimentos voltados apenas à aparência estética. A agência também reiterou que a aplicação deve ocorrer sob indicação médica e por profissionais devidamente capacitados.</p>
<p>O Conselho Federal de Medicina defende agora que a Anvisa avance para uma restrição ainda maior, retirando o produto do mercado brasileiro. A entidade argumenta que os riscos observados ao longo dos anos superam os benefícios da utilização da substância em procedimentos de preenchimento.</p>
<p>A nova resolução surge em um momento de crescente debate sobre a segurança de procedimentos estéticos no Brasil. Nos últimos anos, casos de complicações graves envolvendo o uso de PMMA reacenderam discussões sobre fiscalização, qualificação profissional e regulamentação dos produtos utilizados em intervenções estéticas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">90951</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Anvisa libera primeira caneta nacional com substância semelhante ao Ozempic para tratamento de diabetes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anvisa-libera-primeira-caneta-nacional-com-substancia-semelhante-ao-ozempic-para-tratamento-de-diabetes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 15:59:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[caneta nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cmed]]></category>
		<category><![CDATA[EMS]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ozempic]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=90876</guid>

					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, aprovou o registro da primeira caneta de semaglutida sintética análoga ao Ozempic autorizada para venda no Brasil. O medicamento, batizado de Ozivy, foi desenvolvido pelo laboratório EMS e será indicado para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2. A autorização foi publicada nesta terça-feira (26) e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, aprovou o registro da primeira caneta de semaglutida sintética análoga ao Ozempic autorizada para venda no Brasil. O medicamento, batizado de Ozivy, foi desenvolvido pelo laboratório EMS e será indicado para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2.</p>
<p>A autorização foi publicada nesta terça-feira (26) e marca um novo momento no mercado de medicamentos da classe GLP-1, popularmente conhecida como “canetas emagrecedoras”. O produto utiliza o mesmo princípio ativo presente no Ozempic, a semaglutida, cuja patente expirou em março deste ano.</p>
<p>Segundo a Anvisa, o pedido de registro foi protocolado em 2023 e passou por avaliações técnicas relacionadas à eficácia, segurança e qualidade do medicamento antes da aprovação final. O órgão informou ainda que outros processos envolvendo medicamentos semelhantes seguem em análise.</p>
<p>O Ozivy poderá ser utilizado como complemento à dieta e à prática de exercícios físicos em pacientes com diabetes tipo 2 insuficientemente controlado. A aplicação será semanal, por meio de canetas preenchidas para uso injetável. O medicamento também poderá ser utilizado sozinho em situações nas quais a metformina não seja recomendada por contraindicação ou intolerância.</p>
<p>A Anvisa destacou que o novo produto possui diferenças de conservação em relação ao Ozempic. Enquanto o medicamento original pode permanecer fora da refrigeração após o início do uso por período determinado, o Ozivy deverá ser mantido refrigerado entre 2°C e 8°C durante todo o tratamento.</p>
<p>O órgão regulador explicou ainda que o Ozivy não é considerado um medicamento genérico. Isso ocorre porque, pela regulamentação brasileira, produtos biológicos não possuem versão genérica. O novo registro foi enquadrado como medicamento novo, produzido a partir de semaglutida sintética.</p>
<p>Apesar da aprovação sanitária, o medicamento ainda depende da definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) para chegar às farmácias. A comercialização também dependerá da estratégia adotada pela fabricante.</p>
<p>A Anvisa informou que o Ozivy será vendido apenas com prescrição médica em duas vias, seguindo as regras aplicadas aos medicamentos da categoria GLP-1.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">90876</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Maio Vermelho reforça importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de boca</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/maio-vermelho-reforca-importancia-da-prevencao-e-do-diagnostico-precoce-do-cancer-de-boca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 03:27:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cancer de Boca]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Maio Vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=90777</guid>

					<description><![CDATA[O Maio Vermelho, campanha de conscientização sobre o câncer de boca, chama atenção para uma doença que pode atingir lábios, língua, gengiva e outras partes da cavidade oral. Muitas vezes silencioso no início, o tumor costuma apresentar sinais sutis. Isso reforça a importância da visita regular ao dentista. De acordo com o Instituto Nacional de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Maio Vermelho, campanha de conscientização sobre o câncer de boca, chama atenção para uma doença que pode atingir lábios, língua, gengiva e outras partes da cavidade oral. Muitas vezes silencioso no início, o tumor costuma apresentar sinais sutis. Isso reforça a importância da visita regular ao dentista.</p>
<p>De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de boca é um dos tumores mais comuns no Brasil. Os principais sintomas são manchas brancas ou avermelhadas, caroços, feridas que não cicatrizam em até 15 dias, sangramentos, dor persistente, dificuldade para mastigar, falar ou engolir e sensação de dormência.</p>
<p>Segundo Cynara Damasceno, cirurgiã-dentista e técnica responsável da Clínica-Escola de Odontologia da UNINASSAU Rio de Janeiro, os principais fatores de risco para o surgimento da doença são o tabagismo, o consumo frequente de álcool e a associação entre os dois hábitos, que potencializa ainda mais os riscos. “A exposição solar sem proteção também é um fator, principalmente nos casos de câncer de lábio. Além disso, má higiene bucal, traumas crônicos e infecção por HPV podem contribuir para o desenvolvimento do câncer de boca”, explica.</p>
<p>A visita regular ao dentista auxilia no diagnóstico precoce, já que diferentes aspectos da cavidade oral são avaliados pelo profissional durante as consultas. “Ele avalia língua, gengiva, bochechas, céu da boca e lábios. Quando necessário, podem ser solicitados exames complementares, como biópsia”, destaca Cynara.</p>
<p>O câncer de boca é mais comum em pessoas acima dos 40 anos, especialmente homens com histórico de tabagismo e alcoolismo. “No entanto, os casos em pessoas mais jovens têm aumentado, principalmente os relacionados ao HPV”, ressalta a cirurgiã-dentista.</p>
<p>Alguns cuidados no dia a dia podem auxiliar na prevenção do câncer, como não fumar, evitar excesso de álcool, usar protetor labial com FPS, manter boa higiene bucal e realizar consultas odontológicas regularmente. Se notar qualquer alteração na boca, é necessário procurar avaliação profissional precocemente.</p>
<p>Inclusive, a UNINASSAU Rio de Janeiro conta com a Clínica-Escola de Odontologia, que oferece serviços com preços acessíveis para a população. Os interessados podem realizar o agendamento pelo link https://amgo.app/AQU2UZJ.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">90777</post-id>	</item>
		<item>
		<title>População acima dos 50 anos deve responder por metade dos gastos com saúde no Brasil em 2044</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/populacao-acima-dos-50-anos-deve-responder-por-metade-dos-gastos-com-saude-no-brasil-em-2044/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 14:45:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas 50+]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=90711</guid>

					<description><![CDATA[O envelhecimento da população brasileira deve provocar uma mudança significativa no perfil de consumo do país nas próximas décadas. Segundo levantamento divulgado pela consultoria Data8, os brasileiros com 50 anos ou mais serão responsáveis por metade de todos os gastos das famílias com saúde até 2044. A projeção estima movimentação de R$ 559 bilhões em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O envelhecimento da população brasileira deve provocar uma mudança significativa no perfil de consumo do país nas próximas décadas. Segundo levantamento divulgado pela consultoria Data8, os brasileiros com 50 anos ou mais serão responsáveis por metade de todos os gastos das famílias com saúde até 2044. A projeção estima movimentação de R$ 559 bilhões em produtos e serviços do setor, dentro de um mercado total previsto em R$ 1,1 trilhão.</p>
<p>Atualmente, a participação desse grupo já é considerada elevada. Em 2024, as pessoas acima dos 50 anos representavam 27% da população brasileira, mas concentravam 35% das despesas relacionadas à saúde, incluindo medicamentos, planos de saúde, suplementos e tratamentos médicos.</p>
<p>O estudo “Mercado Prateado: consumo dos brasileiros 50+ e projeções” também aponta crescimento acelerado dessa faixa etária no país. A estimativa é que o número de brasileiros acima dos 50 anos salte de 59 milhões para 92 milhões em duas décadas, passando a representar cerca de 40% da população nacional.</p>
<p>Uma das coordenadoras da pesquisa, Lívia Hollerbach, afirmou que a velocidade desse crescimento chamou atenção dos pesquisadores. “Nos surpreendeu essa projeção de que muito rapidamente, em menos de 20 anos, essa população já vai ser responsável por movimentar metade do consumo no país em todo o setor de saúde”, disse à Agência Brasil.</p>
<p>Os dados mostram ainda que os gastos com saúde pesam mais no orçamento conforme a idade avança. Enquanto brasileiros com menos de 50 anos destinam cerca de 8% da renda mensal para despesas da área, entre os consumidores acima dessa faixa etária o percentual sobe para 14%. No grupo entre 70 e 74 anos, o comprometimento chega a 18%, alcançando 21% entre pessoas com 80 anos ou mais.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, planos de saúde, medicamentos e suplementos correspondem a quase 80% das despesas mensais da geração prateada com cuidados médicos. Consultas, exames e materiais de tratamento também aparecem entre os principais gastos desse público.</p>
<p>O levantamento também faz um alerta sobre os impactos do envelhecimento populacional na estrutura de atendimento do país. A avaliação é de que o crescimento contínuo da demanda pode ampliar a pressão sobre hospitais, clínicas e serviços de saúde públicos e privados nos próximos anos.</p>
<p>Para os pesquisadores, será necessário ampliar investimentos em prevenção, atenção básica e cuidados de longa duração. A coordenadora do estudo destacou ainda a importância de fortalecer políticas voltadas à medicina preventiva e à qualidade de vida da população idosa.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">90711</post-id>	</item>
		<item>
		<title>OMS confirma oito casos de hantavírus ligados à cepa Andes em surto registrado em navio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/oms-confirma-oito-casos-de-hantavirus-ligados-a-cepa-andes-em-surto-registrado-em-navio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 20:36:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=90681</guid>

					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou oito casos de hantavírus relacionados ao surto registrado a bordo do navio de cruzeiro MV Hondius, que navegava pelo Atlântico. Segundo a entidade, todos os diagnósticos identificados até agora envolvem a cepa Andes, considerada a única variante conhecida do hantavírus capaz de ser transmitida entre pessoas em situações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou oito casos de hantavírus relacionados ao surto registrado a bordo do navio de cruzeiro MV Hondius, que navegava pelo Atlântico. Segundo a entidade, todos os diagnósticos identificados até agora envolvem a cepa Andes, considerada a única variante conhecida do hantavírus capaz de ser transmitida entre pessoas em situações de contato próximo e prolongado.</p>
<p>De acordo com o boletim mais recente divulgado pela OMS, até o dia 13 de maio foram contabilizados 11 casos no total, sendo oito confirmados, dois considerados prováveis e um inconclusivo. O surto também já provocou três mortes, duas delas confirmadas laboratorialmente como decorrentes da infecção.</p>
<p>Os novos registros foram identificados após o desembarque e repatriação de passageiros do cruzeiro em diferentes países. Entre os casos recentes está o de uma pessoa na França que apresentou sintomas durante o retorno ao país. Outro passageiro foi diagnosticado na Espanha após chegar ao território espanhol, embora permaneça sem sintomas. Um terceiro caso segue sob investigação nos Estados Unidos após resultado laboratorial inconclusivo.</p>
<p>A OMS acompanha o episódio em cooperação com autoridades sanitárias internacionais desde que os primeiros casos foram detectados entre passageiros e tripulantes do navio. O MV Hondius partiu de Ushuaia, na Argentina, no início de abril para uma expedição marítima que incluía regiões isoladas do Atlântico Sul.</p>
<p>Especialistas acreditam que o vírus tenha sido introduzido no navio por um passageiro contaminado antes do embarque, possivelmente após passagem por áreas endêmicas da Argentina ou do Chile, locais onde a cepa Andes circula naturalmente entre roedores silvestres.</p>
<p>Apesar da preocupação internacional, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou nos últimos dias que ainda não há sinais de disseminação ampla da doença.</p>
<blockquote><p>“Neste momento, não há indícios de que estejamos presenciando o início de um surto maior.”</p></blockquote>
<p>As autoridades sanitárias seguem realizando rastreamento internacional de contatos, já que passageiros do navio viajaram para diversos países após o desembarque. Governos europeus, africanos e americanos monitoram pessoas que tiveram contato próximo com casos confirmados durante voos, estadias em hotéis e períodos de quarentena.</p>
<p>O hantavírus é uma doença rara transmitida principalmente pelo contato com urina, fezes ou saliva de roedores infectados. A variante Andes, identificada neste surto, é considerada incomum por também permitir transmissão entre humanos em determinadas circunstâncias. A doença pode provocar febre, dores musculares, dificuldade respiratória e, nos quadros mais graves, síndrome pulmonar grave com risco elevado de morte.</p>
<p>Até o momento, autoridades internacionais avaliam que o risco de disseminação em larga escala permanece baixo, embora novos casos ainda possam surgir nas próximas semanas devido ao período de incubação do vírus.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">90681</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Brasil cria data oficial em homenagem às vítimas da covid-19</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-cria-data-oficial-em-homenagem-as-vitimas-da-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 20:01:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=90553</guid>

					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A data será celebrada anualmente em 12 de março, em referência ao registro da primeira morte causada pela doença no Brasil, ocorrida em 2020. A cerimônia de sanção ocorreu no Palácio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A data será celebrada anualmente em 12 de março, em referência ao registro da primeira morte causada pela doença no Brasil, ocorrida em 2020.</p>
<p>A cerimônia de sanção ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília, e reuniu representantes de associações de familiares de vítimas da pandemia, integrantes do Ministério da Saúde e autoridades federais. O governo destacou que a criação da data busca preservar a memória das mais de 716 mil pessoas que morreram em decorrência da covid-19 no país.</p>
<p>O dia escolhido faz referência à morte da técnica de enfermagem Rosana Aparecida Urbano, considerada a primeira vítima fatal da doença registrada oficialmente no Brasil, em São Paulo. O projeto havia sido aprovado pelo Congresso Nacional no mês passado antes de seguir para sanção presidencial.</p>
<p>Durante o evento, Lula afirmou que a pandemia representou uma das maiores crises sanitárias da história do país e criticou a disseminação de desinformação sobre vacinas e tratamentos sem eficácia científica. O presidente também defendeu a valorização da ciência e do Sistema Único de Saúde (SUS) no enfrentamento de futuras emergências sanitárias.</p>
<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a criação da data servirá como momento permanente de reflexão sobre os impactos da pandemia e sobre a importância de fortalecer políticas públicas de saúde. Segundo ele, grande parte da população brasileira foi diretamente afetada pela covid-19, seja pela perda de familiares, seja pelas consequências sociais provocadas pela crise sanitária.</p>
<p>Como parte das homenagens, o governo federal promoveu uma instalação especial no Palácio do Planalto com os nomes das vítimas da doença. Além disso, monumentos em seis capitais brasileiras receberam projeções em memória das pessoas mortas durante a pandemia.</p>
<p>No mês passado, o Ministério da Saúde também inaugurou o Memorial da Pandemia, localizado no Centro Cultural do Ministério da Saúde, no Rio de Janeiro. O espaço foi criado para homenagear as vítimas da covid-19 e preservar registros históricos do período vivido pelo país durante a emergência sanitária.</p>
<p>Dados apresentados pelo Ministério da Saúde indicam ainda uma recuperação gradual dos índices de vacinação no Brasil nos últimos anos. Segundo Padilha, as coberturas vacinais infantis voltaram a superar 90% em diversas campanhas nacionais após queda registrada durante a pandemia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">90553</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Anvisa cria plano para acompanhar reações adversas de canetas emagrecedoras no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anvisa-cria-plano-para-acompanhar-reacoes-adversas-de-canetas-emagrecedoras-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 20:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[canetas emagrecedoras]]></category>
		<category><![CDATA[Efeitos Colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=90478</guid>

					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a criação de um novo sistema de monitoramento voltado aos chamados medicamentos “canetas emagrecedoras”, utilizados principalmente no tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. A medida foi adotada diante do aumento do consumo desses produtos no país e da crescente preocupação com efeitos adversos relacionados ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a criação de um novo sistema de monitoramento voltado aos chamados medicamentos “canetas emagrecedoras”, utilizados principalmente no tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. A medida foi adotada diante do aumento do consumo desses produtos no país e da crescente preocupação com efeitos adversos relacionados ao uso inadequado.</p>
<p>Batizado de Plano de Farmacovigilância Ativa, o programa muda a forma de atuação da agência reguladora. Em vez de depender apenas de notificações espontâneas feitas por médicos, pacientes ou hospitais, a Anvisa passará a realizar um acompanhamento mais sistemático e preventivo em parceria com instituições de saúde.</p>
<p>O foco da iniciativa são os medicamentos agonistas do receptor GLP-1, grupo que inclui substâncias como semaglutida e tirzepatida, amplamente conhecidas por marcas utilizadas para emagrecimento. Esses medicamentos ganharam popularidade nos últimos anos, inclusive entre pessoas sem indicação clínica formal.</p>
<p>Segundo dados apresentados pela Anvisa, entre 2018 e março de 2026 foram registradas 2.965 notificações de eventos adversos ligados ao uso dessas medicações, com aumento expressivo dos casos ao longo de 2025. A maior parte das ocorrências esteve associada ao uso de semaglutida.</p>
<p>Durante reunião da diretoria da agência, o diretor Thiago Lopes Cardoso Campos afirmou que o crescimento acelerado da demanda também provocou aumento da circulação de produtos falsificados, sem procedência comprovada ou manipulados fora dos padrões sanitários exigidos.</p>
<p>A Anvisa alertou que medicamentos irregulares representam riscos graves à saúde, já que não há garantia sobre qualidade, esterilidade, composição ou dosagem. A comercialização desse tipo de produto é considerada crime previsto no Código Penal.</p>
<p>O monitoramento será realizado com apoio da Rede Sentinela, formada por hospitais, universidades, laboratórios e serviços de assistência farmacêutica em diferentes regiões do país. Hospitais universitários federais também participarão da iniciativa.</p>
<p>Além da farmacovigilância, a Anvisa anunciou reforço no combate ao comércio ilegal das canetas emagrecedoras. A agência firmou parceria com a Polícia Federal para ampliar ações de fiscalização contra importação, venda clandestina e distribuição irregular desses medicamentos, inclusive em plataformas digitais.</p>
<p>A agência destaca que o acompanhamento pós-comercialização é essencial para identificar reações adversas que muitas vezes não aparecem durante os estudos clínicos iniciais, permitindo maior segurança no uso dos medicamentos pela população.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">90478</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
